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SuricateVoador | Jan 20, 9:04 AM
Cara, tu ver bastante coisa, eu vejo duas coisas e já acho muito. Faz dias que tô pensando se assisto o Scooby-Doo ou alguma série animada da Marvel.
Ah, foi mal aí kkkkkk "Aya" tá bom? |
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SuricateVoador | Jan 20, 6:45 AM
Eae AyaFelipe, tá tudo bem contigo? Foi mal ficar recomendando muitos vídeos pra tu.
Tá assistindo alguma outra coisa sem ser anime? Tô pensando em assistir algum desenho do Scooby-Doo ou desenho de herói. |
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VicJoestar | Dec 31, 2025 7:45 PM
Feliz ano novo !! te desejo mt saúde e felicidade nesse ano de 2026, aproveita mt amg !! 🎉🎉💕💕
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Yoshikochamyto | Nov 10, 2025 12:09 PM
[url=https://myanimelist.net/anime/20057/Space☆Dandy]Space☆Dandy[/url] · Completed 13/13 ・ Scored 5 leigo, mas entendo, precisa ter um gosto muito elevado pra entender space dandy, O humor é extremamente sutil, e sem um bom entendimento de física teórica, a maioria das piadas vai passar batido pela cabeça de um espectador comum. Também tem a visão niilista do Dandy, que é habilmente tecida em sua caracterização - sua filosofia pessoal se baseia fortemente na literatura Narodnaya Volya, por exemplo. Os fãs entendem essas coisas; eles têm a capacidade intelectual de realmente apreciar a profundidade dessas piadas, de perceber que elas não são apenas engraçadas - elas dizem algo profundo sobre a VIDA. Como consequência, as pessoas que não gostam de Space dandy são realmente idiotas - é claro que elas não apreciariam, por exemplo, o humor na frase existencial do dandy "Wubba Lubba Dub Dub", que por si só é uma referência enigmática ao épico russo Pais e Filhos de Turgenev. Estou sorrindo agora só de imaginar um daqueles simplórios confusos coçando a cabeça enquanto a genialidade de Shinichiro watanabe e Natsume shingo se desenrola em suas telas de televisão. Que tolos... como eu os compaixão. E sim, a propósito, EU tenho uma tatuagem de Space dandy. E não, você não pode ver. É só para os olhos das mulheres - E mesmo elas têm que demonstrar que estão dentro de 5 pontos de QI do meu (de preferência mais baixo) antes.
Quando me recomendaram Space Dandy, eu estava relativamente preparado para o que vinha e realmente disposto a me divertir com esse anime, se não fosse por um único fato: esse anime é um original do Shinichirō Watanabe, e eu não consigo gostar de nada desse cara. Infelizmente, esse foi só mais um caso. Sendo justo, o anime tem sim seus pontos positivos, o ritmo é bem suave, os episódios não são chatos nem massantes, e a animação a trilha sonora têm seus momentos bem legais. Gosto da abertura e do encerramento. O problema é que ele é muito um anime do Watanabe. Mesmo que o roteiro não seja dele em todos os episódios ou que ele não tenha dirigido todos, ainda assim a visão e a assinatura criativa do Watanabe são o que dão o tom à série. Do início ao fim, o anime carece de carisma, e suas tentativas de fazer comédia são negativas. A pegada ocidentalizada e episódica não me agrada. No fim, Space Dandy é um anime covarde e careta que parece uma seleção dos episódios menos interessantes e criativos de Rick and Morty, só que sem sua imprevisibilidade e humor ácido. Zero interesse em assistir à segunda temporada. |
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VicJoestar | Oct 31, 2025 6:51 PM
Chanto Suenai Kyuuketsuki-chan
Oct 29, 3:42 PM Dropped 3/? · Scored 5 eita dropou pq?? nunca ouvi falar desse anime... |
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JACARESORTUDO | Jul 27, 2025 3:24 PM
Princess Tutu · Completed 38/38 ・ Scored 9 PEAK
Nossa, como eu demorei pra ver esse anime. Por algum motivo, sempre começava a ver ele em épocas em que tava sem vontade alguma de assistir qualquer coisa. Aí, depois de alguns poucos episódios, parava de ver e recolocava no meu planning. Isso deve ter se repetido umas duas ou três vezes. Mas agora foi — e rapaz, como esse anime é bom. Eu não vi tanto mahou shoujo quanto gostaria, e de tudo que vi, Princess Tutu se diferencia bastante dos demais na apresentação, embora nem tanto na estrutura. Gosto pra caralho dos primeiros 13 episódios do anime. Eles são bem mais episódicos e leves. A Ahiru atrás dos pedaços do coração do Mytho (sim, o nome do personagem é Mito) é uma jornada muito gratificante e gostosinha de acompanhar. Cada pedacinho recuperado muda a dinâmica do próximo episódio e torna a relação do Mytho (poh, eu não consigo não rir do Mito) com todos ao redor cada vez mais conturbada. E o episódio 13, quando ocorre o confronto com a Princess Kraehe, foi absolute cinema, o melhor de todos. Depois disso, o anime entra num arco mais linear e se aprofunda um pouco mais na lore. Eu entendo o porquê disso, mas foi a parte que menos curti. Todo aquele lance do Drosselmeyer e sua ligação com o Fakia era bem pouco interessante. Ainda assim, acho o final do anime bem justo e satisfatório ele prometeu, ele cumpriu. Sobre os personagens, a protagonista Ahiru/Princess Tutu é uma gracinha. Ela é muito boba e divertida, tanto na sua forma de pata quanto na forma humana. E quando se transforma em Princess Tutu, vemos todo o seu potencial que ela mesma não acredita ter. Todos os outros personagens também são deliciosos. Os destaques são definitivamente a Rue e o Fakia. Já o Mytho tem um arco legal, mas demora bastante pra mostrar serviço, por razões óbvias, já que ele literalmente não tem personalidade no início. Até as amiguinhas randolas da Ahiru são boas. Gosto principalmente da loirinha (Lilie) — ela se divertindo com as desgraças da Ahiru é muito engraçado. Tudo em relação a personagens nesse anime é, quando não muito divertido, muito bem construído. Princess Tutu é um charme, uma delicinha, e eu só queria ter um pouco mais de conhecimento sobre os balés clássicos que eles referenciam em todos os episódios, a todo momento nos nomes dos episódios, na criação de personagens, danças e músicas. Acho que minha experiência teria sido ainda melhor com esse conhecimento. Não que ele seja necessário. |
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Tiago_Vaz_007 | Jun 25, 2025 6:36 PM
Sobre o caso do Ig0y.
Uma defesa imerecida, mas necessária. Nos últimos dias, como muitos já sabem, o Ig0y realizou uma live de longa duração, “live infinita”, na qual revelou ter incluído, de forma não totalmente honesta, em suas listas de completos um anime e dois títulos de jogos. Trata-se de uma confissão voluntária e pontual, acompanhada de justificativas que amenizavam o ocorrido. Contudo, o que poderia ser interpretado como uma atitude nobre, uma admissão sobre uma mentira boba, ganhou proporções inesperadas e provocou reações surpreendentes por parte de seus supostos amigos. Logo após a revelação, surgiram vídeos de Alexandre Esteves, Jhon Wesley e TH. Esses “amigos”, em vez de tentarem ajudar, se empenharam em fazer demonstrações públicas de virtude enquanto procuravam se desvincular da imagem do agora “leproso” Ig0y, com dois deles chegando a afirmar que não manteriam mais qualquer tipo de contato e que as relações de amizade estavam encerradas. É fato que toda a comunidade já sabia que o Ig0y praticava fake list há anos. Essa prática se tornava evidente diante das claras impossibilidades de consumir com qualidade o enorme volume de conteúdo que ele afirmava ter completado, incluindo animes, mangás, jogos, filmes e livros. Tudo isso enquanto ainda estava na casa dos 20 anos, cursava Engenharia Elétrica, escrevia para um blog, produzia podcasts, criava vídeos para seus canais em duas plataformas, participava de outros canais e mantinha uma vida social ativa. Além disso, quem realmente consumiu as obras mencionadas percebia que seus comentários eram vagos, superficiais e incoerentes, acompanhados de constantes fugas do assunto. Outro ponto que tornava perceptível sua fake list era a atribuição de notas muito baixas à quase totalidade dos títulos, comportamento típico de quem tenta ganhar credibilidade assumindo o estereótipo do “crítico cult”. Claro que apesar do apelo dessa postura é totalmente equivocada e faz jus apenas a haters. Notas tão depreciativas não condizem com alguém que realmente aprecia mais de 2400 mangás e mais de 1300 animes. Quem demonstra tamanho desprezo por esse tipo de conteúdo jamais se obrigaria a consumi-lo em grande quantidade e, mesmo que tentasse se forçar, não conseguiria. Como se esses pontos já não fossem suficientes, há também o fato de grande parte da lista dele ser composta por animes muito antigos. Animes antigos apresentam desafios significativos para serem encontrados na internet, e muitos deles são classificados como "animes perdidos", obras cujos arquivos originais ou cópias simplesmente não existem mais, nem mesmo no Japão. Além disso, consumir animes antigos envolve outras dificuldades. Esses trabalhos foram produzidos em uma época distinta, utilizando tecnologias rudimentares e voltados para um público com expectativas e interesses diferentes. Os propósitos de exibição também eram outros, o que se reflete na forma como as tramas eram desenvolvidas e narradas. As histórias e seus temas, em geral, eram menos complexos e seguiam padrões que hoje podem parecer datados ou pouco atrativos para o público contemporâneo. No entanto, catalogar obras dessa maneira reforça a aura de cult e torna quase impossível alguém apresentar argumentos sobre suas tramas que o constranja, pois quase ninguém as assistiu. Agora que deixei claro que não estou passando pano para o Ig0y, restam duas possibilidades: ou Alexandre, Thiago, Over e Jhon são as pessoas mais burras que já existiram (o que, no caso do Jhon, pode ser verdade), ou estão mentindo para seus públicos. Portanto, é importante notar que não se trata de uma questão de princípios morais genuínos que os levou a demonstrar aversão ao Ig0y. Ainda que fosse esse o caso, a postura farisaica de Alexandre, Jhon e TH seria igualmente desprezível. Logo, não é uma questão de mentiras, tampouco de certo ou errado; trata-se puramente de imagem. Mesmo uma confissão simples, como a feita pelo Ig0y, foi suficiente para abalar sua credibilidade. Consequentemente, aquelas raposas que estavam mais próximas dele o abandonaram, como se estivessem fugindo de alguém que tivesse contraído a peste negra, temendo que suas próprias reputações fossem prejudicadas. Nenhum deles quer que o público imagine que também possam estar mentindo sobre suas listas, emulando emoções, comentando sobre obras que não conhecem profundamente. Vale ressaltar que Alexandre já foi desmascarado como alguém que praticava fake list. Milhares de episódios que ele afirma ter assistido e inclui em sua lista nunca foram, de fato, vistos por ele. TH, por sua vez, tem tanto medo de ser pego em contradições que mantém suas listas de animes e mangás privadas. Quanto ao Jhon, suas constantes afirmações absurdas tornam desnecessário sequer verificar sua lista, pois ou ele é o maior idiota que já existiu, ou não consumiu nada do que alega. Em suma, são três hipócritas da pior espécie. O Ig0y foi explorado até o limite, com todos ao seu redor extraindo tudo o que podiam dele para se promoverem até o último segundo. Independentemente de ele praticar fake list ou não, é inegável que possuía uma imagem diferenciada, com apelo para um público específico que buscava exatamente algo como essa imagem. Além disso, associar-se a alguém com uma reputação de "cult" agrega credibilidade àqueles que não a têm. É irônico perceber que o mesmo fator que atraiu pessoas sorrateiras e oportunistas para perto do Ig0y foi também o que as afastou quando essa imagem foi arranhada. Para os seus amigos, a questão nunca foi o fato de o Ig0y praticar fake list; o problema foi ele ter admitido. Um caso com similaridades peculiares ocorreu com a Ilha dos Barbados, composta por Rafinha Bastos, Cauê Moura e PC Siqueira. No momento em que PC Siqueira foi acusado, pouco importava se ele realmente tinha algum tipo de culpa ou qual era a gravidade das alegações. Para seus “amigos”, o único objetivo era proteger suas próprias imagens, mesmo que isso significasse tratar PC como um leproso. Embora PC certamente tivesse problemas de caráter e estivesse longe de ser perfeito, não merecia o desfecho que teve. TH afirma em seu vídeo que o Ig0y não está sendo cancelado, mas desmascarado. Desmascarado por quem, se todos já sabiam? Talvez o Ig0y conseguisse enganar, no máximo, alguns pré-adolescentes. Fora esse público, era praticamente impossível que alguém mais fosse iludido. O fato é que o Ig0y está sendo vítima de um cancelamento iniciado por seus próprios amigos, mas que ultrapassou a bolha e se transformou em um verdadeiro linchamento virtual. Nesse processo, os oportunistas, sorrateiros e seres vis que se diziam seus amigos agora tentam extrair até o último like, a última visualização e o último engajamento possível, usando o nome e a imagem do Ig0y. Vejam, o Ig0y não matou, não roubou, não adulterou. O grande crime vil do Ig0y foi mentir e, para seus amigos, principalmente confessar ao público que não jogou um simples jogo. O mais absurdo é assistir a vídeos desses mesmos amigos, com duração de quase ou mais de uma hora, tentando justificar que o cancelamento e o fim das amizades não estão relacionados ao fake list, quando a única "prova" apresentada é uma historinha sobre ter jogado ou não algo. Mentiras são mentiras; abismos puxam outros abismos. Se o Ig0y dá detalhes e constrói narrativas, isso apenas o qualifica como um contador de histórias mais habilidoso ou um mentiroso mais convincente. Contudo, isso não muda o fato de que tudo gira, única e exclusivamente, em torno de uma fake list. Não se trata de um tipo diferente de mentira, como seus amigos tentam argumentar; ainda é a mesma mentira sobre um simples joguinho. O Ig0y, esse sim, foi traído, encurralado, e os covardes não lhe deram sequer os meios para exercer seu direito de resposta aos ataques que sofreu. Perdeu seu canal, perdeu seus amigos e foi vítima de um golpe vindo de pessoas em quem confiava. Como se não bastasse, esses mesmos "amigos" ainda têm a audácia de tentar vender a imagem de vítimas, enquanto acusam o Ig0y, sem que ele possa se defender, de se vitimizar. Recusar-se a ouvir ou mesmo impedir que o outro tenha voz é uma prática ignorante recorrente de TH e Alexandre, algo que eu e Rodrigo também já enfrentamos. Desde 2018, quando tive os primeiros contatos com o Ig0y, percebi um ar pedante nele; o Ig0y já vendia uma imagem de superioridade. Porém, a verdade precisa ser dita: ele não criou esse personagem sozinho, foi alimentado por aqueles que o elevaram à posição de “deus”. Justamente essas pessoas, principalmente TH e suas crias do Distopia, são as que hoje o traem. Quando o Ig0y afirma que nunca pediu para ser colocado nessa posição, fala a verdade, mas foi colocado ali por aqueles que viram nisso uma forma de se beneficiarem dele. Eu tentei alertar o Ig0y sobre os bajuladores e mostrar a ele que os verdadeiros amigos eram eu e o Rodrigo, pessoas que falavam a verdade e desejavam que ele melhorasse. Infelizmente, o Ig0y escolheu os aduladores em vez daqueles que o viam como igual. Somente quem o vê como igual pôde ser seu amigo de fato e dizer a verdade. Amigo é quem critica para ajudar, torcendo pela mudança e pelo melhor, e não alguém como o Jhon, que declarou querer ver o Ig0y se dar mal e desaparecer da internet. Isso não é amizade e nunca foi; é apenas a frustração de um degenerado alucinado que viu a imagem do seu “deus” imaginário abalada perante o público. Admirar um pseudocult por ser pseudocult e, pior, transformar-se em uma cópia do pseudocult, exige um nível extremo de anticult. Não tenho dúvidas sobre a desonestidade e a ciência do TH desde o início da farsa; a de Alexandre também oferece pouca margem para questionamentos. Já o Jhon é um caso à parte. Ele apresenta um nível altíssimo de burrice e devoção fanática, o que até permite considerar alguma ingenuidade de sua parte. No entanto, as coisas que o Ig0y dizia só enganavam quem não tinha absolutamente nenhum conhecimento. Assim, para que Jhon fosse honesto em relação ao Ig0y, ele teria que ser desonesto com todo o restante. Por mais que o Ig0y fosse uma farsa, ao menos era uma farsa. Pior são os falsos amigos que aspiravam a isso, mas sequer tinham capacidade para tal. Não há dúvidas sobre a mediocridade de seus supostos amigos como produtores de conteúdo, especialmente do parasita invejoso chamado TH. Seu conteúdo se resume a reações a materiais de terceiros, sempre buscando denegrir e menosprezar os outros da forma mais chula e falaciosa possível. Além disso, seu trabalho é tecnicamente amador: a mixagem de som é péssima, as imagens nada acrescentam e, pior, TH não demonstra a mínima disposição para estruturar ideias, preparar roteiros ou apresentar argumentos sólidos em seus vídeos. Sua preguiça vai ao ponto de depender de "amigos" que fazem comentários completamente idiotas, o que só agrava a falta de qualidade. Infelizmente, Alexandre, TH e Jhon foram uma péssima inspiração e influência para o Ig0y, que, verdade seja dita, também não produzia conteúdos com propostas muito superiores. Contudo, ao menos era um bom orador e tinha uma produção técnica infinitamente melhor, incomparável ao que TH e Jhon entregam. O mais irônico é ver esses mesmos amigos agora criticando o trabalho do Ig0y, chamando-o de preguiçoso, como se tivessem qualquer moral para fazer tais acusações. É fato que o Ig0y rapidamente compreendeu seu papel como criador de conteúdo, e esse papel era, acima de tudo, de entreter seu público com um show. Se, para isso, ele criou um personagem, não há nada de errado, pois entregou exatamente o que se propôs a fazer e aquilo que queriam dele. Além disso, não é como se a maioria dos criadores de conteúdo não recorresse a personagens para vender seus programas. Alguém realmente acredita que a maioria deles é exatamente a mesma pessoa quando as câmeras estão desligadas? Isso não significa que eu apreciasse o personagem criado pelo Ig0y. Contudo, certamente não faço críticas a isso como seus "amigos", que, após anos de convivência e observando tais diferenças, só agora decidem expor essas questões publicamente. É risível, por exemplo, vê-los reclamarem apenas agora do fato de o Ig0y falar em público de maneira distinta de como se comunicava em particular com eles, algo que, convenhamos, não deveria surpreender ninguém. Uma crítica à maneira como o Ig0y se expressava poderia vir de qualquer pessoa e seria justa, mas, vinda dos próprios amigos e nesse momento de queda do Ig0y, revela-se uma atitude sorrateira e de extremo mau-caratismo. Em termos de personagem, é inegável que o Ig0y possuía uma grande qualidade: a capacidade de atuar com inteligência e eficácia. Ele pode não ser médico, advogado ou piloto de avião, tampouco ter estudado profundamente qualquer dessas áreas, mas demonstrava uma habilidade excepcional para interpretar papéis e transmitir credibilidade. Já seus amigos, ao que parece, aspiram ser como Frank Abagnale Jr., mas não chegam sequer a ser como Leonardo DiCaprio, que