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amoosonic | Dec 16, 2025 11:43 AM
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Tiago_Vaz_007 | Sep 2, 2025 9:48 AM
O que Esperar da Temporada de Outono de 2025
One Punch Man 3 – Em termos de história, tenho grandes expectativas para esta temporada do anime. Mesmo sem certeza de até onde a adaptação irá, caso avance até o ponto que espero, promete ser de longe a melhor temporada nesse aspecto. Outro ponto muito positivo, que já me arranca um enorme sorriso, é a presença da banda BABYMETAL na staff. No entanto, apesar desses aspectos animadores, o estúdio responsável continua o mesmo e, tecnicamente, a segunda temporada deixou muito a desejar. Pelo menos ainda não há informações sobre quem será o diretor, o que me mantém esperançoso. Spy x Family Season 3 – Apesar de ser chamada de terceira temporada, pode ser considerada a quarta, já que a primeira foi dividida em duas partes. Gosto muito dessa franquia e achei a proposta inicial do anime bastante refrescante em meio ao que vinha sendo lançado. No entanto, nesta nova temporada, a ideia já não soa tão inovadora. Mesmo tendo adorado a segunda temporada (que, para mim, superou até a segunda parte da primeira), sinto que começo a me cansar. Acredito que, se a trama avançar em um ritmo mais acelerado, com algumas passagens de tempo e acontecimentos realmente marcantes, posso voltar a me empolgar tanto quanto antes, ou até mais. Outro ponto que me agradaria seria ver o texto adotar um tom um pouco mais adulto e, ao mesmo tempo, mais verossímil. Boku no Hero Academia: Final Season – Mais uma temporada, e mais uma vez registro que não é o meu tipo de anime, já que abandonei ainda no primeiro episódio da primeira temporada. Dito isso, mesmo entre os fãs, a franquia já vem acumulando decepções há algumas temporadas. E para aqueles que ainda não se frustraram, é provável que isso aconteça agora, pois o final do mangá foi extremamente polêmico. A recepção negativa foi tamanha que foi produzido um outro final, mas que, ainda assim, deixou muito a desejar para grande parte do público. Fumetsu no Anata e Season 3 – Tudo o que a autora desta obra cria carrega algo que podemos chamar de verdadeira arte, sempre transmitindo com sutileza mensagens profundas, reflexivas e intensamente emocionantes, características próprias de uma obra-prima. Sou fã declarado deste anime, mas esta temporada avança além do ponto em que acompanhei o mangá de forma contínua. Por isso, minhas expectativas, embora positivas, ainda não estão totalmente formadas. Há certa apreensão, já que o pouco que li, em capítulos soltos da parte que será adaptada, não me agradou tanto. Ainda assim, espero sinceramente que essa impressão esteja equivocada, pois amo demais esta franquia. Quanto à produção, o diretor e o estúdio permanecem os mesmos da segunda temporada, que, a meu ver, brilhou sobretudo da metade em diante (até porque a trama do mangá nesse trecho é tão sublime que favoreceria qualquer adaptação). No entanto, a primeira parte da temporada sofreu com uma adaptação apressada, desperdiçando o potencial de cenas dramáticas importantíssimas. Talvez por isso a maioria considere a primeira temporada superior. Eu, no entanto, enxergo mais valor na segunda, justamente pela parte em que seria impossível até mesmo para essa direção comprometer a grandiosidade da obra. Tomodachi no Imouto ga Ore ni dake Uzai – Não compreendo bem os motivos de este ser considerado um dos animes mais aguardados da próxima temporada. Talvez parte da explicação esteja no fato de que os títulos abaixo dele não aparentam ser tão promissores, ou porque o gênero romance desta obra ainda tenha muita demanda e pouca oferta na temporada. Também pode ser mérito do material promocional, que apresenta cenas chamativas e personagens carismáticos, além de fazer o anime aparentar ser tecnicamente bem produzido. Dito isso, há vários pontos de ressalva. O mangá e a light novel não são bem avaliados, o estúdio responsável é pequeno, e o diretor, embora experiente, construiu sua carreira sobretudo na direção de episódios isolados, não de temporadas inteiras. Sua obra mais relevante como diretor-chefe é Kanojo, Okarishimasu, que, convenhamos, apesar de alguns acertos, não conseguiu explorar o verdadeiro potencial do mangá e ainda promoveu cortes e mudanças profundamente lamentáveis. Além disso, a proposta gira em torno de um triângulo amoroso, fórmula já repetida em incontáveis obras. E, embora os personagens tenham certo carisma, são essencialmente construídos a partir de estereótipos amplamente difundidos no gênero, o que, para muitos, pode soar cansativo. Tondemo Skill de Isekai Hourou Meshi 2 – Segunda temporada de um anime de produção mediana e proposta genérica. Impressiona um pouco vê-lo entre os mais aguardados; provavelmente isso se deve ao sucesso do antecessor, que, embora mal avaliado e igualmente genérico, conseguiu bons números de audiência e uma base significativa de membros no MAL. Quanto à proposta da obra, trata-se de uma comédia que mistura isekai, slime e comida. Mais do que isso, funciona como uma releitura de outros animes consagrados em um formato mais cômico. Saigo ni Hitotsu dake Onegai shitemo Yoroshii deshou ka – Um anime de vingança protagonizado por uma mulher abandonada, injustiçada e ridicularizada. Se a proposta se concentrasse apenas nesse aspecto, teríamos algo simples, mas com enorme potencial. O problema é que a protagonista decide executar sua vingança literalmente na base do soco, o que torna a premissa caricata e inverossímil. Ao assistir ao trailer, percebi também que, em termos técnicos, não há nada que sugira qualidade acima da média. Para completar, nos primeiros segundos senti uma forte simpatia, mas logo depois veio um misto de decepção e vergonha alheia. Ranma ½ (2024) 2nd Season – Não assisti à primeira temporada, tampouco à versão consagrada de 1989, com seus 161 episódios, nem mesmo li o mangá. Portanto, não me considero a pessoa mais qualificada para opinar sobre este anime. Ainda assim, se tivesse acompanhado a primeira temporada, muito provavelmente daria continuidade à segunda, principalmente pelo peso que o nome Ranma ½ carrega dentro da comunidade otaku, sendo considerado um verdadeiro clássico. Além disso, enxergo bastante potencial em sua proposta de comédia, desde que seja bem desenvolvida. Nageki no Bourei wa Intai Shitai Part 2 – Tentei assistir ao trailer, mas acabei dormindo, e não pretendo arriscar uma segunda vez. Fui então recorrer à sinopse, mas também adormeci na primeira tentativa (na segunda, ao menos, consegui concluir a leitura). O mangá não é bem avaliado, a primeira temporada do anime também não se destacou, e, ao meu ver, o maior problema é que tudo soa excessivamente genérico. Talvez a única característica minimamente distinta seja a proposta de um protagonista que, mesmo sendo fraco, continua ocupando o posto de líder de um grupo. 3-nen Z-gumi Ginpachi-sensei – Um spin-off de Gintama. Preciso repetir? É Gintama. Dispensa apresentações. Pelo trailer, a proposta parece ser uma mistura entre Gintama, Great Teacher Onizuka e Cromartie High School. Honestamente, acredito que será hilário, mas tenho minhas dúvidas sobre o quanto pode atrair quem não tenha assistido à obra principal por completo, mesmo sendo “apenas” um spin-off. Kekkon Yubiwa Monogatari II – Mais uma sequência nesta temporada, mais uma sequência de um anime isekai genérico, com produção mediana e mal avaliado no MAL, cuja primeira temporada eu não acompanhei. Para quem não lembra, é aquele anime vergonha alheia em que o protagonista precisa formar um harém se casando com cinco princesas para adquirir poderes. Se fosse apenas escrachado, até poderia render uma proposta hilária, mas no fim não passa de mais um isekai genérico, ainda por cima com o mesmo estúdio e o mesmo diretor. Watashi wo Tabetai, Hitodenashi – Uma sereia lésbica em busca de devorar uma colegial. KKKKKKK… Não dá! Se a putaria realmente corresse solta, eu até entenderia quem resolvesse assistir, mas duvido muito. Provavelmente vai se resumir só à sereia repetindo que quer “comer” a colegial. KKKKKK… Que bosta! Ansatsusha de Aru Ore no Status ga Yuusha yori mo Akiraka ni Tsuyoi no da ga – Vamos direto aos problemas: tanto o mangá quanto a novel são mal avaliados, e a proposta da obra é basicamente ser mais um isekai de ação, aventura e fantasia. Pelo trailer, percebe-se uma animação que em alguns momentos funciona muito bem, mas em outros recorre à computação gráfica que derruba o resultado geral, deixando-a pouco acima da média. Eu sei que não posso esperar de todas as produções o nível da Ufotable, mas ainda assim é frustrante. Por outro lado, há um bom cuidado no design de personagens e cenários, gostei bastante da música e da vibe da primeira metade do trailer. Além disso, confesso que tenho certa queda por animes com protagonistas overpower de tom mais dark, e obras que seguem essa fórmula geralmente atraem bastante público. Portanto, não acho que este anime vá ser um divisor de águas, mas aposto que terminará entre os mais populares da temporada. Sanda – Produção do estúdio Science SARU, conhecido por assumir projetos mais cult, experimentais e fora da caixinha, como Devilman Crybaby, Dandadan, Inu-Ō, Heike Monogatari e Eizouken. Antes mesmo de perceber que era da SARU, ao assistir ao trailer a primeira associação que me veio à mente foi justamente Dandadan. Diria que Sanda percorre um caminho próximo, mesclando mistério, ação e elementos surreais, mas sem a mesma intensidade de bizarrice. Logo, por não acreditar que alcance o nível de loucura de Dandadan, a consequência, deve ser de não ter o mesmo impacto em popularidade. Além disso, não me agradaram alguns dos designs de personagens. Pessoalmente, mistérios japoneses não me atraem, então provavelmente não acompanharei. Porém, para quem aprecia esse tipo de narrativa, que mistura suspense, ação e um toque de shounen escolar, pode ser uma obra interessante a se observar. Himekishi wa Barbaroi no Yome – Trata-se de uma comédia romântica ambientada em um mundo de fantasia medieval. Esse tipo de proposta já teve seu auge, e embora hoje não desperte o mesmo entusiasmo de antes, geralmente não entrega algo desastroso. Um ponto a favor é o número reduzido de personagens, o que, nesse formato, pode ser positivo, já que tende a concentrar o foco nos protagonistas e na dinâmica da comédia romântica. Ao assistir ao trailer, achei os personagens simpáticos, especialmente a protagonista feminina. No entanto, tenho algumas ressalvas: o estúdio é pequeno, o mangá original não tem avaliações muito favoráveis e resta saber se conseguirão equilibrar bem o humor e o romance, o que é o mais essencial para o sucesso da obra. Kakuriyo no Yadomeshi Ni – Esta é a segunda temporada, sendo a primeira lançada em 2018. Conseguir uma continuação após sete anos é algo notável, especialmente considerando que a primeira temporada não teve grande sucesso. Isso evidencia a escassez de novos materiais na indústria de animes. Quanto ao estúdio, trata-se de um bom estúdio, que realiza produções competentes. Logo, o trailer deste anime sugere que a obra está bem produzida, apesar de o diretor ser bem inexperiente. Com isso, não sei exatamente o que esperar desta temporada, mas não pretendo acompanhá-la, já que não assisti à primeira e não sou muito fã da temática sobrenatural envolvendo antropomorfismos e gourmet. Bukiyou na Senpai – Comédia romântica com personagens adultos, ambientada em contextos adultos e tratando de situações típicas dessa fase da vida. Em tese, é um anime voltado para o público adulto, mas, pela minha experiência com obras desse tipo, suspeito que não será tão madura assim. Pelo trailer, acredito que a comédia ficará restrita a alguns alívios cômicos, enquanto a narrativa se concentrará mais nos desafios da vida adulta, como trabalho, para desenvolver a trama e conduzir o romance entre os protagonistas. Pode sair algo interessante dessa obra, mas sua apreciação provavelmente dependerá mais do clima do espectador naquele momento do que da demografia à qual o anime se propõe. Kingdom 6th Season – Sexta temporada. Já escrevi textos sobre as temporadas anteriores, mas nunca assisti a nenhuma delas. Isso me deixa cansado de falar sobre a franquia, então não vou me alongar em críticas ou descrições, pois provavelmente apenas quem acompanhou as cinco temporadas anteriores se interessará por esta continuação. Uma Musume: Cinderella Gray Part 2 – Não é o primeiro anime que vemos com garotinhas meio humanas, meio animais, competindo em pistas como se fossem cavalos de corrida. Pessoalmente, não tenho interesse nesse tipo de obra, então não pretendo assistir. Ainda assim, posso notar que a primeira parte recebeu ótimas avaliações e parece bem produzida. Além disso, é um anime voltado para o público adulto, o que pode permitir textos e tramas mais complexas. Por fim, essa obra se tornou uma das favoritas do Rodrigo, o que já justifica ao menos dar algum crédito à possibilidade de assistir. Chitose-kun wa Ramune Bin no Naka – Tomara que esse trailer não esteja me iludindo e que a obra se mantenha nesse nível, porque tudo parece muito lindo, detalhado, fluido e bem animado, o que me conquistou. A obra trata-se de uma comédia romântica escolar, com um protagonista atraente que provavelmente conquistará algumas garotas interessantes. Não é uma proposta inovadora, e o anime parece bem voltado para o público adolescente. Além disso, está sendo produzido por um estúdio especializado nesse tipo de obra. Com isso, concluo que terá grande sucesso entre o público-alvo, mas, a menos que haja algum diferencial que eu ainda não conheça, não deve se destacar além disso. Wandance – Confesso que, como a maioria, geralmente fico receoso com animes que envolvem dança e música. No entanto, sempre surgem alguns bons, e talvez este seja um deles. O que mais chamou minha atenção é a problemática do protagonista gago, um elemento que certamente enriquece o conteúdo, provoca reflexões e pode render bons momentos dramáticos. O estúdio responsável é a Madhouse, que tem demonstrado um retorno à forma que o consagrou, como vimos em Sousou no Frieren. Também gostei de alguns designs de personagens e de trechos do trailer. Além disso, o mangá original possui avaliações relativamente positivas, o que aumenta as expectativas em torno da adaptação. Akujiki Reijou to Kyouketsu Koushaku – Mais um anime gourmet, mais um baseado em comer carne de monstros. Em Shokugeki no Souma o gourmet funciona porque são pratos reais, preparados com ingredientes de verdade, e além disso a obra oferece muito mais do que apenas o elemento culinário. Já em Dungeon Meshi, embora os ingredientes sejam monstros, convenhamos que quase ninguém assiste por esse detalhe: trata-se apenas de um recurso para problematizar o enredo. O que realmente atrai o público ali é a aventura, a ação e o drama. Chichi wa Eiyuu, Haha wa Seirei, Musume no Watashi wa Tenseisha – A premissa traz uma garotinha com poderes mágicos sobre os elementos da tabela periódica, que ainda por cima é a reencarnação de um cientista do mundo real em um mundo fantasioso. O problema é que não há nada aí que sugira uma problemática instigante ou sequer um gancho capaz de despertar interesse. O que realmente se destaca são clichês reciclados e escolhas criativas de gosto, no mínimo, questionável. Mushoku no Eiyuu: Betsu ni Skill Nanka Iranakatta n da ga – A trama se passa em um mundo de fantasia onde um garoto, filho de alguém importante, aparentemente nasce sem talentos, mas no fundo possui um grande poder e, por isso, não recebe uma classe de habilidades. Em resumo, mais uma variação da desgastada história do herói com talento oculto que inevitavelmente será despertado. A questão é: o que mais essa obra pode oferecer além desse clichê batido? Até agora, tudo aponta para uma narrativa pobre e sem atrativos. Sekai Munchkin: HP1 no Mama de Saikyou Saisoku Dungeon Kouryaku – A proposta é interessante, com uma introdução bastante satisfatória, mas, indo direto ao ponto do que se trata, é uma história de sobrevivência em que um casal de irmãos precisa atravessar uma dungeon com apenas um ponto de HP. Só pela premissa, apostaria bastante neste anime. No entanto, há alguns pontos de alerta: é o primeiro anime produzido por este estúdio e o mangá original não é muito bem avaliado, o que gera dúvidas sobre a qualidade do desenvolvimento da história e a capacidade do estúdio em entregar algo consistente. Yasei no Last Boss ga Arawareta! – A história acompanha a protagonista, que foi reencarnada ou transportada para o corpo da antagonista de outro mundo de fantasia, que não é mais um jogo. O tema central é a reviravolta de papéis, em que a clássica vilã ou antagonista se torna a protagonista. A premissa em si não é ruim, mas carece de elementos que tornem a narrativa mais envolvente e impactante. Ao assistir ao trailer, alguns designs de personagens me pareceram genéricos ou estranhos, enquanto os gráficos, de forma geral, aparentam ser medianos e comuns. A trilha sonora também não se destaca, mantendo um tom genérico e pouco memorável. Ao