o interpretou. O TH, em seus vídeos, atribuiu a culpa pela farsa do Ig0y ao fato de ele, supostamente, "gabaritar apenas os burros", citando como exemplo o Marco, do Intoxicação Anime, eu e o Rodrigo. Primeiramente, burro é quem acreditou que o Ig0y não praticava fake list. Então, decida-se, TH: você é o maior tolo da face da Terra ou um mal caráter oportunista? Você acreditava no pastor mirim? Eu nunca fui devoto dele. Em segundo lugar, essa declaração do TH vem logo após ele mencionar a questão da manji. Curiosamente, tanto ele quanto o Ig0y nunca responderam ao meu textão sobre o tema. Em terceiro lugar, ser chamado de burro pelo o arrogante TH é, na verdade, motivo de orgulho. Eu me preocuparia se uma "ameba" como ele conseguisse me considerar inteligente. O TH me chamar de burro apenas reforça que estou no caminho certo. Sobre o Marco, é desnecessário defendê-lo, pois ele é um gigante. Seu sucesso duradouro é fruto de sua inteligência e capacidade de produzir conteúdo de alta qualidade. Entretanto, não posso deixar de apontar que essa atitude do TH é mais uma demonstração clara de recalque. Ele é um incapaz que jamais alcançará os feitos do Marco, limitando-se a produzir acusações tóxicas e infrutíferas que em nada contribuem. Falando especificamente sobre o conteúdo do Ig0y relacionado a animes, já escrevi alguns textos contestando os vídeos que ele produzia. Creio que um dos principais equívocos do Ig0y estava na forma como, em algumas ocasiões, ele direcionava ataques a outros criadores de conteúdo da área. Por vezes, esses ataques eram conduzidos de maneira equivocada e desrespeitosa, o que, acredito, acabou prejudicando a comunidade em certa medida. Outro ponto em que acredito que o Ig0y agia de forma equivocada era ao ceder espaço e pagar "pedágio" para os falsos moralistas do politicamente correto. Como já disse ao Ig0y em certa ocasião, embora o politicamente correto tenha suas raízes, em essência, na esquerda, acenar virtude para essa postura e defendê-la não é, de maneira alguma, uma questão exclusivamente relacionada a ser de esquerda ou de direita. Trata-se de algo mais profundo, que transcende ideologias e revela uma postura de conformismo com narrativas que nem sempre refletem autenticidade ou coerência. Além disso, sem desconsiderar os danos que críticas infundadas possam causar, ainda vejo a participação do Ig0y como positiva. Afinal, independentemente de falarem bem ou mal de animes, o mais importante é que se fale, pois essa troca mantém a comunidade ativa e engajada. Perder a voz do Ig0y é perder uma chama que aquecia a comunidade e contribuía para mantê-la viva. Ainda assim, apesar das críticas que fiz e dos erros que ele possa ter cometido, lamento profundamente a possibilidade de o Ig0y deixar de produzir conteúdo. Nunca foi minha intenção, ao apontar suas falhas, silenciá-lo ou desmotivá-lo. Meu objetivo sempre foi que ele evoluísse e passasse a enxergar as questões sob outras perspectivas. Quanto aos demais conteúdos do Ig0y que não estavam relacionados a animes, acredito que ele estava em busca do seu caminho como criador de conteúdo, o que é perfeitamente compreensível. Diversificar é, sem dúvida, uma parte essencial da sobrevivência e da evolução. No entanto, é preciso cautela. Assim como não se cruza seres humanos com chimpanzés, ou não se produz água sanitária onde se faz Coca-Cola, há limites para a diversificação. Ampliar o leque de conteúdos e trazer quadros diferentes é algo que apoio totalmente. Contudo, mudar completamente o foco de um canal é um risco considerável, quase sempre um caminho seguro para perder público e fracassar, salvo raras exceções. Estou preocupado com o Ig0y, o que, ironicamente, me coloca em uma posição inesperada. Eu e Rodrigo sempre fomos vistos como os arqui-inimigos do Ig0y, e há razões para isso. Ainda assim, é curioso pensar que justamente nós, e não seus "amigos", estamos demonstrando preocupação neste momento. O fato é que o Ig0y sumiu. Ninguém sabe como ele está lidando mentalmente com tudo o que aconteceu, nem quais serão os próximos passos após anos investindo nesse trabalho. Preocupo-me não apenas com seu futuro profissional, mas também com seu bem-estar psicológico. Viver anos interpretando um personagem e construindo amizades frágeis pode ter um peso imenso. Acredito sinceramente que o Ig0y precisará de ajuda psicológica profissional por um longo tempo para lidar com as consequências de tudo isso. Pelo menos o personagem do Ig0y era o do sábio da corte, enquanto o do Alexandre assumia o papel de rei. Já o Jhon, por outro lado, parece ter se contentado com o papel de bobo da corte. É difícil imaginar alguém que mereça esse tipo de personagem, muito menos alguém que se submeta a interpretá-lo por tanto tempo. Antes de encerrar este texto, quero fazer alguns esclarecimentos. Quando afirmei que a confissão do Ig0y foi voluntária, quis dizer que ele não foi coagido com uma arma ou qualquer tipo de chantagem direta. Também não acredito na versão apresentada por seus "amigos", que alegaram que ele teria confessado apenas por medo de ser desmascarado. Certamente havia outras formas de o Ig0y lidar com essa situação. Sua confissão foi voluntária no sentido de que partiu dele, como uma tentativa de aliviar parte do fardo que carregava. No entanto, não foi feita sem influência ou pressão. Houve, sim, uma coesão social por parte de seus "amigos", uma pressão indireta que o levou a se expor. Nesse contexto, fica evidente o caráter traiçoeiro da situação. Aqueles que o incentivaram a confessar, ou criaram o clima para que isso ocorresse, foram os mesmos que o traíram logo em seguida. Tudo aponta para uma cilada meticulosamente planejada, na qual o Ig0y foi levado a cair. Esses "amigos", que aparentemente já buscavam se livrar dele, aproveitaram-se dessa confissão para sacrificar o Ig0y e dividir o que restou de seu legado. Quando ele deixou de ser útil para eles virou um peso, e o "sacrifício" tornou-se o caminho mais conveniente, logo os vídeos tinham o objetivo claro de atacar e destruir o Ig0y. O Rei estava nu, mas isso não era um problema enquanto todos afirmavam que apenas os inteligentes podiam enxergar suas vestes. Não havia, de fato, pessoas inteligentes, apenas tolos desesperados por aparentar inteligência. |
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Jrm1nt | Mar 7, 2025 10:24 PM
We have similar taste, you should give Uchouten Kazoku another try!
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Tiago_Vaz_007 | Dec 22, 2024 5:55 AM
Reagindo ao vídeo do Ig0y:
https://youtu.be/-oAUY3shRFs Nota Inicial. Gostaria de deixar claro que este texto é totalmente respeitoso ao Ig0y e à sua religião. O que segue são apenas minhas opiniões em resposta aos argumentos apresentados no vídeo dele. Além disso, já o convidei para uma conversa em dezembro, com o intuito de compartilharmos nossos pensamentos sobre o tema. Ele justificou que não poderia participar naquele momento e sugeriu que eu escrevesse um texto. Na época, recusei, pois sabia que seria algo extenso. Contudo, devido à recorrência da polêmica, decidi expor alguns dos meus pontos, reagindo ao novo vídeo dele. Quero ressaltar que o Ig0y tem todo o direito de não querer discutir diretamente comigo, assim como eu tenho o direito de reagir ao vídeo e expressar minhas opiniões de forma saudável e respeitosa. Registro aqui que tudo o que escreverei neste texto também diria pessoalmente. Portanto, se ele achar necessário e desejar conversar em outro momento, estarei aberto a isso. Contextualização. Antes de entrar nos pontos principais do vídeo, é importante contextualizar a situação. A polêmica gira em torno do uso da manji (suástica) nas redes sociais do Ig0y. Não estou dizendo que a culpa seja da vítima, mas tal exposição o coloca em uma posição vulnerável, o que é, no mínimo, uma irresponsabilidade. Além disso, duvido que o Ig0y seja ingênuo a ponto de não prever que essa escolha geraria certos tipos de comentários. Isso sugere que ele buscava provocar algum tipo de reação. Para ilustrar: é como alguém entrar em um estádio de futebol com a camisa do Palmeiras no meio da torcida organizada do Corinthians, alegando que o significado daquela camisa é outro. 1. Tokyo Revengers. Em um momento do vídeo, Ig0y cita o anime Tokyo Revengers. Embora esse ponto não seja central para os argumentos que ele desenvolve, considero relevante abordar essa obra, pois ela também enfrenta polêmicas devido ao uso da suástica. Toda obra carrega mensagens, sejam intencionais ou não, explícitas ou subliminares, e reflete valores e conhecimentos. Tokyo Revengers transmite algumas mensagens problemáticas, não tanto pelo uso do símbolo, mas por outros elementos que remetem a grupos ideológicos europeus das primeiras décadas do século XX. Para que meu ponto sobre outros elementos seja melhor compreendido, recomendo fortemente o filme A Onda, cujo enredo é baseado em um experimento social real ocorrido nos Estados Unidos, em uma escola de Palo Alto, Califórnia. A trama segue um professor anarquista de ciências sociais que decide aplicar um experimento com sua turma, composta por alunos de diferentes orientações políticas, classes sociais e comportamentos. Ao longo do filme, o professor consegue converter toda a classe ao autoritarismo, e a situação se espalha pela escola, saindo totalmente de controle, a ponto de nem mesmo o professor conseguir pôr fim ao movimento sem enfrentar resistência dos próprios alunos. Cito esse filme porque ele ilustra claramente as origens das ideologias totalitárias, com elementos que também estão muito presentes no anime Tokyo Revengers. Aspectos como: padronização (todos se vestirem iguais), organização, hierarquia, violência, ações em conjunto, identidade comum, sentimento de pertencimento a algo e a figura de um líder carismático, entre outros. Podem conferir o filme no link: A Onda. Outro aspecto relevante é o contexto cultural japonês. Embora não possamos generalizar, a sociedade japonesa apresenta características etnocêntricas, homogêneas e, muitas vezes, xenófobas. Orgulhosa de sua identidade, essa sociedade costuma não ter uma visão favorável ao que é diferente. Além disso, o que seria extremamente estranho no Ocidente é comum no Japão, onde essas práticas são defendidas como formas de preservar a igualdade e o pertencimento. Nas escolas japonesas, por exemplo, há inspeções rigorosas, como a verificação da maquiagem, das sobrancelhas, do ajuste das roupas e até mesmo da cor das roupas íntimas, que devem ser brancas. Na vida adulta, a padronização continua, deixando pouco espaço para a individualidade. Algumas empresas chegam a medir até a cintura de seus funcionários. Portanto, é impossível falar ou escrever sobre algo que não se conhece ou não se vive, e muitas mensagens presentes nos animes refletem aspectos negativos dessa realidade social japonesa. Também é importante lembrar que o Japão foi membro do Eixo durante a Segunda Guerra Mundial, um período marcado por ações terríveis. Até hoje, o país enfrenta tensões com a China e a Coreia, e ocasionalmente surgem autores e obras que se envolvem em controvérsias. Um exemplo disso é a obra Again in Another World, polêmica por exaltar um militar japonês da Segunda Guerra, escrita por um autor que também fez postagens em seu Twitter com insultos discriminatórios contra chineses e sul-coreanos. Voltando a Tokyo Revengers, o ponto mais problemático desse anime é a forma como retrata as gangues, apresentando uma imagem romantizada e relativamente positiva delas, o que certamente pode atrair jovens. Esse é, na verdade, o cerne da fundação de partidos totalitários, representados pela SA na Alemanha e pelas Camisas Negras na Itália, que eram essencialmente gangues padronizadas e violentas. A situação se torna ainda mais preocupante quando os membros da gangue principal do anime adotam visuais que evocam a estética da SS, com cabelos loiros e roupas pretas, reforçando uma associação perigosa com essas ideologias. Aqui surge a questão: qual é o uso religioso de uma suástica em uma gangue de rua? Será que o autor desconhecia o outro significado desse símbolo? Alguém realmente acredita que os produtores e diretores desse anime, cuja primeira temporada tem 24 episódios, pensavam que a obra ficaria restrita ao Japão? Embora eu defenda o princípio de que todos devem ser considerados inocentes até que se prove o contrário, me parece altamente improvável que a mensagem, no contexto da obra, não seja, no mínimo, ambígua. Apesar dessas críticas, reconheço que, se desconsiderarmos esses aspectos, Tokyo Revengers pode ser uma obra divertida e envolvente. Contudo, é crucial que o público tenha senso crítico ao consumir esse tipo de conteúdo. 2. O perfil é meu, faço o que eu quiser. Essa afirmação é, no mínimo, arrogante e imprecisa. A liberdade nunca é absoluta. Nenhum indivíduo tem liberdade para tudo, pois ela precisa ser limitada para garantir sua própria existência. Esse é o princípio fundamental da liberdade. Por acaso alguém pode ter a liberdade de possuir escravos? Quando alguém incomoda outra pessoa agredindo-a, seja por ações, palavras ou publicações, ultrapassa o limite, e a lei deve intervir, com o Estado punindo essa ação. Por isso, é proibido defender atos criminosos. Não basta apenas seguir as normas da plataforma. É necessário também respeitar as leis do Estado. Mesmo quando uma ação não está explicitamente tipificada, ela deve seguir os princípios da lei. E além disso, existem normas que não são escritas, mas que fazem parte da convivência social: leis de boa convivência, que exigem apenas bom senso e discernimento. Certas atitudes simplesmente não são apropriadas, e quem as adota está errado. Por fim, é incorreto afirmar que não há culpa se a intenção não for maliciosa. Se uma ação causa dolo a um indivíduo, a uma organização, à sociedade ou ao ambiente, e se o autor tinha consciência dos riscos envolvidos, ele assume a responsabilidade e, portanto, tem culpa. 3. Lei mundial. Este tópico será breve, pois, na realidade, não existe uma "lei mundial", como o Ig0y menciona no vídeo. O Tratado de Paris, firmado após a Segunda Guerra Mundial, não é uma lei mundial e teve como foco principal resolver questões territoriais. Não há evidências de que o tratado tenha estabelecido ou abordado algo relacionado ao uso da suástica. Contudo, após a guerra, muitos países passaram a proibir o uso do símbolo em sua forma associada ao regime alemão. Paralelamente, a suástica invertida continuou sendo utilizada em contextos religiosos, como já ocorria historicamente, a fim de se distanciar das conotações ligadas a esse regime. 4. Origem do termo "suástica". Será mesmo que o termo suástica não possa ser usado para definir o símbolo adotado pelo Nacional-Socialismo? Quantas pessoas no Ocidente, além de estudiosos, conhecem sua origem etimológica? O Ocidente associa o termo suástica aos indianos? No fim, o que importa não é a origem da palavra, mas o significado que ela adquiriu ao longo do tempo. Usar argumentos de origem para justificar o uso correto ou incorreto de suástica ou manji é incorrer em uma falácia etimológica, ou seja, uma falácia de origem. Atualmente, no Ocidente, a palavra suástica está muito mais associada àquele regime totalitário, enquanto manji mantém vínculos com culturas e religiões orientais. Por isso, para quem conhece essa diferença, o uso de manji (como é chamado no Japão) em vez de suástica ao se referir ao símbolo em contextos religiosos ou culturais é mais adequado e respeitoso com as tradições budistas e hinduístas, pois dissocia o símbolo de um uso histórico alheio a fins religiosos e evita interpretações equivocadas. Ainda assim, desde que não cause ofensa, não vejo grandes problemas em que pessoas leigas usem o termo suástica, já que ambos se referem ao mesmo símbolo. No entanto, se for alguém esclarecido e com a intenção deliberada de provocar dubiedade ou polêmicas, quem optar por "suástica" não pode se eximir de críticas severas. A propósito, palavras mudam de significado com o tempo. Por exemplo, o termo "cristão" foi inicialmente usado de forma pejorativa (como escárnio, difamação e desmerecimento) pelos opositores dos seguidores de Cristo. Então, por que a palavra, cunhada por seus adversários e apropriada do nome de seu líder, não deveria ser utilizada? Da mesma forma, "protestante" também foi criada pelos católicos como uma forma de ofensa. No entanto, ambas as palavras perderam seu tom original. Alguém, hoje, se sente ofendido ao ser chamado de protestante ou cristão? Posso dizer que senti uma forte lacrada do Ig0y no vídeo, ao falar de forma incisiva dos “inimigos britânicos e americanos, grandes empresários maldosos, banqueiros”, os quais, segundo ele, teriam se apropriado do termo indiano “suástica” para associá-lo de maneira vil ao símbolo daquele regime europeu. A alternativa seria os ocidentais darem um nome britânico a um símbolo usado por orientais e ainda serem acusados de anglicismo? Nem mesmo professores de história do ensino médio lacram tanto. Um adendo, não que isso seja realmente importante, pois estou construindo minha argumentação partindo do pressuposto de que a pesquisa etimológica do Ig0y seja verdadeira. Contudo, em minhas pesquisas, não encontrei absolutamente nada que indicasse que essa palavra tenha sido atribuída por americanos e ingleses com a emancipação da Índia da Inglaterra no pós-Segunda Guerra Mundial, muito menos com o intuito de difamar os indianos. Além disso, pelo que estudei, o termo suástica já era de uso corrente muito antes daquele partido adotar o símbolo. Também não faz sentido atribuir esse nome ao símbolo com conotação difamatória antes da guerra, pois, no mundo ocidental, a suástica era sinônimo de redenção e era amplamente admirada. Quem realmente fazia a correlação da suástica com os indianos eram os nacionais-socialistas, devido à ideia de que os arianos eram puros, os indo-europeus legítimos, sem misturas. Os indo-europeus (arianos) eram considerados o povo que deu origem ao homem branco, desde parte dos indianos (das castas superiores), passando pelos iranianos, de onde vem o termo ariano, até o homem europeu. Escreveu Adolf Hitler no livro Mein Kampf: "Como nacional-socialistas, vemos em nossa bandeira nosso programa. No vermelho, a ideia social do movimento; no branco, a ideia nacionalista; e na suástica, a missão de lutar pela vitória do homem ariano e, ao mesmo tempo, pelo triunfo da ideia do trabalho produtivo, ideia que é e será sempre anti-semita." Outra questão etimológica interessante é o uso da palavra "denegrir". Recentemente, uma repórter foi duramente repreendida por um colega ao utilizar esse termo em uma reportagem ao vivo. Logo depois, ela se desculpou de forma vexatória. O problema é que a palavra "denegrir" não possui nenhuma conotação racial, nem há qualquer relação etimológica com esse contexto. "Denegrir" vem do latim denigrare, sendo uma palavra muito mais antiga do que o Brasil e seus problemas atuais. Link da reportagem. Neste ponto, ao defender o uso de um termo, surge outra falácia além da etimológica: a falácia semântica. Alguém pode criticar meu português "mal escrito", apontando pontuações inadequadas, concordâncias fora da norma ou falta de acentuação, mas nada disso constitui um erro de fato, desde que a mensagem seja compreendida pelo interlocutor. O máximo que se pode dizer é que o uso está fora da norma culta. Portanto, não importa tanto se o símbolo é chamado de "manji" ou "suástica", o que importa é que, se o interlocutor entender a mensagem, ela está correta. Caso contrário, se houver ambiguidade ou falta de entendimento, a culpa é do remetente, que deve fornecer uma explicação mais clara. Erra quem tenta impor, na comunicação, normas que não fazem parte do entendimento comum de determinada cultura ou linguagem. Por fim, só para constar, o termo "suástica" tem registros com mais de 2.000 anos de história. 