no Orchestra 2nd Season – Existem animes que exploram a temática musical e se tornam verdadeiras obras-primas, mas, de forma geral, não sou muito fã desse tipo de abordagem e não tolero qualquer produção. Além disso, há inúmeros exemplos de obras desse gênero que são ruins, o que aumenta minha desconfiança. Esta é a segunda temporada, mantendo o mesmo estúdio e o mesmo diretor, sendo que a primeira temporada foi um fracasso tanto em público quanto em avaliação. Portanto, tenho ainda mais motivos para desconfiar. Esperar algo diferente repetindo a mesma fórmula não parece ser uma decisão inteligente. Tensei Akujo no Kuro Rekishi – Finalmente um shoujo típico nesta temporada. A trama gira em torno da protagonista, que reencarna como a vilã das próprias histórias que escrevia. Pelo menos, desta vez, não se trata de um jogo que ela jogava. Já assisti a alguns shoujos e gostei de vários, mas devo admitir que não sou o público-alvo desse tipo de obra e não curto harem reverso. Dito isso, assisti ao trailer e tudo pareceu muito bonitinho e romântico, a típica obra que, se eu fosse uma garota, provavelmente apreciaria, apesar de ser produzida pelo famigerado estúdio Deen. Shinjiteita Nakama-tachi ni Masmorra Okuchi de Korosarekaketa ga Presente "Mugen Gacha" de Nível 9999 no Nakama-tachi wo Te ni Irete Moto Membro do Grupo para Sekai ni Fukushuu & "Zamaa!" Shimasu! – Anime de vingança em que o protagonista é expulso de sua guilda e traído pelos antigos companheiros, mas consegue escapar e cai na masmorra mais perigosa do reino. Com a ajuda de sua habilidade mágica Gacha Ilimitado, ele invoca por sorte lutadoras de nível 9999. Três anos depois, construiu um reino dentro da masmorra e agora planeja se vingar de seus traidores. Propostas de vingança sempre mexem comigo, e curto um herói overpower, ainda mais quando está cercado por garotas poderosas e atraentes. O ponto negativo é que o mangá original não possui avaliações muito boas. Ainda assim, é um anime que vale a aposta; mesmo que não se torne uma obra-prima, dificilmente causará arrependimentos a quem decidir assistir. Yano-kun no Futsuu no Hibi – Romance escolar ambientado no ensino médio. A problemática gira em torno do protagonista masculino, desajeitado e propenso a acidentes, e da protagonista feminina, que deseja ajudá-lo. A obra lembra Shikimori-san, mas difere em idade dos personagens, gráficos e realismo: em Shikimori-san, a protagonista possui força descomunal para proteger e auxiliar o protagonista. A impressão que tenho é que este anime pode sofrer do mesmo problema de Shikimori-san, que é ter uma proposta simples demais para sustentar uma trama ao longo de vários episódios. No caso de Yano-kun no Futsuu no Hibi, por não contar com uma heroína com habilidades extraordinárias, o potencial narrativo parece ainda mais limitado. Kao ni Denai Kashiwada-san to Kao ni Deru Oota-kun – Mais um romance escolar. A problemática central gira em torno do contraste entre o excesso de expressões faciais e corporais do protagonista masculino e a completa ausência de expressividade da protagonista feminina. Esse contraste cria um vínculo sutil entre os dois, dando origem ao romance. Pessoalmente, sou cético quanto à capacidade de apenas esse recurso sustentar narrativas interessantes ao longo de uma temporada inteira. Além disso, é segundo anime do estúdio. Kimi to Koete Koi ni Naru – Uma coisa que realmente me causa desconforto em animes é o romance entre seres antropomórficos e humanos. Entendo que haja uma intenção metafórica por trás dessas aparências, mas, no fim das contas, continua sendo uma representação de zoofilia, o que considero problemático e inaceitável. Doentio! Mikata ga Yowasugite Hojo Mahou ni Tesshiteita Kyuutei Mahoushi, Tsuihou sarete Saikyou wo Mezashimasu – Um herói rejeitado por ser considerado fraco encontra uma nova chance ao se juntar a outro grupo, com o objetivo de se tornar cada vez mais forte e provar seu verdadeiro valor. O diferencial dessa obra está no fato de que o protagonista nunca foi realmente fraco, mas sim seus antigos companheiros. Ele sempre se concentrou em magias de suporte, fortalecendo os outros ao invés de brilhar sozinho. É verdade que a proposta carrega muitos elementos já bastante explorados no gênero, mas há nuances que podem tornar a obra interessante e justificar sua apreciação por alguns espectadores. Sozai Saishuka no Isekai Ryokouki – Um isekai de fantasia focado na exploração e na coleta de itens raros e recursos valiosos, incluindo certos alimentos exóticos tratados quase como tesouros. A ação aqui é mínima, quando não inexistente. Para ser franco, considero a proposta limitada e de baixo impacto emocional, sem grandes atrativos para sustentar uma trama realmente envolvente. Kikaijikake no Marie – A trama acompanha a convivência entre Arthur, um herdeiro rico e cético em relação aos humanos, e Marie Evans, uma ex-prodígio das artes marciais que, endividada, aceita trabalhar como empregada contratada pelo mordomo de Arthur, fingindo ser um robô. A obra bebe de alguns elementos clássicos, mas tenho que admitir que há uma certa originalidade nesse romance, justamente o que mais valorizo. Não precisa ser totalmente original: pode recorrer a clichês e recursos genéricos, desde que saiba misturá-los e trazer algumas inovações relevantes. Taiyou yori mo Mabushii Hoshi – Shoujo escolar sobre a garota pouco popular que se apaixona pelo garoto mais popular, simpático e atleta de futebol da escola. Mas o que isso realmente oferece de incomum em relação à vida real? Garotas não se sentem atraídas por caras assim o tempo todo? Francamente, não vejo nada de extraordinário, e o comum é desinteressante. Talvez o único atrativo seja servir como escapismo para quem sonha viver esse tipo de romance idealizado, mesmo que apenas na ficção. Towa no Yuugure – A história se passa em um mundo pós-apocalíptico, em ruínas e governado pela organização OWEL. Após despertar de um longo sono criogênico, o protagonista encontra uma garota extremamente poderosa que se assemelha à sua antiga namorada. A trama se desenvolve quando ele aceita viajar com essa garota recém-conhecida, enquanto busca sinais de sua antiga amada. Pelo trailer, percebe-se que o anime é bem produzido, com cenas de ação visualmente impressionantes e um tom dramático consistente, abordando dilemas reflexivos. Entre eles, destacam-se questionamentos sobre o verdadeiro significado dos vínculos afetivos e do casamento tradicional, que nesse mundo foi substituído pelo sistema "Elsie". A obra apresenta, assim, conteúdo sólido para uma trama envolvente e elementos capazes de prender a atenção. Chanto Suenai Kyuuketsuki-chan – Romance escolar em que o protagonista vai ajudar seu interesse amoroso, uma colega de classe vampira, a aprender a chupar sangue corretamente. KKKKK… Grande problemática! Egao no Taenai Shokuba desu – Um anime de um estúdio novo que aborda a vida de uma artista iniciante de mangá shoujo. Curiosamente, o anime é dirigido por uma mulher e traz um elenco de personagens inteiramente feminino: a editora, a assistente e a própria mangaká. Soa irônico, talvez autobiográfico, e certamente oportuno. Se eu fosse um crítico de premiações, formadas por gente da própria indústria, provavelmente avaliaria bem, já que críticos costumam ter simpatia por obras que falam do próprio meio. Mas não sou esse tipo de crítico, e minha experiência com animes sobre a indústria de mangás nunca foi das melhores. O trailer também não ajuda: mediano, genérico, e igual a outros vinte que já vi nesta temporada. Parece que todos saem da mesma fábrica de "Ctrl+C/Ctrl+V". Eu até gosto de algo mais adulto, que dialogue com a cultura otaku, mas o maior problema aqui é a falta de uma trama clara. A proposta parece ser apenas alguém falando do próprio trabalho e tentando tirar comédia disso. Sawaranaide Kotesashi-kun – Pela capa, parece um anime de esporte, mas o esporte é apenas um detalhe secundário. Nos primeiros segundos do trailer, a impressão que tive foi de um Sono Bisque Doll dos esportes. Porém, ao final, ficou claro: trata-se de um harém que só não virou hentai por muito pouco. Não é apenas um anime com pitadas de ecchi; a proposta central é ser ecchi. A trama gira em torno de um massagista de belas garotas atletas que chegam ao orgasmo durante as sessões. Para completar, ele ainda é o administrador do dormitório e responsável pelo bem-estar físico e psicológico delas. KKKKKK… É como colocar uma raposa para cuidar do galinheiro. Shuumatsu Touring – Uma tradução possível para o título seria Andando de moto no fim