5. Monark é retardado... Quem vai defender a suástica? Na antiguidade, na Grécia, existia uma sociedade de ascetas com práticas morais valorosas. Eram místicos, filósofos, pensadores, músicos, astrônomos e, sobretudo, matemáticos. Os membros dessa sociedade eram conhecidos como pitagóricos, em homenagem ao seu fundador, Pitágoras. A ele são atribuídas várias descobertas e contribuições importantes, como o famoso teorema que leva seu nome, a relação matemática nas notas musicais, e também a identificação dos cinco poliedros regulares. Além disso, Pitágoras foi o primeiro a concluir que a Terra era esférica, desafiando as crenças da época. Os pitagóricos consideravam o dodecaedro, um dos cinco poliedros regulares, composto por 12 pentágonos, como o mais harmonioso e soberano dos sólidos. Para eles, o dodecaedro representava o universo ou o cosmos e era mantido em segredo por ser considerado perigoso demais. O pentagrama, também conhecido como a estrela de cinco pontas, está intimamente ligado ao pentágono regular que compõe o dodecaedro, bastando unir seus vértices por diagonais. O pentágono contém uma quantidade impressionante de números áureos (a divina proporção, o número da beleza) e de retângulos de ouro. As aparições desse número são tantas que é difícil contá-las. O pentagrama, portanto, era o emblema da escola de Pitágoras e o símbolo utilizado pelos matemáticos para se reconhecerem. Possivelmente, ele foi o primeiro símbolo da matemática, e eu não consigo imaginar outro símbolo mais matemático do que esse. Não há símbolo mais representativo da matemática do que o pentagrama. Agora, se o pentagrama é o símbolo primordial da matemática, por que ele não é utilizado por matemáticos? Por que não encontramos pentagramas em escolas, universidades ou, ao menos, nos departamentos de matemática? Esse símbolo não deveria ser amplamente adotado por todos da área de exatas? A resposta é simples: durante a Idade Média, o pentagrama passou a ser usado por satanistas, e o que originalmente representava harmonia e sabedoria na matemática assumiu novas conotações. Com o tempo, ele se associou a práticas ocultas e passou a carregar uma carga simbólica negativa. Diante disso, convêm aos matemáticos utilizar o pentagrama hoje em dia? Quem vai defender o pentagrama? Para mim, que sou da área de exatas e entendo a matemática contida nesse símbolo, seria maravilhoso poder colocar o pentagrama no meu perfil ou até mesmo em meu nome. No entanto, qual mensagem estaria passando? Quem entenderia isso? Quantos, de fato, dentro da área de exatas, conhecem a história e o significado desse símbolo? Posso exigir que as pessoas saibam a história do pentagrama? As pessoas precisam saber? Que tipo de pessoas estarei atraindo se utilizar esse símbolo? Eu posso esperar atrair algo diferente de satanistas e adolescentes problemáticos? A grande maioria das pessoas entenderá que sou satanista, que não compartilho dos valores morais ocidentais, que tenho ideias dissociadas da norma, e não poderei culpar ninguém por isso; a responsabilidade será exclusivamente minha. É necessário abandonar os pretextos, ter bom senso e compreender que vivemos em uma sociedade real, com uma série de interpretações que não podem ser ignoradas e não em uma realidade imaginária. Em um contexto escocês, homens podem usar saias; em um contexto russo, homens se beijam como cumprimento; em um contexto árabe, homens andam de mãos dadas. Se alguém sair por aí no Brasil usando saia, beijando homens e andando de mãos dadas com eles, pode-se culpar algum brasileiro por interpretar essas atitudes dentro de um contexto brasileiro? Convém a alguém de cultura diferente da majoritária adotar esse comportamento no Brasil, onde tais atitudes têm conotações e entendimentos distintos? Faz sentido afirmar que essa pessoa no Brasil estava apenas praticando uma cultura diferente e que, ao interpretarem de outra maneira, os brasileiros seriam os preconceituosos e xenofóbicos? Isso não seria "meter o louco"? 6. Apito de cachorro é coisa de cristão? A Imputação inverídica do "apito de cachorro" aos cristãos é um desrespeito, e uma ironia, quando isso ocorre em um vídeo que supostamente visa reivindicar respeito religioso, inclusive com ameaças aos considerados desrespeitosos. O cristianismo, em sua essência, não prega discriminação racial. Além disso, o cristianismo não defende práticas dúbias, pois não precisa esconder nada e fazer isso vai contra seus princípios fundamentais, que prezam pela clareza e moralidade. Quem utiliza o "apito de cachorro" não são grupos religiosos com posições abertas, como cristãos, budistas, hinduístas, judeus ou muçulmanos. O "apito de cachorro" é uma prática associada a indivíduos em cargos políticos ou concorrendo a eles, assim como a agentes políticos. Essencialmente são figuras públicas que buscam transmitir mensagens cifradas a uma audiência específica, com fins políticos, especialmente quando estão diante de uma multidão. Frequentemente, essas mensagens estão ligadas a atitudes que a sociedade em geral considera negativas, como práticas golpistas, criminosas e discriminatórias. A linguagem do apito é propositalmente ambígua, sendo interpretada de uma forma pelo público em geral e de outra, mais específica, para o grupo-alvo. Além disso, a expressão "apito de cachorro" não é adequada para se referir a sociedades secretas, pois essas organizações não compartilham muitos dos elementos políticos e das pautas mal vistas que caracterizam essa prática. Vale destacar que foi a imprensa que popularizou essa expressão, mas nenhum grande veículo de comunicação utiliza o termo para descrever as práticas secretas dessas sociedades. Cabe destacar que alguém pode usar o "apito de cachorro" de forma não intencional ou ingênua. Nesse caso, a pessoa pode não estar ciente do significado ambíguo da prática, mas, ainda assim, estará sinalizando algo. Outra possibilidade é que a pessoa tenha plena consciência da natureza dúbia de seu ato, mas não se importe com isso, por qualquer razão. Isso não significa que essa pessoa deseje sinalizar para um grupo específico, mas apenas que não se importe o suficiente para alterar a ambiguidade. Dessa forma, há apitos que existem mesmo que não seja a intensão do remetente. Outro ponto é a questão de quem tem a autoridade para definir o que é ou não um "apito de cachorro". Indagar sobre quem detém essa autoridade, na realidade, é uma falácia. Trata-se de uma falácia non sequitur (que não se segue), pois a existência ou não de uma autoridade não impacta a existência ou a interpretação de um apito. Além disso, é uma falácia de autoridade, pois o simples fato de uma pessoa ou instituição ser considerada uma "autoridade" não valida nem invalida algo como um apito de cachorro. Por fim, o fusca pode ser um apito de cachorro? Sim, claro, tudo depende do contexto em que a situação está inserida e de como ele pode transmitir uma mensagem dúbia. Os contextos possuem diversas variáveis, mas, para uma mensagem de massa, como a do apito, nenhuma dessas variáveis será de conhecimento particular. Um exemplo disso é o fato de que, até pouco tempo, ninguém sabia sobre a Kombi rosinha do Ig0y, algo de conhecimento restrito e com conotações pessoais. 7. No Brasil, há algum problema? No Ocidente, há algum problema? Este mês, foi noticiado que um adolescente de 17 anos, usando uma braçadeira com a suástica, tentou invadir uma escola em Monte Mor (SP) portando um machado, galões de gasolina e uma mochila cheia de coquetéis Molotov. No Brasil não há supremacistas? Não há problemas? Leia a notícia No final do ano passado, a Globo acompanhou a Polícia Federal prendendo um grupo de neonazistas que planejava matar mendigos, negros e nordestinos. Entre os presos, havia um estudante de Engenharia de Agricultura, um auxiliar de escritório, um estudante de Engenharia Automotiva da UFSC, um estudante de Letras e um de Direito, todos com idades entre 20 e 27 anos. Leia a notícia O Ig0y pediu provas sobre a preocupação com o neonazismo, então aqui estão algumas. A Polícia Federal tem registrado um aumento considerável de investigações sobre apologia ao nazismo. Até 2019, eram entre 4 e 20 inquéritos anuais, mas esse número saltou para 69 investigações em 2019 e 110 em 2020. O Brasil não tem razões para se preocupar? Leia mais sobre os dados Em 2023, 530 núcleos dessa ideologia foram mapeados no Brasil. A SaferNet Brasil, uma organização não-governamental que monitora crimes na internet, identificou 2.516 páginas com conteúdo nazista em 2020, e o Brasil ocupa a 7ª posição mundial nesse ranking. Leia a notícia Em oito anos, a Secretaria de Direitos Humanos processou 228.962 denúncias sobre apologia ao nazismo em 21.921 sites, com materiais como imagens, textos, vídeos e músicas. Leia mais sobre as denúncias Como o Ig0y vive no Brasil, eu poderia me limitar à realidade brasileira. No entanto, como ele questionou todo o Ocidente, é importante lembrar de Anders Behring Breivik, o extremista responsável pela morte de 77 pessoas em 2011, na Noruega. Recentemente, Breivik fez uma saudação nazista aos juízes durante uma audiência sobre seu pedido de liberdade condicional. Leia a notícia Para não limitar a questão apenas ao Brasil e à Europa, onde o crescimento é alarmante em todos os países, vale lembrar de um grupo de manifestantes dessa ideologia que recentemente realizou uma passeata na cidade de Tampa, na Flórida, nos Estados Unidos. Leia a notícia Eu poderia passar horas reunindo notícias, dados de governos, informações de investigações policiais e pesquisas de institutos sérios para fornecer as provas que o Ig0y solicitou. No entanto, creio que essas já são suficientes, e qualquer pessoa pode facilmente encontrar muito mais com uma pesquisa simples no Google. Essas notícias não são narrativas, nem afirmações do Patrux ou opiniões do Ig0y; são simplesmente fatos. E contra fatos tão evidentes, não há contestação. Basta não se manter alheio ao que acontece ao seu redor, buscar se manter minimamente informado e evitar a alienação para perceber a realidade. Embora eu tenha compartilhado algumas notícias, também carrego experiências pessoais que considero relevantes e que ajudam a mostrar que não estou falando apenas de algo distante de mim. Durante minha adolescência, frequentei uma escola de ensino médio de tamanho considerável, com mais de 4 mil alunos. Em determinado momento, começaram a aparecer símbolos em cadeiras e mesas. Com o tempo, esses símbolos passaram a surgir também nas portas, paredes e corredores, e logo começaram a aparecer nos quadros antes do início das aulas. O símbolo mais comum era a suástica, mas outros também apareciam, junto a frases extremamente perturbadoras. Era algo absurdo e assustador, que se prolongou por um longo período, crescendo cada vez mais. Não sabíamos exatamente quem estava por trás disso, mas ficava claro que não era coisa de apenas um ou dois indivíduos. O que mais me impressionou foi o fato de que isso não foi parar nos jornais da época, nem a polícia tomou uma atitude mais incisiva. Demorou muito para que alguém reagisse de forma efetiva. Porém, em um dado momento, vários professores se uniram para exibir uma série de vídeos sobre os horrores cometidos por essa ideologia. As imagens eram chocantes, mostrando detalhes e entrevistas com as vítimas. Foram vídeos impactantes, mas necessários. Só depois disso, as manifestações começaram a diminuir e, finalmente, cessaram. O principal erro do Ig0y é subestimar o mal. Ele acredita que as pessoas, especialmente no Brasil, são esclarecidas e boas, que a sociedade moderna está imune a essas ideias, como se as lições da história já estivessem internalizadas. Além disso, acredita nos jovens, grupo com o qual tem mais contato. Durante a Segunda Guerra Mundial, muitas pessoas pensavam viver em uma sociedade moderna e civilizada, e nem os próprios judeus imaginaram que algo tão horrível pudesse acontecer. Subestimar o mal é uma irresponsabilidade tremenda. Mesmo que o uso de certos símbolos ou a adoção de algumas ideias não sejam ilegais, e mesmo que a intenção por trás de algumas delas seja legítima, boa ou justificável, isso não impede que possam surgir consequências graves e prejudiciais. Essa é uma questão delicada, séria, e o dolo nem sempre é evidente à primeira vista. Quero compartilhar outro caso que me marcou, envolvendo um ex-vizinho meu. Ele era adepto dessas ideologias, um jovem de físico imponente e oriundo de uma família financeiramente abastada. Um verdadeiro “filhinho de papai”, que não fazia nada da vida além de adotar comportamentos violentos e andar armado com pistolas e submetralhadoras. Lembro de uma situação em que ele chamou uma pessoa caucasiana de “negro” apenas porque ela tinha cabelo cacheado. Trago essa história porque esse vizinho costumava se exibir publicamente com uma camiseta estampada com uma enorme suástica. Talvez ele se sentisse protegido pela riqueza de seus pais ou acreditasse na impunidade que muitas vezes impera no Brasil. É possível que também tivesse um álibi pronto para o caso de ser abordado pela polícia, alegando, por exemplo, que o símbolo não passava de um “manji”, um símbolo religioso. No entanto, a história teve um desfecho interessante: certa vez, a polícia o abordou. Embora não o tenha prendido, a abordagem foi eficaz. Os policiais simplesmente arrancaram sua camiseta, rasgando-a bruscamente enquanto ele ainda a usava, deixando-lhe as marcas. Para concluir este tópico, a questão racial é, em essência, absurda, especialmente no Brasil. Somos uma nação marcada pela miscigenação, e qualquer análise genética revelaria que todos nós possuímos heranças de múltiplas origens. Muitas pessoas de pele branca ficariam surpresas ao descobrir que carregam uma maior carga genética de origem africana, assim como também encontramos pessoas de pele escura com uma maior porcentagem de genes de origem europeia. 8. A participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial. Embora a participação do Brasil nas batalhas da Segunda Guerra Mundial tenha sido limitada em comparação com as grandes potências, ela teve um papel relevante na aceleração do fim do conflito. Contudo, a questão sobre a proibição da suástica em algumas partes do mundo vai além das batalhas militares. Será que o esforço de guerra, por si só, justifica a proibição de símbolos como a suástica? Uma análise séria sobre a Segunda Guerra Mundial não pode se restringir apenas aos eventos bélicos, pois há também um contexto político significativo, especialmente considerando os anos que antecederam o conflito. No Brasil, existia o Partido Nazista Brasileiro (PNB), uma ramificação do partido alemão, que esteve presente em 17 estados e atuou por cerca de uma década. O Partido Nazista estava presente em 83 países, sendo que o Brasil tinha o maior número de filiados fora da Alemanha. Além do PNB, havia a Ação Integralista Brasileira (AIB). Como o PNB aceitava apenas pessoas nascidas na Alemanha, o movimento integralista acabou sendo o refúgio de muitos simpatizantes das ideias nazistas no país. Embora Vargas fosse simpatizante de alguns líderes autoritários europeus e de suas ideologias, tendo inclusive imposto muitas das políticas características desses regimes, ambos os partidos, AIB e PNB foram oficialmente extintos quando Getúlio Vargas, por meio do golpe do Estado Novo, implantou seu próprio autoritarismo e proibiu todos os partidos políticos. O fato é que a escolha do Brasil de se alinhar com os aliados não foi uma decisão ideológica, mas sim uma consequência das pressões externas, como as dos Estados Unidos, e da percepção de que a vitória dos aliados já era iminente. As influências dessas ideologias, no entanto, perduraram na política brasileira e ainda têm relevância nos dias atuais. Alguém já esqueceu o episódio em que o ex-secretário de Cultura, Alvim, copiou trechos dos discursos de Goebbels? Um estudo recente estima que cerca de 100 mil brasileiros ainda são simpatizantes dessa ideologia. 9. Os verdadeiros budistas não usam suásticas. Minha intenção não é discutir se os verdadeiros budistas usam ou não a suástica, mas sim avaliar se os argumentos apresentados pelo Ig0y, ao responder essa questão, são logicamente válidos. O argumento principal dele é que os opositores à sua ideia estão cometendo a falácia do "verdadeiro escocês". A falácia do verdadeiro escocês consiste em atribuir uma premissa que não corresponde aos fatores definidores de algo, ou seja, é o uso de uma premissa falsa ou inadequada. Essencialmente, trata-se de uma variação da falácia non sequitur. A questão central, portanto, reside em determinar se o uso ou não da suástica pode ser considerado uma premissa válida para definir quem é ou não um budista. No entanto, em vez de refutar diretamente a premissa e demonstrar sua invalidade, o Ig0y recorre a uma generalização invertida do conceito de "verdadeiro escocês", ou seja, ele acaba utilizando a própria falácia que deveria estar refutando. Além disso, recorre a uma série de falácias de autoridade, tentando reforçar sua argumentação sem validá-la de maneira consistente. O que define ser um escocês? O que caracteriza um “verdadeiro escocês”? Sem dúvida, tal discussão abre margem para uma guerra de narrativas, com cada parte defendendo sua própria definição, baseada em diferentes interpretações do que constitui um escocês. O ser humano, limitado em sua compreensão, inevitavelmente traz uma multiplicidade de pontos de vista, resultando em diferentes concepções de “verdade” e, por consequência, diversas premissas sobre o que significa ser escocês. No entanto, pode-se realmente considerar uma “verdade limitada” como a verdade? Para que uma verdade subjetiva exista, não seria indispensável a presença de uma verdade objetiva que a sustente? Se todas as verdades limitadas fossem aceitas como absolutas, qualquer ser humano poderia ser considerado escocês. Mas, se todos são escoceses, quem não seria? Nesse cenário, o próprio conceito de “escocês” perderia sentido e deixaria de existir. Contudo, o conceito de escocês existe, o que implica necessariamente a existência de um verdadeiro escocês. Alguém poderia argumentar que o verdadeiro escocês é aquele definido pelo governo da Escócia, independentemente de onde tenha nascido. Contudo, essa premissa se baseia em um argumento de autoridade. Outro poderia sugerir que a definição vem do senso comum coletivo da nação, o que constituiria uma falácia ad populum, ou apelo à maioria. Uma abordagem alternativa seria afirmar que o verdadeiro escocês é definido pelo sentido denotativo da palavra. No entanto, existe um significado denotativo claro para "verdadeiro escocês"? Um poderia dizer que o verdadeiro escocês é aquele que nasceu na Escócia; outro, que é aquele com descendência direta de escoceses que viveram ali em séculos passados; outro ainda, que é aquele com linhagem genética "pura". Há quem defenda que escocês verdadeiro é quem adota a cultura escocesa, e há também quem diga que é simplesmente aquele que "se sente" escocês no coração. Mas, se todos no mundo se considerarem homens escoceses, então, ainda existiriam mulheres? Quem detém a autoridade para determinar quem é budista e quem não é budista? Pertence ao senhor Nakagaki essa prerrogativa? Por que o Patrux e seus colegas não teriam o direito de definir quem é o verdadeiro budista? O Ig0y, assim como eu, como o Patrux, os amigos de Patrux, o senhor Nakagaki e todos os outros seres humanos, é um mamífero, bípede, com um telencéfalo altamente desenvolvido e um polegar opositor (Ilha das Flores, 1989). O fato de qualquer indivíduo afirmar algo não confere automaticamente veracidade à sua afirmação, nem tampouco a torna falsa. O simples fato de alguém afirmar que a gravidade não existe não anula sua existência, assim como a declaração de que ela existe não a comprova. Alegar que o Patrux ou qualquer outra pessoa não tem a capacidade de afirmar o que é verdadeiro é um exemplo claro de argumentum ad verecundiam, uma falácia de apelo à autoridade. Quem é o Ig0y para afirmar que não existe paganismo no budismo? Quem lhe conferiu a autoridade para declarar que o budismo de Oxford é falso? Qual é a base para que o Ig0y se autoproclame responsável por definir quem é um verdadeiro budista? O que o habilita a determinar o que é verdade? Não estou afirmando que o budismo contenha elementos pagãos, nem que o budismo de Oxford seja a única forma legítima da prática, mas é curioso observar o Ig0y reivindicar para si uma autoridade que ele nega aos outros. Como se, ao se declarar budista, isso lhe conferisse o direito absoluto de determinar a verdade. Mais impressionante ainda é ver como ele acredita estar refutando alguém ao recorrer a esse tipo de argumento. Existem o bem e o mal, o bom e o ruim, o belo e o feio, assim como a verdade e a mentira. O Ig0y, contudo, não questionou a validade da premissa de seu opositor, mas relativizou a própria existência da verdade ao fugir com o argumentar que existem muitas vertentes do budismo. Essa relativização da verdade é um ponto central na filosofia dos sofistas, constantemente refutada desde a Antiguidade. Fazendo uma analogia com produtos, há os verdadeiros e os falsos, os de marca e os piratas, os originais e os similares. Será que o simples ato de alguém se declarar budista basta para torná-lo um budista verdadeiro? Ou seria o "verdadeiro" aquele que o Ig0y decidir apontar como tal? Posso eu, por exemplo, me declarar budista? Todos somos budistas? Ninguém é budista? Afinal, quem é o verdadeiro budista? 10. O crescimento daquela ideologia. Não parece que o argumento sobre crescimento se der a um crescimento vegetativo, como o Ig0y sugeriu ao responder ao questionamento, mencionando o aumento populacional global e os oito bilhões de habitantes. Na verdade, isso pareceu mais uma tentativa de tangenciar com uma falsa premissa, utilizando a falácia do espantalho. Além disso, o argumento de que pais adeptos daquela ideologia, ao terem filhos, transmitam suas ideias como se fossem genes é falho. Esse tipo de crescimento geracional não reflete a preocupação real da sociedade nem o padrão observado. É bem comum atualmente que membros de uma mesma família tenham orientações ideológicas distintas, independentemente de algum parente ser adepto desta ou daquela visão. Além disso, é inadequado falar apenas em crescimento absoluto de adeptos sem considerar a proporção em relação à população total, ou ao menos abordar ambos os aspectos. Primeiro, porque os estudos disponíveis não indicam essa constatação restrita. Segundo, porque, se não houvesse percepção de crescimento proporcional, a relevância social dessas ideias não estaria aumentando. Outro ponto crucial é que o Ig0y defende a ideia de que tanto o racismo quanto o antirracismo podem crescer simultaneamente. No entanto, isso não é possível em um crescimento proporcional, pois são ideias antagônicas. Uma pessoa ou é racista, ou não é. Não há espaço para neutralidade ou uma posição apolítica entre essas duas perspectivas, assim como não existe um "centro" entre o racismo e o antirracismo. Rebatendo ainda o argumento de crescimento vegetativo, os resultados do último censo realizado no Brasil indicam um crescimento populacional modesto e apontam que este será o último censo com aumento da população. Na Europa, nas Américas e na Oceania, o chamado "inverno populacional" já é uma realidade. Essas regiões apresentam taxas de natalidade abaixo do nível de reposição, resultando na redução da população nativa. Curiosamente, são justamente nesses locais, onde há presença do homem branco, que a população branca apresenta uma taxa de natalidade ainda mais baixa do que a média geral desses países, que já está abaixo da taxa de reposição. Ou seja, o declínio é ainda mais acentuado nesses países quando isolamos a população branca. A Europa apresenta uma quase estagnação populacional, com um crescimento total de apenas 0,06% ao ano, impulsionado principalmente pela forte imigração que recebe. O mesmo ocorre em diversos outros países desenvolvidos, como Canadá, Austrália e Nova Zelândia, que registram um crescimento populacional muito modesto, igualmente dependente da imigração. No Japão e na Coreia, embora recebam imigrantes, a população está em declínio absoluto. A única exceção entre os países ricos é os Estados Unidos da América, que também enfrenta um forte declínio na população nativa, mas graças à elevada imigração, consegue manter um crescimento populacional total considerável. Até a China registrou uma diminuição populacional em relação ao ano anterior, algo que ocorreu pela primeira vez em sua história em 2022. Além disso, a China deixou de ser o país mais populoso do mundo. A baixa taxa de natalidade tornou-se uma das maiores, se não a maior, preocupações do Partido Comunista Chinês. O crescimento populacional global é impulsionado principalmente pela África, países de maioria islâmica e Índia. Será que é nesses locais que está ocorrendo o crescimento real daquela ideologia? Na Europa, o problema com o crescimento daquela ideologia é mais acentuado devido a diversos fatores. A imigração islâmica é significativa e tende a resistir à adaptação cultural, gerando choques e alimentando o sentimento de perda de identidade entre a população nativa. Esse medo, associado a fatores históricos, crises econômicas, grande endividamento público e baixíssimas taxas de natalidade, cria um terreno fértil para o crescimento de ideias supremacistas. A proporção de imigrantes ou descendentes recentes de imigrantes na população europeia é alta, o que intensifica esses sentimentos e o crescimento alarmante de tais ideias. Por último, o argumento da internet, comum entre professores de ensino médio, e frequentemente utilizado como uma explicação para tudo. Primeiramente, o acesso à internet no Brasil já é tão abrangente há quase uma década que seria razoável afirmar que ela é praticamente universal há muito tempo. Se essa é a realidade de um país considerado pobre e em desenvolvimento como o Brasil, imagine a situação nos países ricos e desenvolvidos. Além disso, a internet facilita a propagação de qualquer ideia, inclusive as antirracistas, que não podem estar crescendo se as ideias racistas o estão, como já mencionei anteriormente. O máximo que se pode aceitar é que o engajamento e radicalização de ambos os lados estejam crescendo, mas não é apenas nisso que essas ideias estão se expandindo. Elas cresceram muito mais rapidamente e de forma mais abrangente no início do século passado, quando sequer existia a televisão. A internet, por si só, não mata pessoas; são as pessoas que matam pessoas. 11. Quem computa os crimes? Respondendo ao ataque à fonte do Ig0y, não vou ser repetitivo trazendo links, pois já compartilhei diversas fontes sérias, incluindo matérias jornalísticas com dados da Polícia Federal, agências do governo, pesquisas acadêmicas e ONGs. No entanto, isso não significa que essas informações, por virem dessas fontes, sejam automaticamente infalíveis ou imunes a questionamentos. O erro do Ig0y está em desqualificar os dados com base apenas na fonte ou no argumentador. Esse tipo de discurso, que ataca a fonte em vez de abordar os argumentos em si, configura uma falácia (Argumentum ad hominem). Vale lembrar também que parte desses dados é da Polícia e das agências do governo Bolsonaro, que obviamente não tinham interesse em divulgar informações sobre o aumento desses fenômenos, mas o fizeram assim mesmo. Quando for levantar esse tipo de questionamento, é necessário especificar: quem, quando, onde e por que motivo dariam dados errados ou manipulados. Não é plausível levantar esse tipo de dúvida superficial, genérica, sobre a fonte sem justificativa. Além disso, isso não está ocorrendo somente no Brasil. O aumento desses casos também é registrado em todo o Ocidente, por instituições muito mais credenciadas e sérias do que as brasileiras. Quais as probabilidades de todas elas estarem manipulando dados e envolvidas em um complô internacional? Atacar a metodologia poderia ser um argumento válido, mas o Ig0y faz isso com uma alegação sem fundamento. Ele afirma que essas instituições classificam o uso do manji (a suástica usada com fins religiosos) como crime de apologia. Não, assim não, pelo amor de Deus, não vá por esse caminho. Será que houve um aumento tão grande de budistas no Brasil usando esse símbolo, a ponto de a polícia investigar isso nas sangas? É óbvio que a polícia e o governo não consideram isso como apologia. Algumas das reportagens que encontrei explicavam os critérios de contagem e não deixavam margem para esse tipo de confusão. Em uma delas, até especificaram que o manji, quando usado com fins religiosos, não é considerado apologia. Pior do que isso é a suposta prova apresentada por Ig0y sobre os erros metodológicos, que, para começar, não tem nenhuma relação com apologia àquela ideologia, mas sim com homicídios de mulheres. Para quem não sabe, a Lei nº 13.104/15, que define o que é feminicídio, estabelece como tal a discriminação de gênero (Art. 1º, § 2º-A, II)ou violência doméstica (Art. 1º, § 2º-A, I). Questionar a metodologia, alegando que ela está errada por contar um crime de violência doméstica, quando na verdade está de acordo com a lei que tipificou o feminicídio, é um grande equívoco. Além disso, surge a seguinte dúvida: será que uma mulher pode odiar as mulheres ou até mesmo o fato de ser mulher? 12. A cruz de Pedro. Não há indícios de que cristãos estejam interessados em resgatar o uso desse símbolo porque ele nunca precisou ser resgatado. A cruz invertida faz parte da tradição católica não bíblica, baseada no relato de que Pedro teria sido crucificado de cabeça para baixo. O relato mais antigo sobre a morte de Pedro é atribuído ao teólogo Orígenes, que viveu entre 185 e 253. Esse símbolo está ligado a Pedro, não a Cristo, e na Igreja Católica apenas o papa, que se declara sucessor apostólico de Pedro, utiliza esse emblema. O papado nunca deixou de usá-lo, e não faz sentido que outra pessoa queira adotá-lo como símbolo. Os satanistas da Idade Média começaram a usar a cruz invertida pelo significado evidente de um Cristo invertido, como um símbolo de oposição ao cristianismo. Antes disso, as pessoas comuns não a utilizavam pela mensagem negativa que transmitia. Além disso, ela nunca foi o símbolo da cristandade, que sempre teve a cruz tradicional como seu emblema mais importante e universal. 13. O intolerante Karl Popper. Eu aprecio o paradoxo da intolerância e compreendo sua origem, que é, em essência, uma releitura da Lei de Talião para um caso específico: olho por olho, dente por dente, intolerância por intolerância. Apesar de admirar o princípio dessa lei, considero que há um equívoco em sua aplicação prática por muitos. Justiça não deve ser feita com as próprias mãos, pois isso nem ao menos é justiça. O julgamento e a aplicação da lei pertencem exclusivamente ao Estado e, em última instância, a Deus. Cabe ao povo exercer a tolerância e praticar o perdão. Afinal, se alguém roubar, rouba-se de volta? Se alguém matar, mata-se de volta? Um erro nunca pode justificar outro. 14. Ig0y raivoso. Quando há uma promessa de causar dano, mesmo que não seja diretamente contra outra pessoa, mas com a intenção de provocar algum tipo de prejuízo, isso já se torna problemático. Quando o Ig0y diz a seus oponentes que deveriam agradecer por ele “apenas” entrar com um processo, o que exatamente ele quer dizer com isso? O que mais, além de um processo, ele estaria sugerindo? Isso poderia ser interpretado como uma ameaça? Ao afirmar que procuraria o empregador do Patrux para tentar demiti-lo, o Ig0y não estaria fazendo outra ameaça? E, se realmente conseguisse causar esse prejuízo ao Patrux, como isso deveria ser caracterizado? Fazendo um exercício mental sobre a ideia de Ig0y ir atrás do empregador de Patrux: qual seria o custo disso? Quatro, cinco ou seis mil reais? Será que Ig0y teria recursos para gastar dessa forma? E, mesmo que tivesse, isso realmente valeria a pena? Ele sabe, ao menos, onde Patrux mora para tentar descobrir seu emprego ou mesmo para processá-lo? Supondo que Ig0y conseguisse encontrar o emprego, quem garante que Patrux trabalha em uma empresa pequena, com um patrão acessível? E se for uma grande corporação? Como Ig0y sequer passaria da recepção? Grandes empresas raramente se preocupam com questões pessoais de seus funcionários, a menos que Patrux fosse, por exemplo, um CEO. Mesmo que Patrux trabalhasse em uma empresa pequena, e mesmo que Ig0y conseguisse falar com o empregador, quem garante que o patrão não apoiaria Patrux em vez de prejudicá-lo? Além disso, quem disse que Ig0y teria como publicar algo contra Patrux no LinkedIn? Como sabemos que Patrux sequer tem um perfil lá? E, sinceramente, quem realmente se importa com o LinkedIn? Esse tipo de ameaça merece mesmo ser levado a sério? Por fim, quando Ig0y chama alguém para um encontro, fazendo gestos com a mão fechada, isso também não soa como mais uma ameaça? |
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Tiago_Vaz_007 | Nov 16, 2024 7:05 AM
O que esperar da Winter 2025:
Ore dake Level Up na Ken Season 2: Arise from the Shadow Solo Leveling teve uma primeira temporada muito divertida e terminou deixando uma enorme expectativa para a continuação. Felizmente, a aguardada segunda temporada mantém o mesmo estúdio e diretor, prometendo uma experiência tão boa quanto, ou até melhor, que a primeira. Kusuriya no Hitorigoto 2nd Season A primeira temporada estreou ao mesmo tempo que Frieren, o que acabou ofuscando o brilho do anime da Apotecária. Ainda assim, está entre os animes mais bem avaliados no MyAnimeList e possui uma popularidade significativa. Parece ser uma escolha certeira, pois tudo aponta para uma continuação promissora. Dr. Stone: Science Future Tudo indica que esta será a última temporada. Para quem acompanhou todas as anteriores, com seus altos e baixos, parece indispensável assistir para finalmente conhecer o desfecho da trama. Sakamoto Days Este anime conta a história de um ex-assassino que, agora aposentado, só quer curtir a família e tocar seu pequeno negócio. A trama promete uma mistura de ação e comédia, trazendo antigos rivais e parceiros que ainda perseguem o protagonista, apesar de ele não matar mais ninguém. As expectativas para a série são altas: antes mesmo de a primeira temporada estrear, uma segunda já foi anunciada. O sucesso do mangá, amplamente elogiado, e o grande número de pessoas que planejam acompanhar o anime reforçam o hype. No entanto, ao assistir ao trailer, a produção revela-se simples, o protagonista não demonstra grande carisma, e o anime transmite a sensação de ser uma obra underground que, curiosamente, vem sendo bastante aguardada. Kimi no Koto ga Daidaidaidaidaisuki na 100-nin no Kanojo 2nd Season Apesar de ter recebido muitos comentários positivos sobre a primeira temporada, não a assisti, e por isso não pretendo acompanhar a segunda. Um anime com um protagonista que tem 100 namoradas me parece ter personagens demais para ser realmente envolvente. Além disso, alguns comentários mencionam que a obra já poderia ter terminado de forma satisfatória na primeira temporada, o que me deixa ainda mais cauteloso em relação à continuação. Watashi no Shiawase na Kekkon 2nd Season Os primeiros episódios da primeira temporada, inspirados no conto da Cinderela, foram excelentes. No entanto, a partir de certo ponto, o anime deu a impressão de que já não tinha mais uma boa história para contar, acabando por perder a qualidade e a direção da trama. Meu interesse pela obra diminuiu consideravelmente na segunda metade da temporada, o que deixou pouca motivação para assistir à continuação. Jibaku Shounen Hanako-kun 2 Não sou muito fã do gênero desta obra, então não me interessei em assistir à primeira temporada, muito menos à segunda. De qualquer forma, assisti ao trailer, que pareceu bem produzido e pode ser um bom indicativo para quem aprecia esse tipo de proposta. Unnamed Memory Act.2 Ao ler a sinopse, é possível perceber o grande potencial da trama, argumento reforçado pelas boas avaliações da Light Novel. No entanto, a primeira temporada foi mal recebida, com avaliações baixas e popularidade modesta, possivelmente devido às mudanças polêmicas na adaptação, que não agradaram ao público. Como a primeira temporada estreou no meio deste ano, é provável que a segunda já estivesse planejada antes mesmo de seu lançamento. Pessoalmente, não assisti à primeira temporada, o que me torna ainda menos inclinado a acompanhar a continuação. Além disso, o trailer não foi empolgante. Honey Lemon Soda Romance escolar com uma trama já conhecida: uma garota introvertida e um garoto popular em meio a conflitos de bullying. Não há nada de novo na proposta, mas espero que, ao menos, o desenvolvimento dos personagens seja interessante. Em termos de gráficos, o estilo é bem simples e mediano. No geral, parece uma obra que apela para coitadismos e traços meio woke, sem elementos realmente marcantes que chamem a atenção. Class no Daikirai na Joshi to Kekkon suru Koto ni Natta Uma comédia romântica em que dois estudantes se casam e começam a morar juntos. Gosto dessa proposta, pois é mais interessante do que as tramas que costumamos ver em animes. Agora, o sucesso da série vai depender principalmente da criatividade e do talento cômico do diretor. Ao no Exorcist: Yosuga-hen Quinta temporada. Sei que há quem goste, mas eu acabei desistindo já na primeira temporada. Guild no Uketsukejou desu ga, Zangyou wa Iya nanode Boss wo Solo Toubatsu Shiyou to Omoimasu Dizem que, um dia, haverá um anime para tudo, e talvez isso seja um reflexo de excesso de criatividade ou falta de