do mundo. O anime tenta transmitir uma atmosfera positiva, um certo alto-astral diante do apocalipse. É quase como oferecer ao prisioneiro prestes a ser fuzilado o direito ao último cigarro. Trata-se de um seinen com texto profundo, reflexivo, sério e impactante. No entanto, para mim, é difícil encarar uma obra cuja proposta é mostrar talvez as últimas sobreviventes do Japão viajando de moto por um mundo em ruínas e ainda assim se divertindo, como se fosse uma despedida. Para quem se dispõe a refletir, a experiência se torna muito pesada, e paradoxalmente, a tentativa de dar um olhar otimista só reforça essa carga, tornando tudo ainda mais melancólico. Gnosia – Assistindo ao trailer, a primeira coisa que pensei foi: isso está sensacional. Visualmente bem produzido, com uma atmosfera que remete ao cyberpunk. Logo fui ver quem estava por trás e, para minha alegria, era a Aniplex. E faz sentido, porque essa obra segue exatamente a linha que a produtora costumava apostar e que lhe consagrou como nome de sucesso: grandes produções de ficção científica. A trama se passa dentro de uma nave onde, entre os tripulantes, há um alienígena disfarçado de humano que tenta eliminar os demais. O resultado é um clima de paranoia absoluta, em que todos desconfiam de todos e cada decisão pode ser a última. Em certos aspectos, lembra Alien, o Oitavo Passageiro. Em suma, é suspense bem produzido, tenso, com ficção científica e um jogo de sobrevivência. Toujima Tanzaburou wa Kamen Rider ni Naritai – Este anime é claramente voltado para um público bastante nichado, mas que promete um forte apelo emocional para quem se encaixa nele. O alvo principal são homens mais velhos, próximos dos 40 anos ou acima. Isso não apenas porque o protagonista tem essa idade e está correndo atrás do sonho de infância, mas também porque sua fantasia é ser um Kamen Rider. A obra mergulha no universo do super sentai, gênero que até hoje segue vivo no Japão, mas cujo auge mundial aconteceu entre os anos 80 e início dos 90. É justamente para esse público saudosista, que cresceu nesse período, que o anime se destina. Oferecendo uma dose de nostalgia embrulhada em fantasia heroica. Let's Play: Quest-darake no My Life – Uma comédia romântica voltada para gamers, mas com uma proposta um pouco diferente do habitual. A protagonista é uma desenvolvedora de jogos prestes a realizar seu sonho com o lançamento de seu primeiro videogame. Tudo parece caminhar bem, até que um streamer famoso faz uma crítica mordaz ao seu jogo. Para piorar, ela descobre que o crítico problemático agora é seu novo vizinho, misturando romance, comédia, ansiedade social e conflitos profissionais de forma divertida. Debu to Love to Ayamachi to! – Anime sobre uma garota gorda e considerada feia que se apaixona por alguém extremamente bonito. Apesar de provavelmente ter momentos cômicos, a obra não me agrada, principalmente pela mensagem que transmite. Ela sugere que basta ter autoconfiança, se aceitar e se achar bonita para que o mundo a aceite e lhe ofereça tudo o que deseja, sem esforço real, apenas mudando a percepção sobre si mesma. Na prática, isso é enganoso e pouco útil: obesidade não é apenas uma questão estética, mas também de saúde. Não gosto que esse tipo de ilusão seja vendido, mesmo dentro de uma fantasia. Shabake – Gosto de animes ambientados em épocas passadas do Japão, ou seja, históricos. O que geralmente não me agrada é quando o elemento sobrenatural se torna o foco central da obra. Nesse caso, a proposta é ainda mais peculiar: o protagonista é guiado, protegido e auxiliado por demônios para resolver casos de assassinato, em uma espécie de versão japonesa do Sherlock Holmes. Ninja to Gokudou – Anime do estúdio Deen, o que já causa certo receio só de ouvir o nome Deen, agravado pelo fato de o diretor ser o mesmo de Tokyo Ghoul:re. A proposta central gira em torno de uma guerra entre ninjas e yakuzas, que é inesperadamente abalada por um bromance entre um membro de cada grupo. Honestamente, não consigo enxergar nada de realmente interessante em uma trama que parece se resumir a esse bromance. Potion, Wagami wo Tasukeru – Um isekai em que o protagonista descobre um livro que lhe concede um poder especial: ao dizer a palavra “criar”, ele consegue produzir poções. Basicamente, toda a premissa gira em torno de criar poções enquanto ele tenta encontrar uma forma de voltar para o Japão. Sinceramente, alguém pode me explicar o que há de realmente interessante nisso? Nohara Hiroshi: Hiru Meshi no Ryuugi – Uma comédia gourmet centrada em um assalariado e nas atividades cotidianas típicas de sua rotina. Alguém consegue encontrar alguma motivação para assistir a isso? Nem eu. Hyakushou Kizoku 3rd Season – Anime de comédia com produção bastante simples e episódios de apenas 4 minutos. Não sei exatamente qual é a trama; tudo que sei é que envolve algumas vacas e já está na terceira temporada. Por isso, não pretendo assistir, só o faria se ainda assistisse TV e o pegasse passando entre um programa e outro. SI-VIS: The Sound of Heroes – Animes musicais sempre despertam a suspeita de serem, na verdade, propagandas de bandas ou músicas disfarçadas de anime. Pelo menos a sinopse desse afirma que os protagonistas são heróis disfarçados, mas eu diria que provavelmente é o contrário. KKKKKK… No fim das contas, não encontrei nada de realmente interessante nessa obra. Kagaku x Bouken Survival! 2nd Season – No MyAnimeList não há sinopse disponível, seja desta temporada, da primeira ou mesmo do especial. Apenas em um dos dois filmes encontramos uma breve descrição de uma linha. Trata-se, de fato, de um anime educacional, sem qualquer preocupação em oferecer uma narrativa envolvente, mensagens sutis ou textos elaborados. O objetivo aqui não é entreter, mas ensinar da forma menos sutil e sem qualquer outro compromisso. Chato! Gânglio – A trama acompanha um soldado de baixo escalão a serviço da corporação Ganglion (basicamente um dos capangas da Rita, de Power Rangers), cuja missão é ajudar nos planos de dominação mundial. Seguir a rotina de um “soldadinho raso” não parece nada empolgante à primeira vista. Porém, a obra tenta ganhar relevância explorando dilemas de moralidade ambígua, como a escolha entre a lealdade corporativa e a justiça, além de trazer temas de controle autoritário, drama, ação e toques de ficção científica. O problema é que este é o primeiro anime do estúdio e, até agora, não há sequer um trailer disponível. Monster Strike: Deadverse Reloaded – É perfeitamente possível inserir a propaganda de um jogo em um anime ou adaptar um jogo para esse formato e, ainda assim, entregar algo que funcione, às vezes até algo muito bom. Porém, não parece ser o caso aqui. Monster Strike soa mais como uma propaganda mal disfarçada do que como um anime de verdade. Shibuya♡Hachi Part 4 – Anime de apenas dois minutos por episódio, prefiro me abster de comentar. Muzik Tiger In the Forest 2nd Season – Anime de apenas um minuto por episódio, prefiro me abster de comentar. Jochum Season 2 – Também um anime de um minuto por episódio, prefiro me abster de comentar. Chikyuu no Latair – Não há informação clara sobre a duração dos episódios, mas é provável que sejam cinco episódios de um a dois minutos cada. Diante disso, também me abstenho de comentar. Alma-chan wa Kazoku ni Naritai – A história gira em torno de uma androide que deseja compreender a humanidade, criar vínculos e entender a relação do casal que a acolheu. Esse enredo poderia funcionar bem como subtema dentro de uma trama mais ampla, mas, isolado, soa limitado. Sustentar uma temporada inteira apenas nisso tende a ser maçante. Além disso, o trailer não ajuda: o design da robô é incomodo, genérico, sem vida, o oposto do que se espera de um “robô com alma”. |
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gUi1708 | Jul 20, 2025 5:10 PM
Só um se deu bem nessa kkk
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gUi1708 | Jul 16, 2025 5:10 PM
Mushoku Tensei: Isekai Ittara Honki Dasu
Jul 14, 2:25 AM Watching 5/11 · Scored - Boa sorte kkkk |
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Sxlemm_ | Jul 14, 2025 9:55 PM
W Profile
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BoloDeCenoura | Jul 13, 2025 12:02 AM
Me disseram que o final de Bungou é bom, mas tem temporada pra um cacete até chegar no fim
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BoloDeCenoura | Jul 11, 2025 11:50 PM
5 pra Bungou me traz medo de continuar
Continuo e vejo no que da ou é perda de tempo? |
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m_Sunn | Jul 6, 2025 8:41 PM
Igualmente!