ideias, como no caso deste, em que a protagonista é uma recepcionista de uma guilda de aventureiros. Mesmo assim, a premissa parece interessante, já que, para se livrar das pilhas de papelada, nossa heroína decide se tornar uma aventureira secreta. Infelizmente, a animação do trailer deixa a desejar, com o uso de 3D que parece destoar. Com uma animação melhor, poderia ser uma boa aposta, mas, com esses problemas, provavelmente ficará abaixo do aceitável. Grisaia: Phantom Trigger the Animation (TV) A franquia Grisaia possui três arcos realmente excelentes, mas o restante do material apresenta, no máximo, alguns momentos acima da média. O maior problema, no entanto, é que a trama foi concluída na segunda temporada. Depois disso, ainda foram lançados dois filmes que receberam críticas negativas. Não vejo o que uma terceira temporada poderia acrescentar à história e, pessoalmente, acredito que será apenas fanservice barato. Kuroiwa Medaka ni Watashi no Kawaii ga Tsuujinai Mais uma comédia romântica da temporada, embora esta pareça ter mais foco no romance do que na comédia. O mangá não é muito bem avaliado, o estúdio não tem obras de grande destaque, e o diretor também não possui um portfólio com grandes projetos. Nem o trailer escapa da mediocridade (no sentido de estar na média). Tem tudo para ser um dos animes mais medianos da temporada. Ishura 2nd Season Reconheço que a primeira temporada teve seus problemas, mas, no geral, foi até bem positiva. Estou ansioso para conferir esta segunda temporada e espero que ela me surpreenda, corrigindo os erros e mantendo os acertos da temporada anterior. Übel Blatt A sinopse do anime promete uma fantasia épica em grande escala. Já pelo trailer, é possível perceber que a demografia alvo é voltada para o público adulto, dado o conteúdo extremamente violento, com cenas de sangue explícito. A animação, embora não impressione, parece ser suficientemente boa para não prejudicar a experiência. Meu maior receio é que, com o mangá recebendo uma avaliação mediana, a trama possa acabar sendo morna, somada a uma animação que não se destaca muito. No entanto, ainda pode se tornar um sucesso da temporada por ser uma das poucas opções focadas em ação, com um protagonista overpower e outros elementos de aventura que costumam atrair o público. Além disso, conta com um toque de ecchi, o que pode atrair ainda mais pessoas. Kono Kaisha ni Suki na Hito ga Imasu Mais uma comédia romântica da temporada, sinal de que a moda dos isekais parece estar cedendo espaço para os romances. Diferente de outras obras dessa lista, esta é um seinen, com personagens adultos e um ambiente de conflito situado no local de trabalho, o que pode ajudar na identificação do público-alvo. Embora tenha um diferencial em relação aos romances escolares, a proposta em si é bem comum. Talvez o que realmente destaque a série seja a sutileza no comportamento dos personagens, especialmente enquanto tentam manter o romance em segredo no trabalho. Zenshuu Uma obra original cuja sinopse descreve, de forma resumida, uma narrativa sobre a própria indústria de animes, acompanhando a trajetória de um jovem que se torna animador e, mais tarde, diretor. Curiosamente, o trailer não parece ter nada em comum com essa descrição; talvez, para atrair o público, tenham preferido destacar cenas de ação ambientadas em um mundo medieval, possivelmente de um anime que o próprio protagonista está criando. A sinopse também menciona que o protagonista nunca se apaixonou e está tentando entender o conceito de primeiro amor, o que indica a possibilidade de mais um romance na temporada. Sendo uma produção da Mappa, há uma expectativa de que, no mínimo, alcance um sucesso relativo e tenha uma qualidade aceitável. Além disso, em geral, obras que retratam a indústria de animes tendem a agradar os críticos. Okinawa de Suki ni Natta Ko ga Hougen Sugite Tsurasugiru Mais uma comédia romântica escolar na temporada, provavelmente com um trio romântico em jogo. Desta vez, a problemática foca na comunicação entre dialetos regionais japoneses, o que pode trazer um toque interessante à dinâmica. O diretor, apesar de bastante experiente na função e com boas obras no currículo, é o mesmo que comandou o controverso Berserk 3D. O estúdio, por sua vez, é relativamente pequeno, e o mangá não tem uma avaliação muito positiva. Medalist Naturalmente, já tenho uma certa aversão por animes de esporte, especialmente quando apresentam um estilo meio "moe". O fato de a protagonista ser uma garotinha feia também limita a trama às competições e a alguns momentos fofos, sem espaço para expectativas de romance. Pelo menos, o mangá é bem avaliado, o que traz alguma esperança para a adaptação. Izure Saikyou no Renkinjutsushi? A proposta do anime gira em torno de um herói que, ao ser convocado por engano para outro mundo, recebe, em decorrência desse equívoco, um poder especial de criar praticamente qualquer coisa. Embora esse poder seja superapelativo, o protagonista está interessado apenas em viver uma vida pacífica e tranquila. Isso acaba gerando um grande problema para a trama: a falta de uma motivação clara. Sem isso, a história pode se tornar desinteressante, já que não parece haver um grande conflito ou desafio que justifique o interesse em acompanhar a jornada. NEET Kunoichi to Nazeka Dousei Hajimemashit Mais uma comédia romântica da temporada, baseada em um mangá mal avaliado e adaptada por um estúdio pequeno. O "diferencial" da obra é focar em Otakus NEET e incluir alguns elementos sobrenaturais. Nihon e Youkoso Elfo-san Um isekai reverso em que uma elfa vem para o nosso mundo e tenta se adaptar à vida cotidiana de uma adolescente humana, enquanto divide cenas cômicas com o protagonista. O que espero desse anime são algumas cenas engraçadas, outras fofas, provavelmente um toque de romance, e muitas situações chatas do dia a dia. Sinceramente, não sei se vale a pena; provavelmente vai depender de quantas cenas enfadonhas teremos que suportar até as boas chegarem e de quão boas elas realmente serão. Akuyaku Reijou Tensei Ojisan A ideia de um anime otome game com uma vilã como protagonista me agrada, mas não com um velho japonês reencarnado no corpo de uma garota jovem e loira. Que tipo de fetiche é esse? Além disso, a sinopse menciona que a proposta é exaltar, através do protagonista, os valores de trabalho, o perfeccionismo e a moral familiar japonesa. Parece que a obra está mais preocupada em transmitir uma mensagem do que em oferecer uma narrativa realmente interessante. S-Rank Monster no "Behemoth" dakedo, Neko to Machigawarete Elf Musume no Pet toshite Kurashitemasu Anime sobre um gato adotado por uma elfa e um grupo de jovens aventureiras, que na verdade não é um gato, mas sim o monstro mais perigoso e poderoso deste mundo. Além disso, ele carrega a alma de um cavaleiro reencarnado. Até consigo entender a criatividade da proposta, mas falta motivação e identificação com os personagens. Salaryman ga Isekai ni Ittara Shitennou ni Natta Hanashi Mais um isekai em que o protagonista acaba trabalhando para o rei das trevas. O diferencial é que ele não possui poderes e conquista seus feitos apenas com as habilidades de um trabalhador comum da Terra. Provavelmente será um anime com pouca ação, focado mais em administração, com alguns momentos cômicos, já que se trata de uma comédia, e algumas pitadas de romance. A proposta é bastante genérica, e para completar, o mangá não tem uma boa avaliação. Botsuraku Yotei no Kizoku dakedo, Hima Datta kara Mahou wo Kiwametemita A principal problemática da obra é a dificuldade financeira da família nobre do protagonista. No entanto, isso nem parece ser tão relevante, já que a verdadeira proposta da obra é a de um jovem aprendendo a usar magia. Ou seja, a trama se resume a um longo e entediante arco de treinamento. Hana wa Saku, Shura no Gotoku Um drama escolar com uma pegada mais adulta, que se passa em uma pequena ilha com uma população reduzida, envolvendo leitura e transmissões de rádio. Como é comum em dramas, o ritmo será mais lento, com cenas contemplativas e situações cotidianas, algo que nem todos apreciam, e, mesmo para os que gostam, não é algo para consumir o tempo todo. Ainda assim, sinto que pode valer a pena, pois parece oferecer um conteúdo reflexivo de boa qualidade, com momentos emocionantes. Além disso, não me parece ser um melodrama exagerado a ponto de se tornar piegas. Ameku Takao no Suiri Karte Anime sobre um doutor investigativo, o que me lembra bastante a série Dr. House. Não acredito que este anime consiga replicar o sucesso da série, pois nela há uma grande dedicação à pesquisa na produção do roteiro, com narrativas recheadas de reviravoltas bem orquestradas, grande verossimilhança e um humor sarcástico marcante. Fuguushoku "Kanteishi" ga Jitsu wa Saikyou Datta Um protagonista desvalorizado pelo seu poder é usado, abusado e, eventualmente, abandonado pelos seus companheiros aventureiros. Porém, após pensar em desistir, ele dá a volta por cima, forma um novo grupo e mostra que o seu poder desvalorizado, na verdade, é extremamente importante. Pela sinopse, percebe-se que a trama é um tanto genérica, e pelos gráficos apresentados no trailer, é possível notar os elementos mais comuns e desinteressantes próprios do gênero. Douse, Koishite Shimaunda O anime segue a história de uma garota com o coração partido que encontra quatro garotos que se apaixonam por ela e a cortejam. Trata-se de um harém reverso escolar voltado para o público feminino. Embora, por uma questão demográfica, esse tipo de proposta geralmente não me atraia, o que mais me deixa cético é a avaliação negativa do mangá. A-Rank Party wo Ridatsu shita Ore wa, Moto Oshiego-tachi to Meikyuu Shinbu wo Mezasu Mais um anime de fantasia em que o herói, maltratado, explorado e ridicularizado pelos seus colegas de grupo, deixa o time e se junta a outro, onde seus verdadeiros talentos podem se manifestar e revelar o seu poder. A única diferença dessa trama é que o novo grupo do herói é formado exclusivamente por mulheres, que são suas ex-alunas. Além disso, os gráficos do trailer estavam bons, mas ainda assim eram bem genéricos. O que realmente me desagradou foi a música do trailer. Mahoutsukai no Yakusoku Adaptado de um jogo pouco conhecido, e ainda não há uma sinopse disponível para esta obra no MAL. No entanto, foi lançado o trailer sem legendas, e posso dizer que, visualmente, está aceitável e até bonito. No mais, não posso recomendar algo com tão poucas informações. Kisaki Kyouiku kara Nigetai Watashi Mais uma comédia romântica da temporada, desta vez com uma pegada de conto de fadas ao estilo "princesinha da Disney". A protagonista é prometida em casamento a um príncipe desde a infância, mas rejeita a ideia de um casamento arranjado. A trama se desenvolve com o príncipe tentando conquistá-la, enquanto ela tenta resistir aos seus encantos. Não nego que a proposta tenha um forte apelo, especialmente para certos públicos, mas, para mim, que já vi tantas histórias com essa premissa, isso sozinho não é o suficiente. BanG Dream! Ave Mujica Mais um daqueles animes musicais com idols, um gênero que parece ter um forte apelo com o público japonês e aparece quase toda temporada. Este é o sétimo título da franquia BanG Dream, o que comprova sua resiliência. Acredito que a obra tenha alguma história de fundo, que pode até ser interessante, mas provavelmente não foge muito dos clichês do gênero. Afinal, o que realmente atrai o público nesse tipo de produção não é tanto a narrativa, mas sim a admiração pela cultura idol e pelas músicas japonesas. Além disso, não acredito que os produtores tenham um interesse genuíno em alcançar um sucesso mundial com essas obras, mas apenas em atender a um público específico que consome produtos relacionados. Sentai Red Isekai de Boukensha ni Naru O isekai do super sentai. Basicamente, a trama gira em torno de um Power Ranger vermelho que é invocado para o clássico mundo de fantasia do gênero isekai. Tenho que admitir que a proposta é criativa e, por ser tão inusitada, conseguiu arrancar alguns risos de mim. Sinceramente, eu gostaria de apostar mais nesse anime, mas o trailer revela uma animação mediana: bem acabada, mas sem alma, repleta de clichês e com aquele aspecto industrial. Para piorar, o mangá também não foge do mediano em suas avaliações. Babanbabanban Vampire É um boys love no qual um vampiro gay deseja provar o sangue de um jovem virgem de 18 anos. O conflito surge quando o vampiro descobre que o garoto que ele vinha "cultivando" atinge os 15 anos, entra na puberdade e se apaixona por uma garota da mesma classe. É claro que o vampiro não vai permitir que esse romance aconteça. Sorairo Utility (TV) Anime de esporte, focado em garotinhas japonesas praticando golfe. Confesso que já tenho uma certa antipatia por animes desse gênero, mas este me causa uma reação ainda mais negativa, pois não consigo enxergar muita verossimilhança em jovens meninas jogando um esporte tradicionalmente associado a homens ricos, velhos e americanos. Pelo menos, há um problema real a ser superado pelas protagonistas. Hazure Skill "Kinomi Master": Skill no Mi (Tabetara Shinu) wo Mugen ni Taberareru You ni Natta Ken ni Tsuite Antes de falar da trama propriamente dita, gostaria de fazer um comentário sobre como é comum encontrar personagens em animes com designs inspirados e muito similares aos de Kirito e Saber. Quanto à trama, há um subtexto que valoriza pessoas desvalorizadas pela sociedade moderna, especialmente no contexto dos agricultores. Claro que essa mensagem é emoldurada por uma narrativa que se passa em um mundo de fantasia, com o protagonista humilde e resignado adquirindo uma habilidade que o torna o mais poderoso do mundo. No entanto, esse conceito por si só não me parece suficientemente inovador ou atraente, e pode até se perder na tentativa excessiva de transmitir uma mensagem. Além disso, o que realmente me deixa com o pé atrás em relação à obra é o fato de o mangá ser bastante mal avaliado. Momentary Lily É um anime original, com elementos moe e de vida cotidiana, mas ambientado em um mundo pós-apocalíptico invadido por alienígenas mecânicos, contra os quais as protagonistas lutam usando uma ou mais armas poderosas. As garotas parecem ser as únicas sobreviventes, já que só conhecem umas às outras. O trailer mostra uma das garotas em combate com os inimigos, lembrando o estilo de "garotas mágicas". A impressão que tenho é que misturaram vários conceitos de outras obras e colocaram no liquidificador, o que pode até dar certo em alguns casos, mas também pode resultar em uma verdadeira "gororoba". Pessoalmente, não sou fã de alguns desses ingredientes, então não me arrisco. Além disso, o trailer utiliza muita computação gráfica, especialmente para transformar cenas reais em animações. Embora eu perceba uma beleza nos cenários e um cuidado na fluidez do cabelo das personagens, a combinação de elementos acaba parecendo artificial e não harmônica. Magic Maker: Isekai Mahou no Tsukurikata Outro Isekai, desta vez com um protagonista que reencarna em um mundo de fantasia onde não existe magia. O enredo gira em torno de sua frustração por viver em um mundo sem magia, levando-o a criar a própria magia. Preciso mesmo explicar por que esse enredo é um lixo? Hotel Tasokare O anime é baseado em um jogo e gira em torno dos mistérios envolvendo fenômenos sobrenaturais e um hotel isolado. Os primeiros segundos do trailer até chamaram minha atenção, especialmente pela ambientação do hotel no meio do nada e pela trilha sonora. No entanto, meu histórico com animes dessa proposta não é muito positivo. Alguns elementos típicos de animes de temporada não costumam se encaixar bem com o gênero e, geralmente, não conseguem me transmitir fortes emoções. Mahoutsukai Precure!! Mirai Days Esta é a segunda temporada de uma obra que começou em 2016 e, até hoje, mantém uma popularidade bastante baixa. Trata-se de um anime original sobre garotas mágicas, ou mais especificamente, bruxas mágicas, que lutam contra inimigos sobrenaturais. Pela sinopse, não parece haver muita profundidade ou um grande subtexto, então não espere algo como um Madoka Magica com cores vibrantes. Around 40 Otoko no Isekai Tsuuhan Este é um anime Isekai em que um homem de 40 anos é transportado para outro mundo, onde sua jornada consiste em viver uma vida cotidiana por meio de compras pela internet. Sinceramente, não entendo o que passa pela cabeça de um autor que acredita que as pessoas queiram acompanhar histórias sobre o comum. Pelos mesmos motivos que não se fala constantemente sobre o cotidiano nas notícias, não deveria existir um anime de fantasia com elementos banais. O que as pessoas realmente querem ver é o incomum. Além disso, a trama carrega um subtexto depressivo, explorando a insatisfação de um homem de 40 anos, que, incapaz de encontrar realização no mundo real, precisa recorrer a um universo de fantasia para buscar uma vida tranquila. UniteUp! Uni Se existe um anime musical de idols com personagens femininas, é natural que também haja um anime de idols com personagens masculinos, visando agradar a uma demografia oposta. Se algo voltado para o meu público não desperta o meu interesse, muito menos algo que não é direcionado a ele. Sousei no Aquarion: Myth of Emotions Ainda não há muitas informações sobre este anime, já que se trata de uma obra original e a sinopse ainda não está disponível no MAL. No entanto, com base nas poucas informações e no trailer, parece ser um mecha em que crianças comandam robôs gigantes. Além disso, o estilo de animação mostrado no trailer se distancia do habitual, lembrando mais um estilo de cartum, como o de As Meninas Superpoderosas. O título, Myth of Emotions, também sugere uma possível conexão com algo como Divertida Mente, uma versão anime da ideia de explorar emoções. Kinnikuman: Kanpeki Chоujin Shiso-hen Season 2 Comentei sobre este anime quando a primeira temporada (a primeira temporada da volta de novos episódios, já que a original é de 1983) foi lançada neste ano e, na época, não tive interesse em assistir. Esse sentimento permanece, especialmente em relação à continuação. No entanto, é preciso reconhecer que Kinnikuman é uma franquia clássica e de longa data, com um público fiel e cativo. É o tipo de obra que, mesmo sem me atrair, tem potencial para trazer novos públicos e agradar bastante a sua demografia-alvo. Cardfight!! Vanguard: Divinez Deluxe-hen A nona temporada de um anime de cartas que passa quase despercebido por grande parte do público, mas que continua recebendo novas temporadas, provavelmente devido às vendas das cartas ou por razões relacionadas às dinâmicas de televisão e regulamentações japonesas. Curiosamente, mantém uma produção considerável, apesar da falta de popularidade aparente. Mashin Souzouden Wataru Mais um retorno de uma franquia clássica, iniciada no final dos anos 80, com várias temporadas e muitos episódios durante os anos 90. Embora eu não tenha nada contra continuações, remakes ou reboots de obras antigas, percebo que propostas desse tipo não têm encontrado grande aceitação nos últimos tempos, resultando em pouco sucesso. Além disso, trata-se de um mecha com crianças como pilotos, e o design dos robôs segue um estilo desproporcional e cartunesco, o que provavelmente afasta parte do público. Farmagia Adaptação de um jogo de fantasia que, admito, não joguei. Pelo trailer e pela sinopse, a história parece girar em torno de um protagonista que administra uma fazenda em um mundo de fantasia, onde cria e alimenta monstros com o objetivo de formar novos companheiros ou até mesmo um exército poderoso. Resumindo, é um anime de agricultor e pecuarista em um cenário mágico. Sinceramente, parece bem chato. What to expect from Winter 2025: Ore dake Level Up na Ken Season 2: Arise from the Shadow Solo Leveling had a very entertaining first season and ended by leaving fans with high expectations for the continuation. Fortunately, the highly anticipated second season retains the same studio and director, promising an experience just as good as — or perhaps even better than — the first. Kusuriya no Hitorigoto 2nd Season The first season premiered at the same time as Frieren, which ended up overshadowing the Apothecary anime’s charm. Even so, it ranks among the highest-rated anime on MyAnimeList and enjoys significant popularity. It seems like a safe bet, as everything points to a promising continuation. Dr. Stone: Science Future All signs indicate that this will be the final season. For those who followed all the previous seasons, with their ups and downs, it seems essential to watch and finally discover the conclusion of the story. Sakamoto Days This anime tells the story of a former assassin who, now retired, just wants to enjoy family life and run his small business. The plot promises a mix of action and comedy, featuring old rivals and partners who continue to pursue the protagonist, despite his no-kill policy. Expectations for the series are high: even before the first season’s premiere, a second season was already announced. The manga’s success, widely praised, and the large number of people planning to watch the anime only fuel the hype. However, after watching the trailer, the production appears simple, the protagonist lacks significant charisma, and the anime gives off the vibe of an underground work that, interestingly enough, has been highly anticipated. Kimi no Koto ga Daidaidaidaidaisuki na 100-nin no Kanojo 2nd Season Although the first season received many positive reviews, I didn’t watch it, and therefore, I don’t plan to follow the second. An anime with a protagonist who has 100 girlfriends seems to have too many characters to be truly engaging. Furthermore, some comments suggest that the series could have concluded satisfactorily in the first season, making me even more cautious about the continuation. Watashi no Shiawase na Kekkon 2nd Season The first episodes of the first season, inspired by the Cinderella tale, were excellent. However, at a certain point, the anime started to feel like it no longer had a good story to tell, ultimately losing its quality and narrative direction. My interest in the series decreased considerably during the second half of the season, leaving little motivation to watch the continuation. Jibaku Shounen Hanako-kun 2 I’m not a big fan of this genre, so I wasn’t interested in watching the first season, let alone the second. That said, I did watch the trailer, which seemed well-produced and might be a good indicator for those who enjoy this type of story. Unnamed Memory Act.2 Reading the synopsis reveals the great potential of the plot, a point further supported by the positive reviews of the Light Novel. However, the first season was poorly received, with low ratings and modest popularity, possibly due to controversial changes in the adaptation that didn’t sit well with the audience. Since the first season premiered earlier this year, it’s likely that the second was already planned before its release. Personally, I didn’t watch the first season, which makes me even less inclined to follow the continuation. Moreover, the trailer wasn’t exciting. Honey Lemon Soda A school romance with a familiar premise: an introverted girl and a popular boy navigating bullying conflicts. There’s nothing new about the concept, but I hope the character development will at least be engaging. Visually, the art style is simple and average. Overall, it seems like a series that leans into victim narratives and slightly "woke" traits, without any truly striking elements to stand out. Class no Daikirai na Joshi to Kekkon suru Koto ni Natta A romantic comedy where two students get married and start living together. I like this premise, as it’s more interesting than the typical storylines we usually see in anime. Now, the series’ success will depend largely on the director’s creativity and comedic talent. Ao no Exorcist: Yosuga-hen Fifth season. I know there are fans of the series, but I gave up on it back in the first season. Guild no Uketsukejou desu ga, Zangyou wa Iya nanode Boss wo Solo Toubatsu Shiyou to Omoimasu They say there will one day be an anime for everything, and perhaps this reflects either an excess of creativity or a lack of ideas. This case features a protagonist who works as a receptionist at an adventurers’ guild. Still, the premise seems intriguing, as, to avoid piles of paperwork, our heroine decides to become a secret adventurer. Unfortunately, the trailer’s animation is underwhelming, with 3D visuals that feel out of place. With better animation, it could have been a promising series, but with these issues, it will likely fall below acceptable standards. Grisaia: Phantom Trigger the Animation (TV) The Grisaia franchise features three truly excellent arcs, but the rest of the material offers, at best, a few above-average moments. The biggest issue, however, is that the story was concluded in the second season. After that, two movies were released, both receiving negative reviews. I don’t see what a third season could add to the story and personally believe it will be nothing more than cheap fanservice. Kuroiwa Medaka ni Watashi no Kawaii ga Tsuujinai Another romantic comedy this season, although this one seems to focus more on romance than comedy. The manga isn’t highly rated, the studio lacks standout works, and the director doesn’t have a portfolio of notable projects. Even the trailer fails to rise above mediocrity (in the sense of being average). It has all the makings of one of the most middle-of-the-road anime of the season. Ishura 2nd Season I acknowledge that the first season had its issues, but overall, it was quite positive. I’m looking forward to checking out the second season and hope it surprises me by correcting the mistakes while keeping the successes from the previous season. Übel Blatt The anime’s synopsis promises an epic fantasy on a grand scale. From the trailer, it’s clear that the target demographic is aimed at an adult audience, given the extremely violent content, with explicit blood scenes. The animation, though not impressive, seems good enough not to hinder the experience. My biggest concern is that, with the manga receiving mediocre ratings, the plot might end up being lukewarm, coupled with an animation that doesn’t stand out much. However, it still has the potential to become a seasonal hit as one of the few action-focused options, featuring an overpowered protagonist and other adventure elements that tend to attract the audience. Additionally, it includes a touch of ecchi, which could draw even more people in. Kono Kaisha ni Suki na Hito ga Imasu Another romantic comedy this season, signaling that the isekai trend seems to be making way for romances. Unlike other works on this list, this one is a seinen, with adult characters and a conflict set in a workplace environment, which could help with audience identification. Although it has a unique angle compared to school romances, the concept itself is fairly common. Perhaps what will truly set the series apart is the subtlety in the characters’ behavior, especially as they try to keep their romance a secret at work. Zenshuu An original work whose synopsis briefly describes a narrative about the anime industry itself, following the journey of a young man who becomes an animator and later a director. Interestingly, the trailer seems to have little in common with this description; perhaps to attract the audience, they chose to highlight action scenes set in a medieval world, possibly from an anime the protagonist is creating. The synopsis also mentions that the protagonist has never fallen in love and is trying to understand the concept of first love, suggesting the possibility of another romance this season. Being a production from MAPPA, there is an expectation that it will at least achieve relative success and maintain an acceptable level of quality. Additionally, works that depict the anime industry generally tend to please critics. Okinawa de Suki ni Natta Ko ga Hougen Sugite Tsurasugiru Another school romantic comedy this season, likely featuring a love triangle. This time, the central issue focuses on communication between different Japanese regional dialects, which could add an interesting dynamic to the plot. The director, despite being quite experienced and having a solid portfolio, is the same one who helmed the controversial Berserk 3D. The studio, on the other hand, is relatively small, and the manga doesn’t have very positive ratings. Medalist Naturally, I already have a certain aversion to sports anime, especially when they feature a somewhat "moe" style. The fact that the protagonist is an unattractive girl also limits the plot to competitions and a few cute moments, leaving no room for romance expectations. At least the manga is highly rated, which gives some hope for the adaptation. Izure Saikyou no Renkinjutsushi? The anime’s premise revolves around a hero who, after being accidentally summoned to another world, gains a special power to create practically anything due to this mistake. While this power is extremely appealing, the protagonist is only interested in living a peaceful and quiet life. This creates a major problem for the plot: the lack of a clear motivation. Without this, the story could become uninteresting, as there doesn’t seem to be any major conflict or challenge to justify following the journey. NEET Kunoichi to Nazeka Dousei Hajimemashit Another romantic comedy this season, based on a poorly rated manga and adapted by a small studio. The "unique point" of the work is its focus on NEET otakus and the inclusion of some supernatural elements. Nihon e Youkoso Elfo-san A reverse isekai where an elf comes to our world and tries to adapt to the daily life of a human teenager, sharing comedic moments with the protagonist. What I expect from this anime are some funny scenes, a few cute ones, probably a touch of romance, and many tedious everyday situations. Honestly, I’m not sure if it’s worth it; it will probably depend on how many dull moments we have to endure before the good ones arrive and how good those will actually be. Akuyaku Reijou Tensei Ojisan The idea of an otome game anime with a villain as the protagonist appeals to me, but not with a reincarnated old Japanese man in the body of a young blonde girl. What kind of fetish is this? Additionally, the synopsis mentions that the premise is to highlight values like hard work, perfectionism, and Japanese family morals through the protagonist. It seems like the work is more focused on delivering a message than offering a truly engaging narrative. S-Rank Monster no "Behemoth" dakedo, Neko to Machigawarete Elf Musume no Pet toshite Kurashitemasu An anime about a cat adopted by an elf and a group of young adventurers, who, in fact, is not a cat but the most dangerous and powerful monster in this world. Additionally, it carries the soul of a reincarnated knight. I can understand the creativity behind the premise, but it lacks motivation and character connection. Salaryman ga Isekai ni Ittara Shitennou ni Natta Hanashi Another isekai where the protagonist ends up working for the dark king. The difference is that he doesn’t have powers and achieves his feats using only the skills of an ordinary worker from Earth. It will likely be an anime with little action, more focused on administration, with some comedic moments since it’s a comedy, and a touch of romance. The premise is fairly generic, and to top it off, the manga has a poor rating. Botsuraku Yotei no Kizoku dakedo, Hima Datta kara Mahou wo Kiwametemita The main issue of the work is the financial difficulties of the protagonist’s noble family. However, this doesn’t seem to be very relevant, as the true premise of the work is about a young man learning to use magic. In other words, the plot boils down to a long and tedious training arc. Hana wa Saku, Shura no Gotoku A school drama with a more mature tone, set on a small island with a reduced population, involving reading and radio broadcasts. As is common in dramas, the pace will be slower, with contemplative scenes and everyday situations, which not everyone appreciates, and even for those who enjoy it, it’s not something to consume all the time. Still, I feel it could be worth it, as it seems to offer reflective content of good quality, with emotional moments. Additionally, it doesn’t seem to be an exaggerated melodrama to the point of becoming cheesy. Ameku Takao no Suiri Karte An anime about an investigative doctor, which reminds me a lot of the series Dr. House. I don’t think this anime can replicate the success of the series, as Dr. House is marked by a great dedication to research in its scriptwriting, with narratives filled with well-orchestrated twists, high plausibility, and a sharp, sarcastic humor. Fuguushoku "Kanteishi" ga Jitsu wa Saikyou Datta A protagonist undervalued for his power is used, abused, and eventually abandoned by his fellow adventurers. However, after thinking of giving up, he bounces back, forms a new group, and shows that his undervalued power is actually extremely important. From the synopsis, it’s clear that the plot is somewhat generic, and from the graphics shown in the trailer, it’s possible to notice the more common and uninteresting elements typical of the genre. Douse, Koishite Shimaunda The anime follows the story of a girl with a broken heart who meets four boys who fall in love with her and court her. It’s a reverse harem school anime aimed at a female audience. Although, due to demographic reasons, this type of proposal usually doesn’t appeal to me, what makes me more skeptical is the negative rating of the manga. A-Rank Party wo Ridatsu shita Ore wa, Moto Oshiego-tachi to Meikyuu Shinbu wo Mezasu Another fantasy anime in which the hero, mistreated, exploited, and ridiculed by his fellow group members, leaves the team and joins another where his true talents can manifest, revealing his power. The only difference in this plot is that the hero’s new team is made up entirely of women, who are his former students. Additionally, the graphics in the trailer were good but still quite generic. What really bothered me was the music in the trailer. Mahoutsukai no Yakusoku Adapted from a little-known game, and there is no synopsis available for this work on MAL yet. However, the trailer was released without subtitles, and I can say that visually, it’s acceptable and even beautiful. Beyond that, I can’t recommend something with so little information. Kisaki Kyouiku kara Nigetai Watashi Another romantic comedy of the season, this time with a fairy tale twist in the "Disney princess" style. The protagonist has been promised in marriage to a prince since childhood, but rejects the idea of an arranged marriage. The plot develops with the prince trying to win her over, while she tries to resist his charms. I don’t deny that the premise has a strong appeal, especially for certain audiences, but for me, having seen so many stories with this premise, that alone isn’t enough. BanG Dream! Ave Mujica Another one of those musical anime with idols, a genre that seems to have a strong appeal with the Japanese audience and appears almost every season. This is the seventh title in the BanG Dream franchise, proving its resilience. I believe the work has some background story that could even be interesting, but it likely doesn't stray far from the clichés of the genre. After all, what really attracts the audience to this type of production isn’t so much the narrative, but the admiration for idol culture and Japanese music. Additionally, I don’t believe the producers have a genuine interest in achieving global success with these works, but rather in catering to a specific audience that consumes related products. Sentai Red Isekai de Boukensha ni Naru The isekai of Super Sentai. Essentially, the plot revolves around a Red Power Ranger who is summoned to the classic fantasy world of the isekai genre. I have to admit that the premise is creative, and its uniqueness got a few laughs out of me. Honestly, I would like to bet more on this anime, but the trailer reveals a mediocre animation: well-made but soulless, full of clichés, and with that industrial look. To make matters worse, the manga also doesn't stray from mediocrity in its reviews. Babanbabanban Vampire A boys' love where a gay vampire wants to taste the blood of an 18-year-old virgin boy. The conflict arises when the vampire discovers that the boy he had been "cultivating" turns 15, enters puberty, and falls in love with a girl from the same class. Of course, the vampire won’t let this romance happen. Sorairo Utility (TV) A sports anime focused on Japanese girls playing golf. I confess that I already have a certain aversion to anime of this genre, but this one causes an even more negative reaction because I can't see much believability in young girls playing a sport traditionally associated with rich, old, American men. At least there’s a real problem to be overcome by the protagonists. Hazure Skill "Kinomi Master": Skill no Mi (Tabetara Shinu) wo Mugen ni Taberareru You ni Natta Ken ni Tsuite Before talking about the plot itself, I would like to make a comment on how common it is to find characters in anime with designs inspired by and very similar to those of Kirito and Saber. As for the plot, there is a subtext that values people devalued by modern society, especially in the context of farmers. Of course, this message is framed by a narrative set in a fantasy world, where the humble and resigned protagonist acquires a skill that makes him the most powerful in the world. However, this concept alone does not seem innovative or appealing enough to me, and it might even get lost in an excessive attempt to convey a message. Furthermore, what really makes me hesitant about the work is the fact that the manga has a rather poor rating. Momentary Lily It’s an original anime, with moe and slice-of-life elements, but set in a post-apocalyptic world invaded by mechanical aliens, against which the protagonists fight using one or more powerful weapons. The girls seem to be the only survivors, as they only know each other. The trailer shows one of the girls fighting the enemies, reminding me of the "magical girls" style. My impression is that they mixed several concepts from other works and threw them in a blender, which could