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Tiago_Vaz_007 | Jul 1, 2025 1:40 PM
Sobre o caso do Ig0y.
Uma defesa imerecida, mas necessária. Nos últimos dias, como muitos já sabem, o Ig0y realizou uma live de longa duração, “live infinita”, na qual revelou ter incluído, de forma não totalmente honesta, em suas listas de completos um anime e dois títulos de jogos. Trata-se de uma confissão voluntária e pontual, acompanhada de justificativas que amenizavam o ocorrido. Contudo, o que poderia ser interpretado como uma atitude nobre, uma admissão sobre uma mentira boba, ganhou proporções inesperadas e provocou reações surpreendentes por parte de seus supostos amigos. Logo após a revelação, surgiram vídeos de Alexandre Esteves, Jhon Wesley e TH. Esses “amigos”, em vez de tentarem ajudar, se empenharam em fazer demonstrações públicas de virtude enquanto procuravam se desvincular da imagem do agora “leproso” Ig0y, com dois deles chegando a afirmar que não manteriam mais qualquer tipo de contato e que as relações de amizade estavam encerradas. É fato que toda a comunidade já sabia que o Ig0y praticava fake list há anos. Essa prática se tornava evidente diante das claras impossibilidades de consumir com qualidade o enorme volume de conteúdo que ele afirmava ter completado, incluindo animes, mangás, jogos, filmes e livros. Tudo isso enquanto ainda estava na casa dos 20 anos, cursava Engenharia Elétrica, escrevia para um blog, produzia podcasts, criava vídeos para seus canais em duas plataformas, participava de outros canais e mantinha uma vida social ativa. Além disso, quem realmente consumiu as obras mencionadas percebia que seus comentários eram vagos, superficiais e incoerentes, acompanhados de constantes fugas do assunto. Outro ponto que tornava perceptível sua fake list era a atribuição de notas muito baixas à quase totalidade dos títulos, comportamento típico de quem tenta ganhar credibilidade assumindo o estereótipo do “crítico cult”. Claro que apesar do apelo dessa postura é totalmente equivocada e faz jus apenas a haters. Notas tão depreciativas não condizem com alguém que realmente aprecia mais de 2400 mangás e mais de 1300 animes. Quem demonstra tamanho desprezo por esse tipo de conteúdo jamais se obrigaria a consumi-lo em grande quantidade e, mesmo que tentasse se forçar, não conseguiria. Como se esses pontos já não fossem suficientes, há também o fato de grande parte da lista dele ser composta por animes muito antigos. Animes antigos apresentam desafios significativos para serem encontrados na internet, e muitos deles são classificados como "animes perdidos", obras cujos arquivos originais ou cópias simplesmente não existem mais, nem mesmo no Japão. Além disso, consumir animes antigos envolve outras dificuldades. Esses trabalhos foram produzidos em uma época distinta, utilizando tecnologias rudimentares e voltados para um público com expectativas e interesses diferentes. Os propósitos de exibição também eram outros, o que se reflete na forma como as tramas eram desenvolvidas e narradas. As histórias e seus temas, em geral, eram menos complexos e seguiam padrões que hoje podem parecer datados ou pouco atrativos para o público contemporâneo. No entanto, catalogar obras dessa maneira reforça a aura de cult e torna quase impossível alguém apresentar argumentos sobre suas tramas que o constranja, pois quase ninguém as assistiu. Agora que deixei claro que não estou passando pano para o Ig0y, restam duas possibilidades: ou Alexandre, Thiago, Over e Jhon são as pessoas mais burras que já existiram (o que, no caso do Jhon, pode ser verdade), ou estão mentindo para seus públicos. Portanto, é importante notar que não se trata de uma questão de princípios morais genuínos que os levou a demonstrar aversão ao Ig0y. Ainda que fosse esse o caso, a postura farisaica de Alexandre, Jhon e TH seria igualmente desprezível. Logo, não é uma questão de mentiras, tampouco de certo ou errado; trata-se puramente de imagem. Mesmo uma confissão simples, como a feita pelo Ig0y, foi suficiente para abalar sua credibilidade. Consequentemente, aquelas raposas que estavam mais próximas dele o abandonaram, como se estivessem fugindo de alguém que tivesse contraído a peste negra, temendo que suas próprias reputações fossem prejudicadas. Nenhum deles quer que o público imagine que também possam estar mentindo sobre suas listas, emulando emoções, comentando sobre obras que não conhecem profundamente. Vale ressaltar que Alexandre já foi desmascarado como alguém que praticava fake list. Milhares de episódios que ele afirma ter assistido e inclui em sua lista nunca foram, de fato, vistos por ele. TH, por sua vez, tem tanto medo de ser pego em contradições que mantém suas listas de animes e mangás privadas. Quanto ao Jhon, suas constantes afirmações absurdas tornam desnecessário sequer verificar sua lista, pois ou ele é o maior idiota que já existiu, ou não consumiu nada do que alega. Em suma, são três hipócritas da pior espécie. O Ig0y foi explorado até o limite, com todos ao seu redor extraindo tudo o que podiam dele para se promoverem até o último segundo. Independentemente de ele praticar fake list ou não, é inegável que possuía uma imagem diferenciada, com apelo para um público específico que buscava exatamente algo como essa imagem. Além disso, associar-se a alguém com uma reputação de "cult" agrega credibilidade àqueles que não a têm. É irônico perceber que o mesmo fator que atraiu pessoas sorrateiras e oportunistas para perto do Ig0y foi também o que as afastou quando essa imagem foi arranhada. Para os seus amigos, a questão nunca foi o fato de o Ig0y praticar fake list; o problema foi ele ter admitido. Um caso com similaridades peculiares ocorreu com a Ilha dos Barbados, composta por Rafinha Bastos, Cauê Moura e PC Siqueira. No momento em que PC Siqueira foi acusado, pouco importava se ele realmente tinha algum tipo de culpa ou qual era a gravidade das alegações. Para seus “amigos”, o único objetivo era proteger suas próprias imagens, mesmo que isso significasse tratar PC como um leproso. Embora PC certamente tivesse problemas de caráter e estivesse longe de ser perfeito, não merecia o desfecho que teve. TH afirma em seu vídeo que o Ig0y não está sendo cancelado, mas desmascarado. Desmascarado por quem, se todos já sabiam? Talvez o Ig0y conseguisse enganar, no máximo, alguns pré-adolescentes. Fora esse público, era praticamente impossível que alguém mais fosse iludido. O fato é que o Ig0y está sendo vítima de um cancelamento iniciado por seus próprios amigos, mas que ultrapassou a bolha e se transformou em um verdadeiro linchamento virtual. Nesse processo, os oportunistas, sorrateiros e seres vis que se diziam seus amigos agora tentam extrair até o último like, a última visualização e o último engajamento possível, usando o nome e a imagem do Ig0y. Vejam, o Ig0y não matou, não roubou, não adulterou. O grande crime vil do Ig0y foi mentir e, para seus amigos, principalmente confessar ao público que não jogou um simples jogo. O mais absurdo é assistir a vídeos desses mesmos amigos, com duração de quase ou mais de uma hora, tentando justificar que o cancelamento e o fim das amizades não estão relacionados ao fake list, quando a única "prova" apresentada é uma historinha sobre ter jogado ou não algo. Mentiras são mentiras; abismos puxam outros abismos. Se o Ig0y dá detalhes e constrói narrativas, isso apenas o qualifica como um contador de histórias mais habilidoso ou um mentiroso mais convincente. Contudo, isso não muda o fato de que tudo gira, única e exclusivamente, em torno de uma fake list. Não se trata de um tipo diferente de mentira, como seus amigos tentam argumentar; ainda é a mesma mentira sobre um simples joguinho. O Ig0y, esse sim, foi traído, encurralado, e os covardes não lhe deram sequer os meios para exercer seu direito de resposta aos ataques que sofreu. Perdeu seu canal, perdeu seus amigos e foi vítima de um golpe vindo de pessoas em quem confiava. Como se não bastasse, esses mesmos "amigos" ainda têm a audácia de tentar vender a imagem de vítimas, enquanto acusam o Ig0y, sem que ele possa se defender, de se vitimizar. Recusar-se a ouvir ou mesmo impedir que o outro tenha voz é uma prática ignorante recorrente de TH e Alexandre, algo que eu e