work in some cases, but could also result in a real "mash-up." Personally, I’m not a fan of some of these elements, so I won’t risk it. Additionally, the trailer uses a lot of CGI, especially to turn real scenes into animations. While I notice the beauty of the scenery and attention to the fluidity of the characters’ hair, the combination of elements ends up feeling artificial and disharmonic. Magic Maker: Isekai Mahou no Tsukurikata Another Isekai, this time with a protagonist who reincarnates in a fantasy world where there is no magic. The plot revolves around his frustration of living in a world without magic, which leads him to create his own magic. Do I really need to explain why this plot is trash? Hotel Tasokare The anime is based on a game and revolves around the mysteries involving supernatural phenomena and an isolated hotel. The first few seconds of the trailer caught my attention, especially because of the setting of the hotel in the middle of nowhere and the soundtrack. However, my history with anime of this kind isn’t very positive. Some typical seasonal anime elements don’t usually blend well with the genre and, in general, fail to evoke strong emotions in me. Mahoutsukai Precure!! Mirai Days This is the second season of a work that began in 2016 and has maintained a fairly low popularity ever since. It is an original anime about magical girls, or more specifically, magical witches, who fight against supernatural enemies. From the synopsis, there doesn’t seem to be much depth or a strong subtext, so don’t expect something like Madoka Magica with vibrant colors. Around 40 Otoko no Isekai Tsuuhan This is an Isekai anime in which a 40-year-old man is transported to another world, where his journey consists of living an everyday life through online shopping. Honestly, I don’t understand what goes through an author’s mind when they believe people want to follow stories about the ordinary. For the same reasons we don’t constantly talk about the everyday in the news, there shouldn’t be a fantasy anime with banal elements. What people really want to see is the extraordinary. Additionally, the plot carries a depressive subtext, exploring the dissatisfaction of a 40-year-old man who, unable to find fulfillment in the real world, must resort to a fantasy universe to seek a peaceful life. UniteUp! Uni If there is a musical idol anime with female characters, it’s only natural that there would also be an idol anime with male characters, aiming to appeal to the opposite demographic. If something directed at my audience doesn’t spark my interest, then even less so will something that isn’t targeted at it. Sousei no Aquarion: Myth of Emotions There isn’t much information about this anime yet, as it’s an original work and the synopsis isn’t available on MAL. However, based on the limited details and the trailer, it seems to be a mecha anime where children control giant robots. Additionally, the animation style shown in the trailer deviates from the usual, resembling more of a cartoon style, like The Powerpuff Girls. The title, Myth of Emotions, also suggests a potential connection to something like Inside Out, an anime version of the idea of exploring emotions. Kinnikuman: Kanpeki Chōjin Shiso-hen Season 2 I commented on this anime when the first season (the first season of the new episodes, as the original is from 1983) was released this year, and at the time, I wasn’t interested in watching it. That feeling still stands, especially regarding the continuation. However, it must be acknowledged that Kinnikuman is a classic and long-running franchise with a loyal and dedicated audience. It’s the type of work that, even though it doesn’t appeal to me, has the potential to attract new viewers and be quite successful with its target demographic. Cardfight!! Vanguard: Divinez Deluxe-hen The ninth season of a card anime that goes almost unnoticed by much of the audience but continues to receive new seasons, probably due to card sales or reasons related to television dynamics and Japanese regulations. Interestingly, it maintains a considerable production value despite its apparent lack of popularity. Mashin Souzouden Wataru Another return of a classic franchise, which began in the late 80s, with multiple seasons and many episodes throughout the 90s. Although I have nothing against continuations, remakes, or reboots of old works, I’ve noticed that such proposals haven’t been widely accepted in recent times, leading to little success. Additionally, it’s a mecha with children as pilots, and the robot designs follow a disproportionate and cartoonish style, which likely alienates part of the audience. Farmagia Adaptation of a fantasy game that, I admit, I haven’t played. Based on the trailer and synopsis, the story seems to revolve around a protagonist who manages a farm in a fantasy world, where they raise and feed monsters with the goal of forming new companions or even a powerful army. In short, it’s an anime about farming and ranching in a magical setting. Honestly, it seems pretty boring. |
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Kaname_69 | Jul 24, 2024 9:48 PM
Happy birthday!! Happy birthday for you. I hope you always happy and all your dream will come true <3 |
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Tiago_Vaz_007 | Jun 20, 2024 7:28 AM
Click on the link and enjoy my analysis of “Sword Art Online II”.
Entrem no link e curtam a minha análise sobre "Sword Art Online II". https://myanimelist.net/profile/Tiago_Vaz_007/reviews?p=3 In English: Although there are many negative criticisms about this work, overall, this anime deserves a perfect score of ten out of ten. However, when divided by arcs, the evaluations vary somewhat. The first arc, "Phantom Bullet," spans from episode 1 to 14; the second arc, "Calibur," covers episodes 15 to 17; and the third arc, "Mother's Rosario," spans from episode 18 to 24. The first arc is worth between eight and nine, the second between five and six, and the third arc is so extraordinary that it deserves a score of a thousand. Story - 10/10 Regarding the plot, I will focus specifically on the final arc, "Mother's Rosario," as it is the best of all. This arc alone carries the season and justifies watching all the others, even if they were terrible, which they are not. The most valued aspect of a plot is its content; the richer and more varied it is, the higher the score the work deserves. In Sword Art Online II, in the "Mother's Rosario" arc, a wide range of themes is explored in a harmonious and non-contradictory manner, encompassing deep moral, social, and philosophical reflections. These themes are conveyed in diverse and skillful ways, further enriching the narrative. 1. Diseases: The series addresses mobility-restricting and incurable diseases in a poignant, sensitive, and realistic manner, which is extremely relevant. Each member of Yuuki's group faces terminal illnesses, providing deep reflections on life, mortality, and ways to cope with these conditions. Yuuki, in particular, is depicted as having a severe form of acquired immunodeficiency syndrome (AIDS) that is resistant to medication, adding complexity and empathy to the narrative. 2. Generational Conflict: The clash between Asuna and her mother exemplifies the challenges exacerbated by rapid technological advancement. This is explored through the older generation's misunderstanding of the new reality brought about by technology, confronting established standards and values. 3. Meaning of Life: A widely discussed philosophical theme since ancient times by the Stoics, but always relevant. In Sword Art Online II, we find an unusual perspective on the meaning of existence, especially in Yuuki's final moments. The series presents finding meaning in life through fulfilling moments, even in an existence marked by extreme suffering and despair. The central message is one of encouragement, perseverance, and hope, showing that simply being alive can be a source of happiness. 4. Diverse Realities and Virtual Worlds: The use of technology to create virtual worlds and diverse realities is a central theme. Asuna introduces Yuuki to a new reality of connections and interactions with the real world through the portable cameras she uses, providing moments of happiness and socialization that Yuuki would not otherwise experience. This prompts reflections on the role of technology in the lives of people with physical limitations. Additionally, the anime portrays the possibility for sick individuals to make the virtual world their reality, offering them an alternative way to live fully despite physical restrictions. 5. Reality vs. Virtuality: The series questions the definition of reality, suggesting that for some people, the virtual world can be as real or even more real than the physical world. This provokes deep reflection on how different individuals perceive and experience reality. 6. Artificial Intelligence: The interaction between humans and artificial intelligence is explored in depth, especially through Yui. This raises questions about what defines life and consciousness. Yui is not just seen as a computer program but as an entity with genuine feelings and emotional connections to the protagonists. Since the first arc of the first season, the anime treats Yui as a family member, a daughter of the protagonist couple. In the Mother's Rosario arc, this theme gains even more depth through the character's interaction with the anime's real world. 7. Terminal Patient Treatment: The anime addresses the treatment of terminal patients, showing that even those disillusioned, such as Si-eun, who battled cancer (acute lymphocytic leukemia) for three years, can achieve recovery. By exploring this possibility, the anime not only justifies the costs of medical treatment for people in this stage but also offers motivation and hope to those facing similar situations. 8. Legacy and Memories: The pursuit of leaving a mark, doing something memorable to ensure that one is not forgotten by someone. This aspiration to leave a legacy is a way to remain alive in some manner after death. In the anime, this pursuit is not only exposed but is highlighted through the perspective of those who know they have little time, dramatizing and deepening the importance of a legacy. Furthermore, the work shows that achieving this requires clear goals and a lot of determination, even in critical situations. 9. Death and Solitude: Yuuki, as the central character of this arc, represents loneliness and the struggle against an incurable disease that generated much prejudice against her. Her personal story is an emotional testament to resilience, where she clings to life even after losing her entire family to the same disease, leaving her even more alone. Despite this, Yuuki finds comfort and strength in the love of her virtual friends, making her feel less lonely. When death becomes imminent, her companions refuse to leave her, highlighting how emotional bonds can be meaningful even in the face of insurmountable challenges. According to one of the three principles for the pursuit of happiness advocated by the philosopher Epicurus, "just as in a garden, friendship is as useful as the production of food and as beautiful and enjoyable as the cultivation of flowers." Art - 10/10 Even among those who criticize the work harshly, it's hard to find someone who speaks ill of Sword Art Online II's art. Discussing the visual quality of this series is almost unnecessary, as it is widely recognized as exceptional. Sword Art Online II presents some of the best character designs in the genre, with remarkable richness of detail and consistency. The backgrounds are a visual spectacle, filled with vibrant colors, carefully crafted lighting, and visual innovations. The anime's fluidity is of the highest quality, with iconic scenes that serve as reference points for many other anime, especially those involving weapons and gunfire. If there's one thing Sword Art Online II gets right on the mark, it's the action, largely thanks to the quality of the visuals. The action scenes are executed with almost impeccable fluidity, detailed graphics, and impressive choreography. They are so beautifully crafted that they need no embellishment techniques. All of this is finely tuned to the narrative's pace, bringing action at the most opportune moments of the story. The final arc, in particular, features the best action scenes of the entire series, which thrill, excite, and increase adrenaline. Sound - 10/10 The soundtrack of Sword Art Online II is one of the series' strongest points, perfectly complementing the emotions and atmosphere of each scene. In this second season, the quality of the soundtrack not only maintained the level and style of the first season but also introduced significant improvements. The music, including the memorable "Luminous Sword," not only enhances immersion but also evokes deep emotional responses in viewers in a way that is hard not to be captivated by. Characters - 10/10 This is often a controversial point, often due to misunderstanding and defamation. First and foremost, it's important to clarify that there are various types of characters: protagonists, antagonists, supporting characters, and extras. It's unfair to demand the same level of development from all characters for a story to be well-told, as some critics unjustly demand from this work. The protagonists have their stories and family ties revealed. They evolve, interact with each other, and generate strong emotional attachment from the audience, which is essential for defining a good character. Furthermore, all characters who receive narrative focus in the anime are richly developed. Their motivations, concerns, and aspirations are convincingly portrayed. It's crucial to understand that not all characters are protagonists all the time. For example, Kirito, in a brilliant plot twist, takes on a supporting role in the final arc. It's important to recognize narrative focus and accept that supporting characters should not be treated as protagonists. Sword Art Online presents an innovative approach to arcs, where even the anime genre can change from one arc to another, fully justifying the introduction of new characters and elements. Characters from previous arcs, especially from the previous season, do not necessarily need to be developed in this season, as each has its purpose, place, and time within the franchise's plot. As for new secondary characters, especially Yuuki's team members, they are extremely charismatic. Enjoyment - 10/10 Sword Art Online II is extremely thrilling, something rarely achieved even by acclaimed Hollywood films, which makes this feat even more challenging in anime. Maintaining all the qualities mentioned in the previous topics and effectively conveying emotion is not a simple task. Producing emotion goes beyond content, music, or imagery; it's about placing everything in the right moment and context, and this anime does so splendidly, thanks to its excellent direction. Even the most critical viewers are likely to be moved by the memorial scene, but it's even harder not to be touched by Yuuki's death. The difference here is that unlike other anime whose dramas evoke only sadness and tears, Sword Art Online II brings a comforting sense of gratitude and hope, which aligns perfectly with the central message of the plot. Conclusion - 10/10 The way the story is told is truly innovative, standing out for its pace and clarity in communication. The dialogues are well-balanced: they are neither monotonous, nor vulgar, nor confusing, nor excessively expositional; they tie up loose ends without being conflicting, shallow, pretentious, or overly simplistic. In this aspect, everything is executed with precision, with action pauses at just the right moments and drama entering skillfully dosed. In every arc of this anime, there is a certain dose of suspense present, especially in the final one, which revolves around the mysteries involving Yuuki and her group. This aspect is meticulously worked upon, provoking the viewer to think, providing clues without giving everything away immediately. The only caveat is that the final arc could have been longer to explore these mysteries in a more intriguing manner. I conclude without exaggeration, without adding anything, just faithfully reporting that while watching, I was genuinely impressed to the point of literally standing up and applauding for a long period. I stopped crying only to smile with gratitude for witnessing something so significant and fulfilling. During the "Mother's Rosario" arc, I cried like I had never cried while watching anything. Therefore, nothing is more just and deserved than this rating. So why is Sword Art Online poorly regarded and doesn't have a splendid score on MAL? 1. It falls victim to deep-seated prejudices, exacerbated by the Fairy Dance arc in the first season. These criticisms often come from male teenagers, who dominate the site. Unfortunately, once marked in this way, many people do not open themselves to honestly evaluate or appreciate the second season. Additionally, the Phantom Bullet arc of this second season gave Kirito a more effeminate appearance, which also didn't help dispel prejudices. 2. A defamation campaign, promoted by hostile individuals through anime-specific websites, YouTube influencers, and spread by word of mouth, has significantly contributed to the anime's poor reputation. Criticizing Sword Art Online seems to have become a kind of pseudo-cult hobby, a trend where speaking positively about the anime may even be considered against common sense, resulting in attacks and censorship. Em português: Embora existam muitas críticas negativas sobre esta obra, no conjunto, este anime merece uma nota dez de dez. No entanto, ao dividir pelos arcos, as avaliações variam um pouco. O primeiro arco, "Phantom Bullet," vai do episódio 1 ao 14; o segundo arco, "Calibur," cobre do episódio 15 ao 17; e o terceiro arco, "Mother's Rosario," vai do episódio 18 ao 24. O primeiro arco vale uma nota entre oito e nove, o segundo entre cinco e seis, e o terceiro arco é tão extraordinário que merece uma nota mil. História - 10/10 Sobre o enredo, focarei especificamente no arco final, "Mother's Rosario", pois é o melhor de todos. Este arco, por si só, carrega a temporada e justifica assistir a todos os outros, mesmo que fossem terríveis, o que não são. O aspecto mais valorizado em uma trama é o seu conteúdo; quanto mais rico e variado ele for, maior a pontuação que a obra merece. Em Sword Art Online II, no arco "Mother's Rosario", uma ampla gama de temas é explorada de maneira harmoniosa e sem contradições, abrangendo reflexões morais, sociais e filosóficas profundas. Esses temas são transmitidos de formas diversas e habilidosas, enriquecendo ainda mais a narrativa. 1. Doenças: A série aborda de maneira contundente, sensível e realista as doenças de restrição à mobilidade e incuráveis, temas que são extremamente relevantes. Cada membro do grupo de Yuuki enfrenta doenças terminais, proporcionando uma reflexão profunda sobre a vida, a mortalidade e formas de passar por esse momento. Yuuki, em particular, é retratada como portadora de uma forma grave de imunodeficiência adquirida (AIDS), que é resistente a medicamentos, o que adiciona uma camada de complexidade e empatia à narrativa. 