Rodrigo também já enfrentamos. Desde 2018, quando tive os primeiros contatos com o Ig0y, percebi um ar pedante nele; o Ig0y já vendia uma imagem de superioridade. Porém, a verdade precisa ser dita: ele não criou esse personagem sozinho, foi alimentado por aqueles que o elevaram à posição de “deus”. Justamente essas pessoas, principalmente TH e suas crias do Distopia, são as que hoje o traem. Quando o Ig0y afirma que nunca pediu para ser colocado nessa posição, fala a verdade, mas foi colocado ali por aqueles que viram nisso uma forma de se beneficiarem dele. Eu tentei alertar o Ig0y sobre os bajuladores e mostrar a ele que os verdadeiros amigos eram eu e o Rodrigo, pessoas que falavam a verdade e desejavam que ele melhorasse. Infelizmente, o Ig0y escolheu os aduladores em vez daqueles que o viam como igual. Somente quem o vê como igual pôde ser seu amigo de fato e dizer a verdade. Amigo é quem critica para ajudar, torcendo pela mudança e pelo melhor, e não alguém como o Jhon, que declarou querer ver o Ig0y se dar mal e desaparecer da internet. Isso não é amizade e nunca foi; é apenas a frustração de um degenerado alucinado que viu a imagem do seu “deus” imaginário abalada perante o público. Admirar um pseudocult por ser pseudocult e, pior, transformar-se em uma cópia do pseudocult, exige um nível extremo de anticult. Não tenho dúvidas sobre a desonestidade e a ciência do TH desde o início da farsa; a de Alexandre também oferece pouca margem para questionamentos. Já o Jhon é um caso à parte. Ele apresenta um nível altíssimo de burrice e devoção fanática, o que até permite considerar alguma ingenuidade de sua parte. No entanto, as coisas que o Ig0y dizia só enganavam quem não tinha absolutamente nenhum conhecimento. Assim, para que Jhon fosse honesto em relação ao Ig0y, ele teria que ser desonesto com todo o restante. Por mais que o Ig0y fosse uma farsa, ao menos era uma farsa. Pior são os falsos amigos que aspiravam a isso, mas sequer tinham capacidade para tal. Não há dúvidas sobre a mediocridade de seus supostos amigos como produtores de conteúdo, especialmente do parasita invejoso chamado TH. Seu conteúdo se resume a reações a materiais de terceiros, sempre buscando denegrir e menosprezar os outros da forma mais chula e falaciosa possível. Além disso, seu trabalho é tecnicamente amador: a mixagem de som é péssima, as imagens nada acrescentam e, pior, TH não demonstra a mínima disposição para estruturar ideias, preparar roteiros ou apresentar argumentos sólidos em seus vídeos. Sua preguiça vai ao ponto de depender de "amigos" que fazem comentários completamente idiotas, o que só agrava a falta de qualidade. Infelizmente, Alexandre, TH e Jhon foram uma péssima inspiração e influência para o Ig0y, que, verdade seja dita, também não produzia conteúdos com propostas muito superiores. Contudo, ao menos era um bom orador e tinha uma produção técnica infinitamente melhor, incomparável ao que TH e Jhon entregam. O mais irônico é ver esses mesmos amigos agora criticando o trabalho do Ig0y, chamando-o de preguiçoso, como se tivessem qualquer moral para fazer tais acusações. É fato que o Ig0y rapidamente compreendeu seu papel como criador de conteúdo, e esse papel era, acima de tudo, de entreter seu público com um show. Se, para isso, ele criou um personagem, não há nada de errado, pois entregou exatamente o que se propôs a fazer e aquilo que queriam dele. Além disso, não é como se a maioria dos criadores de conteúdo não recorresse a personagens para vender seus programas. Alguém realmente acredita que a maioria deles é exatamente a mesma pessoa quando as câmeras estão desligadas? Isso não significa que eu apreciasse o personagem criado pelo Ig0y. Contudo, certamente não faço críticas a isso como seus "amigos", que, após anos de convivência e observando tais diferenças, só agora decidem expor essas questões publicamente. É risível, por exemplo, vê-los reclamarem apenas agora do fato de o Ig0y falar em público de maneira distinta de como se comunicava em particular com eles, algo que, convenhamos, não deveria surpreender ninguém. Uma crítica à maneira como o Ig0y se expressava poderia vir de qualquer pessoa e seria justa, mas, vinda dos próprios amigos e nesse momento de queda do Ig0y, revela-se uma atitude sorrateira e de extremo mau-caratismo. Em termos de personagem, é inegável que o Ig0y possuía uma grande qualidade: a capacidade de atuar com inteligência e eficácia. Ele pode não ser médico, advogado ou piloto de avião, tampouco ter estudado profundamente qualquer dessas áreas, mas demonstrava uma habilidade excepcional para interpretar papéis e transmitir credibilidade. Já seus amigos, ao que parece, aspiram ser como Frank Abagnale Jr., mas não chegam sequer a ser como Leonardo DiCaprio, que o interpretou. O TH, em seus vídeos, atribuiu a culpa pela farsa do Ig0y ao fato de ele, supostamente, "gabaritar apenas os burros", citando como exemplo o Marco, do Intoxicação Anime, eu e o Rodrigo. Primeiramente, burro é quem acreditou que o Ig0y não praticava fake list. Então, decida-se, TH: você é o maior tolo da face da Terra ou um mal caráter oportunista? Você acreditava no pastor mirim? Eu nunca fui devoto dele. Em segundo lugar, essa declaração do TH vem logo após ele mencionar a questão da manji. Curiosamente, tanto ele quanto o Ig0y nunca responderam ao meu textão sobre o tema. Em terceiro lugar, ser chamado de burro pelo o arrogante TH é, na verdade, motivo de orgulho. Eu me preocuparia se uma "ameba" como ele conseguisse me considerar inteligente. O TH me chamar de burro apenas reforça que estou no caminho certo. Sobre o Marco, é desnecessário defendê-lo, pois ele é um gigante. Seu sucesso duradouro é fruto de sua inteligência e capacidade de produzir conteúdo de alta qualidade. Entretanto, não posso deixar de apontar que essa atitude do TH é mais uma demonstração clara de recalque. Ele é um incapaz que jamais alcançará os feitos do Marco, limitando-se a produzir acusações tóxicas e infrutíferas que em nada contribuem. Falando especificamente sobre o conteúdo do Ig0y relacionado a animes, já escrevi alguns textos contestando os vídeos que ele produzia. Creio que um dos principais equívocos do Ig0y estava na forma como, em algumas ocasiões, ele direcionava ataques a outros criadores de conteúdo da área. Por vezes, esses ataques eram conduzidos de maneira equivocada e desrespeitosa, o que, acredito, acabou prejudicando a comunidade em certa medida. Outro ponto em que acredito que o Ig0y agia de forma equivocada era ao ceder espaço e pagar "pedágio" para os falsos moralistas do politicamente correto. Como já disse ao Ig0y em certa ocasião, embora o politicamente correto tenha suas raízes, em essência, na esquerda, acenar virtude para essa postura e defendê-la não é, de maneira alguma, uma questão exclusivamente relacionada a ser de esquerda ou de direita. Trata-se de algo mais profundo, que transcende ideologias e revela uma postura de conformismo com narrativas que nem sempre refletem autenticidade ou coerência. Além disso, sem desconsiderar os danos que críticas infundadas possam causar, ainda vejo a participação do Ig0y como positiva. Afinal, independentemente de falarem bem ou mal de animes, o mais importante é que se fale, pois essa troca mantém a comunidade ativa e engajada. Perder a voz do Ig0y é perder uma chama que aquecia a comunidade e contribuía para mantê-la viva. Ainda assim, apesar das críticas que fiz e dos erros que ele possa ter cometido, lamento profundamente a possibilidade de o Ig0y deixar de produzir conteúdo. Nunca foi minha intenção, ao apontar suas falhas, silenciá-lo ou desmotivá-lo. Meu objetivo sempre foi que ele evoluísse e passasse a enxergar as questões sob outras perspectivas. Quanto aos demais conteúdos do Ig0y que não estavam relacionados a animes, acredito que ele estava em busca do seu caminho como criador de conteúdo, o que é perfeitamente compreensível. Diversificar é, sem dúvida, uma parte essencial da sobrevivência e da evolução. No entanto, é preciso cautela. Assim como não se cruza seres humanos com chimpanzés, ou não se produz água sanitária onde se faz Coca-Cola, há limites para a diversificação. Ampliar o leque de conteúdos e trazer quadros diferentes é algo que apoio totalmente. Contudo, mudar completamente o foco de um canal é um risco considerável, quase sempre um caminho seguro para perder público e fracassar, salvo raras exceções. Estou preocupado com o Ig0y, o que, ironicamente, me coloca em uma posição inesperada. Eu e Rodrigo sempre fomos vistos como os arqui-inimigos do Ig0y, e há razões para isso. Ainda assim, é curioso pensar que justamente nós, e não seus "amigos", estamos demonstrando preocupação neste momento. O fato é que o Ig0y sumiu. Ninguém sabe como ele está lidando mentalmente com tudo o que aconteceu, nem quais serão os próximos passos após anos investindo nesse trabalho. Preocupo-me não apenas com seu futuro profissional, mas também com seu bem-estar psicológico. Viver anos interpretando um personagem e construindo amizades frágeis pode ter um peso imenso. Acredito sinceramente que o Ig0y precisará de ajuda psicológica profissional por um longo tempo para lidar com as consequências de tudo isso. Pelo menos o personagem do Ig0y era o do sábio da corte, enquanto o do Alexandre assumia o papel de rei. Já o Jhon, por outro lado, parece ter se contentado com o papel de bobo da corte. É difícil imaginar alguém que mereça esse tipo de personagem, muito menos alguém que se submeta a interpretá-lo por tanto tempo. Antes de encerrar este texto, quero fazer alguns esclarecimentos. Quando afirmei que a confissão do Ig0y foi voluntária, quis dizer que ele não foi coagido com uma arma ou qualquer tipo de chantagem direta. Também não acredito na versão apresentada por seus "amigos", que alegaram que ele teria confessado apenas por medo de ser desmascarado. Certamente havia outras formas de o Ig0y lidar com essa situação. Sua confissão foi voluntária no sentido de que partiu dele, como uma tentativa de aliviar parte do fardo que carregava. No entanto, não foi feita sem influência ou pressão. Houve, sim, uma coesão social por parte de seus "amigos", uma pressão indireta que o levou a se expor. Nesse contexto, fica evidente o caráter traiçoeiro da situação. Aqueles que o incentivaram a confessar, ou criaram o clima para que isso ocorresse, foram os mesmos que o traíram logo em seguida. Tudo aponta para uma cilada meticulosamente planejada, na qual o Ig0y foi levado a cair. Esses "amigos", que aparentemente já buscavam se livrar dele, aproveitaram-se dessa confissão para sacrificar o Ig0y e dividir o que restou de seu legado. Quando ele deixou de ser útil para eles virou um peso, e o "sacrifício" tornou-se o caminho mais conveniente, logo os vídeos tinham o objetivo claro de atacar e destruir o Ig0y. O Rei estava nu, mas isso não era um problema enquanto todos afirmavam que apenas os inteligentes podiam enxergar suas vestes. Não havia, de fato, pessoas inteligentes, apenas tolos desesperados por aparentar inteligência. |
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Tiago_Vaz_007 | Jul 1, 2025 1:40 PM
Respondendo ao infame vídeo de Jhon Pinóquio.
Para quem apontava o Ig0y como mentiroso, parece que o próprio John está assumindo bem o papel. https://youtu.be/8mkcuJhIQus?si=PGVsiPdJ6VMXjCwu Jhon questiona que a confissão do Ig0y não foi pontual, mas curiosamente não apresenta nenhum exemplo concreto que sustente essa afirmação. Ele não menciona nenhuma outra confissão feita pelo Ig0y além das que já mencionei, o que seria essencial para provar que estou equivocado. Falar que eu "não estou por dentro da situação" é fácil; difícil mesmo é apresentar evidências para validar essa acusação. Sobre a curiosa demonstração de surpresa do Jhon em relação ao fato de Alexandre ter feito um vídeo, vale lembrar que Alexandre abordou o caso do Ig0y em uma live. Lives, afinal, também são vídeos. Além disso, Alexandre foi além e publicou um corte dessa live no canal de cortes do Jumentossauro, adaptando-o ao formato mais típico de vídeos do YouTube. O mais intrigante, porém, é ver Jhon expressar surpresa pelo fato de Alexandre ter feito essa live, sendo que ele próprio participou dela. Ao tentar refutar o argumento de que toda a comunidade sabia que o Ig0y fake listava, Jhon cita como justificativa o fato de cerca de 300 pessoas acompanharem as lives do Ig0y. Vamos analisar isso: ele mencionou 300 pessoas, não 300 mil. É evidente que a comunidade de otakus falante da língua portuguesa que conhecia o Ig0y é imensamente maior, abrangendo um público vastamente mais amplo do que o nicho restrito das pessoas que assistiam ao canal. Quando digo que toda a comunidade sabia, é claro que se trata de uma generalização, com exceções evidentes, como as que mencionei no próprio texto, incluindo pessoas extremamente burras e pré-adolescentes. Além disso, Jhon ignora um ponto crucial ao fazer essa falácia non sequitur: grande parte do público que acompanhava o Ig0y sabia que ele fake listava e simplesmente não se importava. Conheço pessoas que assistiam às lives do Ig0y e afirmavam que ele fake listava. Para muitas delas, era evidente que uma parte significativa das obras que ele dizia ter completado, talvez 20%, 30% ou até mais, não correspondia à realidade. Ainda assim, essas pessoas o acompanhavam e algumas até lhe davam credibilidade, não pelas listas, mas pelos argumentos que apresentava sobre as mídias que dizia consumir. Fossem argumentos bons ou apenas polêmicos, fossem dele ou baseados em estudos de terceiros, o que o Ig0y entregava eram coisas que seu público queria ouvir. Ademais, havia uma parcela das obras que ele de fato havia consumido e sobre a qual podia falar com propriedade. Por isso, o seu conteúdo não pode ser invalidado totalmente por conta de uma fake list. Além disso, muitos o seguiam pelas discussões sobre temas variados que ele abordava, como futebol e política, ou mesmo apenas pelo espetáculo, muitas vezes sem qualquer relação com listas de animes ou jogos. Em suma, a audiência do Ig0y era multifacetada, e reduzi-la à questão das fake lists revela uma análise superficial por parte do Jhon. Sobre a vida social do Ig0y, o John começa misturando questões pessoais com acadêmicas, acusando-o de ser um péssimo aluno e de ficar em recuperação. Primeiro, não sei se o Ig0y era realmente um mau aluno, pois ele nunca apresentou seu histórico acadêmico, e o John não tem como provar essa alegação. Segundo, desconheço a existência de recuperação em cursos de Engenharia Elétrica em universidades federais. Terceiro, mesmo que o Ig0y fosse o pior aluno possível, seria inviável ele concluir o curso sem investir milhares de horas em casa resolvendo cálculos e estudando, além das muitas outras horas frequentando aulas na universidade. Quarto, é difícil acreditar que alguém considerado mau aluno tenha entrado jovem na universidade e conseguido concluir o curso no tempo regular, especialmente considerando que menos de 5% dos estudantes de engenharia alcançam esse feito em cinco anos. Já discuti esse assunto da vida acadêmica do Ig0y com o Rodrigo. Considerando minha graduação em Engenharia Civil por uma universidade federal e o período em que também cursei Engenharia Elétrica, chegamos à mesma conclusão: ou o Ig0y fake listou sobre muita coisa, ou simplesmente não cursou Engenharia Elétrica. A única conclusão que jamais faríamos seria a de John, de que o Ig0y poderia ser um mau aluno e, por isso, não fake listar. Mais absurdo ainda é John acreditar que as pessoas desconfiavam do Ig0y apenas por desconhecerem que ele era um mau aluno, um tipo de pseudocult. John debocha do trabalho do Ig0y, afirmando que não sabia que ele fazia muita coisa e reduzindo suas produções a um simples "reactzinho". No entanto, até mesmo para produzir um react minimamente decente, é necessário estudar o assunto a fundo e preparar um roteiro. Assim, mesmo que o Ig0y fake listasse, seus argumentos eram infinitamente mais sólidos do que os de John e TH. Além disso, o Ig0y não se limitava a um único tema no qual pudesse concentrar todo o seu tempo e energia. Ele abordava futebol, budismo, política, símbolos, entre outros assuntos, o que exigia um esforço considerável de pesquisa e dedicação. Isso tornava o trabalho do Ig0y incomparavelmente mais exigente e elaborado do que qualquer coisa feita por John ou TH. John distorce o que eu digo ao fazer uma interpretação esdrúxula do meu texto, alegando que eu afirmo não haver argumentos. Quando digo que “é quase impossível alguém apresentar argumentos sobre suas tramas que o constranja, pois quase ninguém as assistiu”, refiro-me especificamente a argumentos baseados nas tramas de obras antigas que praticamente ninguém assistiu, e não a uma ausência geral de argumentos. O simples fato de essas tramas serem difíceis ou praticamente impossíveis de serem encontradas e consumidas já configura um argumento que aponta para a provável existência de uma fake list. Em determinado momento do vídeo, John afirma que eu teria um ódio genuíno por ele, supostamente motivado pelo fato de ter tentado me entrosar com ele e ter sido bloqueado. A autoestima desse rapaz é realmente impressionante, mas devo dizer que essa alegação é uma completa novidade para mim. Não sabia que havia sido bloqueado pelo John e não me recordo de ter tentado me entrosar com ele em algum momento. O fato é que, por ter mencionado John em meu texto sobre o Ig0y, achei justo enviar uma cópia desse texto para ele. E adivinhem: ele recebeu o texto nos comentários, o que significa que não estou bloqueado por ele, se é que algum dia estive. https://myanimelist.net/profile/Joh_n John tenta argumentar que não se beneficiava da relação com o Ig0y, afirmando que já era famoso antes mesmo de sua existência. Mas, convenhamos: desde quando John é famoso? Sério mesmo? Ele sempre foi conhecido apenas como o palhaço das lives do Alexandre, alguém que fazia comentários absurdos, sem credibilidade e sem nada próprio que o destacasse. Na verdade, John era um dos que mais precisavam se apoiar no Ig0y para ganhar alguma visibilidade e credibilidade, além de alcançar um público novo e mais nichado. Isso, aliás, independe do tamanho de qualquer criador de conteúdo, já que até mesmo criadores grandes frequentemente buscam alavancar mais relevância associando-se a outros nomes. John tenta justificar que o TH não se beneficiaria da relação com o Ig0y, argumentando que o canal dele tem o dobro de visualizações da END. Contudo, essa lógica é falha, pois mesmo que a END fosse menor, isso não impediria o TH ou qualquer outro criador de se beneficiar da associação. Além disso, uma análise simples dos números revela que a alegada superioridade do canal do TH não se sustenta no YouTube. Dados disponíveis no Social Blade mostram que os números medíocres do canal do TH não superam os da END. Distopia Clips: https://socialblade.com/youtube/channel/UC6U-Fyh5U9CDE0KhUtWPrmA Cortes da End: https://socialblade.com/youtube/channel/UCJIlEsF-hSIuMYZsUiyr29g No caso do PC Siqueira, Jhon demonstra uma evidente falta de capacidade interpretativa. O que fiz foi apenas um paralelo sobre a maneira como os amigos o abandonaram, não porque ele tivesse feito algo diretamente contra eles, mas por questões de imagem. Poderia, inclusive, ter citado outros exemplos semelhantes. Quero deixar claro que, em momento algum do meu texto sobre Ig0y, defendi o PC Siqueira, como Jhon tenta insinuar no vídeo. Para traçar esse paralelo, o teor das acusações feitas contra ele ou sua veracidade eram completamente irrelevantes. No entanto, em relação ao caso do PC Siqueira, vale mencionar que todos os equipamentos eletrônicos encontrados em sua residência foram apreendidos pela polícia, incluindo celular, computador e HDs externos. Após perícias detalhadas, nas quais se buscou qualquer arquivo, mesmo que apagado, que pudesse servir como prova, o caso foi arquivado por falta de evidências, tudo isso antes do PC cometer suicídio. De acordo com o Estadão, “os peritos concluíram que o youtuber não armazenou ou compartilhou fotos ou vídeos de conteúdo pornográfico de menores de idade, não teve conversas com outras pessoas sobre o tema e tampouco fez buscas em sites de pesquisas a respeito do assunto”. https://www.estadao.com.br/emais/gente/pericia-policial-nao-encontra-provas-de-pedofilia-contra-pc-siqueira/?srsltid=AfmBOoqD2S_c-QGtMVH-6XQailDop8I7NdIXyJGpyDp7U7QeO8rNs01M PC Siqueira foi acusado, por meio de um perfil anônimo no Twitter, de cometer “crime de pedofilia”, o que gerou uma intensa mobilização social e virtual, um lixamento, agravando seu estado depressivo. Após três anos sofrendo ataques à sua honra pelas plataformas digitais, ele acabou tirando a própria vida. Seu suicídio foi resultado do abalo psicológico causado pelo cancelamento e pelo abandono dos amigos. Além disso, PC nunca foi investigado pela justiça pelo crime que John lhe atribui. O suposto delito investigado foi o recebimento, pelo WhatsApp, de uma foto nua de uma menor de idade, enviada pela própria mãe da garota, e a eventual armazenagem dessa imagem. O crime apurado foi o de armazenagem dessa foto. Por fim, não me importa se PC era “Jack” ou não, pois não estou aqui para defendê-lo ou acusá-lo. Contudo, pelos áudios disponíveis (se é que são verdadeiros) nada indicava, para mim ou para a polícia, que ele tenha solicitado essa foto ou sentido qualquer tipo de prazer com ela. Além disso, não deveria me surpreender com o ímpeto feroz do John em atacar, cancelar e exibir sua virtude lacradora, sem se importar com as consequências de seus atos irresponsáveis. Com relação ao texto da Manji, que o John desdenha por não ter lido, tenho plena certeza de que o Ig0y o leu, pois era de seu interesse. Quanto ao TH, também enviei o texto diretamente a ele por mensagem. Se o TH leu ou não, isso não altera o fato de que nem ele nem o Ig0y me refutaram, apesar do TH afirmar que o Ig0y teria “gabaritado” algo que nem ele próprio é capaz. Ademais, se sou tão “burro” quanto dizem, não deveria ser complicado responder a um texto meu. Como o Ig0y poderia continuar na END como o John afirma, com o TH, um dos donos do projeto, declarando não querer mais nenhum tipo de contato com ele? Como seria possível sua permanência se o Over ameaçava sair caso ele continuasse? Não é evidente que a saída do Ig0y foi, na verdade, uma expulsão? Pior ainda, como o Ig0y poderia se defender em uma live onde o Over ou qualquer outra pessoa controlasse o que ele poderia dizer, o interrompesse constantemente e o acusasse? Como o John afirma, o Ig0y estava sendo pressionado, encurralado segundo suas próprias palavras, para confessar. E, logo após sua confissão, foi traído por aqueles que o ameaçavam com o rompimento da amizade, sendo que a amizade foi cortada de qualquer forma. Mas será que ele realmente precisava confessar? Consigo pensar em várias formas de ele escapar da situação sem admitir nada. Por exemplo, ele poderia ter inventado uma desculpa qualquer (como alegar estar doente ou enfrentar um problema familiar), sair da live e voltar alguns dias depois, já tendo jogado o que fosse necessário para evitar suspeitas. Mas ele não fez isso. Ele confessou voluntariamente porque o fardo de sustentar a mentira se tornou insuportável. Isso não elimina o erro, mas expõe uma dimensão humana da situação que não pode ser ignorada. |
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_Kusuri | Mar 10, 2025 5:13 PM
Vlw por aceitar
Gostei do teu top de mangas, mesmo com 18 mangas completos já é mais original que muitos kkkkkk "Bokkou" esta na lista dos próximos que pretendo ler |
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kiramaijan | Feb 18, 2025 4:47 PM
Welcome!
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Victex | Feb 16, 2025 3:59 PM
🤝
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Elainawitch | Feb 6, 2025 12:10 PM
Hi, nice to meet you! Thanks for accepting my FR! |
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DaniJongin | Jan 20, 2025 8:47 AM
obg pela solicitação, ótima lista de favoritos mano
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Lip_GJ | Oct 4, 2024 10:55 PM
tmj po
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GabrielWhite | Sep 22, 2024 6:41 PM
Opa eu que agradeço por ter aceito o request, tmj mano 👍
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Vitor_Siqueira | Aug 9, 2024 1:39 PM
Tmj, gostei dos teus favoritos, cê tem bom gosto!
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Melkkior679 | Jul 15, 2024 6:03 PM
obrigado pelo request!
muita mitada Kaiji e o Joe nos favoritos. |
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KaelShounen | Jun 27, 2024 4:16 PM
Obgd Pelo Request, Tem Kaiji nos Favoritos = Giga Chad
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