2. Conflito Geracional: O embate entre Asuna e sua mãe exemplifica os desafios geracionais exacerbados pelo avanço tecnológico rápido. Isso é explorado pela incompreensão da geração anterior sobre a nova realidade advinda de uma forma de viver que a tecnologia traz, confrontando-se com os padrões e valores já estabelecidos. 3. Sentido da Vida: É um tema filosófico amplamente discutido desde os tempos antigos pelos estoicos, mas sempre relevante. Em Sword Art Online II, encontramos uma perspectiva incomum sobre o sentido da existência, especialmente nos momentos finais de Yuuki. A série apresenta como encontrar significado na vida através de momentos gratificantes, mesmo diante de uma existência marcada por sofrimento e desespero extremos. A mensagem central é de alento, perseverança e esperança, mostrando que apenas estar vivo pode ser motivo de felicidade. 4. Realidades Diversas e Mundos Virtuais: A utilização da tecnologia para criar mundos virtuais e realidades diversas é um tema central. Asuna, por meio das câmeras portáteis que utiliza, introduz Yuuki a uma nova realidade de conexões e interações com o mundo real, proporcionando-lhe momentos de felicidade e socialização que ela não experimentaria de outra forma. Isso suscita reflexões sobre o papel da tecnologia na vida de pessoas com limitações físicas. Além disso, o anime retrata a possibilidade de pessoas doentes fazerem do mundo virtual a sua realidade, oferecendo-lhes uma forma alternativa de viver plenamente, apesar das restrições físicas. 5. Realidade x Virtualidade: A série questiona a definição de realidade, sugerindo que, para algumas pessoas, o mundo virtual pode ser tão ou mais real do que o mundo físico. Isso provoca uma reflexão profunda sobre como diferentes indivíduos percebem e experimentam a realidade. 6. Inteligência Artificial: A interação entre humanos e inteligência artificial é explorada com profundidade, especialmente através de Yui. Isso levanta questões sobre o que define a vida e a consciência. Yui não é apenas vista como um programa de computador, mas como uma entidade com sentimentos e conexões emocionais genuínas com os protagonistas. Desde o primeiro arco da primeira temporada, o anime trata Yui como uma pessoa da família, uma filha do casal de protagonistas. No arco Mother's Rosario, o tema ganha ainda mais profundidade pela interação da personagem com o mundo real do anime. 7. Tratamento de pacientes terminais: O anime aborda o tratamento de personagens em estado terminal, mostrando que mesmo desiludidos, como no caso de Si-eun, que lutou contra o câncer (leucemia linfóide aguda) por três anos, podem alcançar a cura. Ao explorar essa possibilidade, o anime não só justifica os custos de um tratamento médico para pessoas nesse estágio, mas também oferece motivação e esperança para aqueles que enfrentam situações semelhantes. 8. Legado e Memórias: A busca por deixar uma marca, fazer algo memorável que garanta que não se seja esquecido por alguém. Essa aspiração de deixar um legado é uma forma de permanecer vivo de alguma maneira após a morte. No anime, essa busca não apenas é exposta, mas é destacada pela perspectiva daqueles que sabem que têm pouco tempo, tornando dramática e profunda a importância de um legado. Além disso, a obra mostra que alcançar isso requer objetivos claros e muita determinação, mesmo em situações críticas. 9. Morte e Solidão: Yuuki, como personagem central deste arco, representa a solidão e a luta contra uma doença incurável que lhe gerava muito preconceito. Sua história pessoal é um testemunho emocionante de resiliência, onde ela se agarra à vida mesmo após perder toda a sua família para a mesma doença, o que a deixou ainda mais sozinha. Apesar disso, Yuuki encontra conforto e força no amor pelos amigos virtuais, que a fazem sentir menos solitária. Quando a morte se torna iminente, seus companheiros se recusam a deixá-la, destacando como os laços afetivos podem ser significativos mesmo diante de desafios insuperáveis. Segundo um dos três princípios para a busca pela felicidade defendidos pelo filósofo Epicuro, "assim como num jardim, a amizade é tão útil quanto a produção de alimentos e tão bela e prazerosa quanto o cultivo de flores". Arte - 10/10 Mesmo entre aqueles que criticam pejorativamente a obra, é difícil encontrar alguém que fale mal da arte de Sword Art Online II. Discutir a qualidade visual desta série é quase desnecessário, pois é amplamente reconhecida como excepcional. Sword Art Online II apresenta alguns dos melhores designs de personagens do gênero, com uma riqueza de detalhes e consistência impressionantes. Os cenários são um espetáculo visual, repletos de cores vibrantes, iluminação cuidadosamente trabalhada e inovações visuais. A fluidez do anime é de altíssima qualidade, com cenas icônicas que servem de referência para muitos outros animes, especialmente aqueles que envolvem armas e tiros. Se há algo que Sword Art Online II acerta em cheio, é a ação, muito disso graças à qualidade das imagens. As cenas de ação são executadas com uma fluidez quase impecável, gráficos detalhados e coreografias impressionantes. São tão belas que dispensam técnicas de embelezamento. Tudo isso é otimamente ajustado ao ritmo da narrativa, trazendo a ação nos momentos mais oportunos da história. O último arco, em particular, apresenta as melhores cenas desse tipo de toda a série, que emocionam, empolgam e aumentam a adrenalina. Som - 10/10 A trilha sonora de Sword Art Online II é um dos pontos mais fortes da série, complementando perfeitamente as emoções e a atmosfera de cada cena. Nesta segunda temporada, a qualidade da trilha sonora não apenas manteve o nível e estilo da primeira, mas também apresentou melhorias significativas. As músicas, incluindo a memorável "Luminous Sword," não apenas aumentam a imersão, mas também evocam respostas emocionais profundas nos espectadores de uma forma que é difícil não ficar deslumbrado. Personagens - 10/10 Este é um ponto frequentemente polêmico, muitas vezes devido à incompreensão e difamação. Antes de mais nada, é importante esclarecer que existem vários tipos de personagens: protagonistas, antagonistas, coadjuvantes, personagens de suporte e figurantes. Não se pode exigir o mesmo nível de desenvolvimento de todos os personagens para que a história seja bem contada, como alguns críticos injustamente pedem desta obra. Os protagonistas têm suas histórias e laços familiares revelados. Eles evoluem, interagem entre si e geram um forte apego emocional no público, o que é essencial para definir um bom personagem. Além disso, todos os personagens que recebem foco narrativo no anime são ricamente desenvolvidos. Suas motivações, inquietações e anseios são demonstrados de maneira convincente. É crucial compreender que nem todos os personagens são protagonistas o tempo todo. Por exemplo, Kirito, em um movimento genial de enredo, assume um papel coadjuvante no último arco. É fundamental reconhecer o foco narrativo e aceitar que coadjuvantes não devem ser tratados como protagonistas. Sword Art Online apresenta uma proposta inovadora de arcos, onde até o gênero do anime pode mudar de um arco para outro, justificando plenamente a introdução de novos personagens e elementos. Personagens de arcos anteriores, especialmente da temporada anterior, não precisam necessariamente ser desenvolvidos nesta temporada, pois cada um tem seu propósito, lugar e tempo dentro da trama da franquia. Quanto aos novos personagens secundários, especialmente os membros do time de Yuuki, são extremamente carismáticos. Diversão - 10/10 Sword Art Online II é extremamente emocionante, algo raramente alcançado até mesmo por filmes aclamados de Hollywood, o que torna ainda mais desafiador esse feito em animes. Manter todas as qualidades mencionadas nos tópicos anteriores e transmitir emoção de maneira eficaz não é uma tarefa simples. Produzir emoção vai além do conteúdo, da música ou da imagem; trata-se de colocar tudo no momento e contexto corretos, e este anime faz isso de forma esplêndida, graças à sua excelente direção. É provável que até mesmo os espectadores mais críticos se emocionem na cena do memorial, mas é muito mais difícil não se emocionar com a morte de Yuuki. O diferencial aqui é que, ao contrário de outros animes cujos dramas evocam apenas tristeza e lágrimas, Sword Art Online II traz uma sensação reconfortante de gratidão e esperança, o que se alinha perfeitamente com a mensagem central do enredo. Conclusão - 10/10 A forma como a história é contada é verdadeiramente inovadora, destacando-se pelo ritmo e pela clareza na comunicação. Os diálogos são bem equilibrados: não são monótonos, nem vulgares, nem confusos, nem excessivamente expositivos, não deixam pontas soltas, não são conflitantes, nem rasos, nem pretensiosos ou simplistas demais. Nesse aspecto, tudo é executado com precisão, com pausas na ação na medida certa e a entrada do drama é habilmente dosada. Em todos os arcos deste anime, há uma certa dose de suspense presente, especialmente no último, que gira em torno dos mistérios envolvendo Yuuki e seu grupo. Esse aspecto é trabalhado com esmero, provocando o espectador a pensar, fornecendo pistas sem entregar tudo de imediato. A única ressalva é que o último arco poderia ter sido mais longo para explorar esses mistérios de forma mais instigante. Finalizo sem exageros, sem acrescentar nada, apenas relatando fielmente que, ao assistir, fiquei genuinamente impressionado ao ponto de aplaudir literalmente de pé por um longo período. Parei de chorar, apenas para sorrir de gratidão por presenciar algo tão significativo e gratificante. Durante o arco "Mother's Rosario", chorei como nunca havia chorado ao assistir algo. Por isso, nada mais justo e merecido do que essa nota. Por que então Sword Art Online é mal visto e não tem uma nota esplendorosa no MAL? 1. Ele é vítima de preconceitos arraigados, exacerbados pelo arco das fadas da primeira temporada (Fairy Dance). Essas críticas geralmente vêm de adolescentes do sexo masculino, que dominam o site. Infelizmente, uma vez marcado dessa forma, muitas pessoas não se abrem para avaliar ou apreciar honestamente a segunda temporada. Além disso, o arco Phantom Bullet dessa segunda temporada deu a Kirito uma aparência mais afeminada, o que também não ajudou a dissipar os preconceitos. 2. Uma campanha de difamação, promovida por indivíduos hostis através de sites especializados em anime, influenciadores do YouTube e disseminada pelo boca a boca, contribuiu significativamente para a má reputação do anime. Criticar Sword Art Online parece ter se tornado um tipo de hobby pseudo-cult, um modismo onde falar bem do anime pode até ser considerado contrário ao senso comum, resultando em ataques e censura. |
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Tiago_Vaz_007 | Jun 9, 2024 6:13 AM
O que esperar da temporada Summer 2024.
Azul: Terá muito sucesso. Verde: Será bom. Marrom: Talvez seja bom. Vermelho: Não recomendo. 1. "Oshi no Ko" Season 2 É evidente que estou em êxtase com a expectativa de assistir a este anime. Provavelmente será o mais bem avaliado e popular da temporada de verão de 2024. Li o mangá, e esta segunda temporada de "Oshi no Ko" abrangerá o esplêndido e extenso arco do teatro. O trailer está muito bem produzido, e espero que o anime consiga fazer com que os personagens atuem de maneira tão convincente quanto no mangá, com atuações que pareçam as melhores já vistas. Provavelmente será transmitido pela Netflix, que costuma dublar suas obras. Se for dublado, assistirei não só esta temporada, mas também reverei a primeira temporada com minha namorada. 2. Fairy Tail: 100 Years Quest Não vou assistir a uma continuação ou spin-off sem ter visto os 328 episódios anteriores. Nunca me interessei por essa franquia, pois a considero genérica, extensa e não faço parte do seu público-alvo. 3. Kami no Tou: Ouji no Kikan A primeira temporada adaptou a melhor parte do manhwa, pelo menos na minha opinião. Embora tenha sido boa, ela não foi uma adaptação de excelência devido aos inúmeros cortes e ao ritmo apressado. Felizmente, a segunda temporada mudou de estúdio e de diretor-chefe, mantendo apenas o excelente diretor de som, o que me deixou otimista. Vou assistir porque a trama é instigante e diferente, e estou ansioso para ver como os eventos se desenrolam. 4. Tokidoki Bosotto Russia-go de Dereru Tonari no Alya-san Com uma breve leitura da sinopse, é possível perceber que a proposta do romance entre uma linda garota russa e um rapaz que finge não entender russo tem tudo para ser uma esplêndida comédia romântica. Além disso, trata-se de um anime do estúdio Doga Kobo, o mesmo que produz "Oshi no Ko". O diretor deste anime fez parte da equipe de "Oshi no Ko", dirigindo alguns episódios, e também foi o diretor de "Shikimori-san". É importante destacar a direção de "Shikimori-san" porque, apesar de não ser um anime sensacional, possui um design de personagens espetacular. Pelo trailer, o anime da Russinha parece estar muito bem produzido, especialmente no design dos personagens, com destaque para os olhos, uma marca registrada deste diretor. Outro fator positivo em relação à produção é que o anime estava inicialmente previsto para a temporada passada, mas foi adiado, proporcionando muito mais tempo para sua produção. Por fim, o mangá é bem avaliado, o que também indica o potencial de uma boa trama. Com certeza vou assistir a este anime e, se não alcançar pelo menos uma nota nove, será uma tremenda decepção. 5. Isekai Suicide Squad Quadrinho adaptado para anime? Quando isso realmente deu certo? Entendo que pode ganhar popularidade entre os fãs da DC, mas, pela minha sanidade mental, pretendo manter distância. Além disso, esta versão do Coringa é decepcionante, e parece que não teremos a presença do Pistoleiro interpretado por Will Smith. 6. Kimi to Boku no Saigo no Senjou, Aruiwa Sekai ga Hajimaru Seisen Season II A primeira temporada foi lançada em 2020, mas eu não a assisti na época por não me interessar pela premissa, e minha opinião não mudou desde então. Além disso, a primeira temporada recebeu críticas negativas e não ganhou muita popularidade. Por fim, embora tenha havido uma mudança de diretor para a segunda temporada, o estúdio responsável pela animação permanece o mesmo. 7. Gimai Seikatsu A premissa pode parecer comum à primeira vista: um romance entre "meio-irmãos", cujos pais se casaram novamente, unindo suas famílias de relacionamentos anteriores. No entanto, após assistir ao trailer, fica evidente uma maturidade e leveza que transcendem as expectativas típicas desse tipo de obra. Com uma aura bastante romântica, o anime promete um romance genuíno e concentrado. Além disso, o respaldo do material original bem avaliado adiciona confiança na qualidade da narrativa. Embora eu esteja hesitante em assistir, pois requer um clima de espírito adequado, ficarei surpreso se obtiver avaliações muito ruins. 8. NieR:Automata Ver1.1a Part 2 A primeira temporada teve momentos espetaculares tanto em termos de animação quanto de enredo, porém também apresentou diversos momentos vergonhosos em ambas as áreas. A produção foi marcada por desafios, incluindo um hiato, e mesmo após retornar com notáveis melhorias na animação, a narrativa se tornou insatisfatória devido à sua corrida execução. Sinto que saturei desta franquia, dada as suas inconsistências. No entanto, a expectativa para a segunda temporada é mais elevada que para a primeira, especialmente devido ao trailer fabuloso e ao envolvimento da Lisa, além do renome do estúdio A-1 Pictures que está em jogo. 9. Isekai Shikkaku Achei o trailer bastante desinteressante, e também não sou fã de antropomorfismo. A mensagem do anime parece ser uma crítica a uma filosofia melancólica que não consegue encontrar sentido na vida e busca apenas um lugar ideal para uma morte poética. Essa filosofia é um lixo, e embora fazer piada com as falhas em alcançá-la possa ter algum efeito momentâneo, duvido muito que seja suficiente para sustentar uma obra inteira. 10. 2.5-jigen no Ririsa Um enredo que envolve uma garota aficionada por cosplay e um rapaz encarregado de fotografá-la. Parece ser uma versão mais fraca de "Sono Bisque Doll", com personagens menos cativantes e um protagonista mais nerd que prefere garotas 2D às reais. Além disso, o mangá não recebeu avaliações muito positivas, e alguns dos desenhos dos personagens não me agradaram. Não posso afirmar que será um fracasso absoluto, mas desejo boa sorte àqueles que apostarem neste anime. 11. Megami no Café Terrace Season 2 Esta segunda temporada mantém o mesmo estúdio e diretor da primeira, que não foi bem recebida pelo público. A proposta é simples, porém saturada, com elementos genéricos e algumas situações constrangedoras. Apesar disso, ainda há possibilidade de ter alguns bons momentos, mas diante das baixas expectativas, não arriscaria investir meu tempo nesse anime. 12. Shikanoko Nokonoko Koshitantan Este anime apresenta, sem dúvida, o trailer mais excêntrico que vi nesta temporada, e o incomum sempre me atrai. Destaco especialmente a primeira música do trailer, que é absolutamente sensacional. Embora haja um toque de antropomorfismo, parece ser utilizado com parcimônia, não de forma gratuita, e sem incluir relações românticas, o que pessoalmente aprecio. No entanto, minha principal preocupação reside na qualidade da computação gráfica, que parece estar um tanto dissonante. Também me preocupa alguns exageros presentes nas piadas, que podem fazer perder o contraste. Por último, o fato de ser um anime escolar com garotas fofinhas me deixa hesitante. Decidi não acompanhar o anime, mas talvez possa render boas risadas para aqueles que decidirem dar uma chance. 13. Giji Harem Uma jovem talentosa cria e atua com uma variedade de personagens que integram o harém imaginário de seu colega de classe, que almeja fervorosamente a popularidade. O anime apresenta uma premissa original e a protagonista emana carisma. No entanto, a produção parece carecer de recursos, pois o estúdio é de porte reduzido e o diretor está estreando em sua função de diretor-chefe. Embora reconheça que animes de romance cotidiano não exijam a mesma qualidade de animação dos de ação, há um limite para a tolerância com produções de qualidade tão inferior. 14. Atri: My Dear Moments O anime é sobretudo uma aventura, permeada por dramas e toques de romance, em um mundo futurista e pós-apocalíptico. O trailer evidencia uma produção caprichada, embora alguns momentos de computação gráfica pareçam artificiais. Prefiro obras onde o drama se desenvolve gradualmente; entregá-lo logo no início causa uma angústia desconfortável. Além disso, o clima da animação parece não estar muito alinhado com a proposta da trama. 15. Senpai wa Otokonoko Seria mais um romance yuri escolar se a garota que recebesse a declaração de sua amiga não fosse um transgênero. Em outras palavras, é um anime sobre uma adolescente lésbica baixinha correndo atrás e sendo atraída por um garoto que se veste e se passa por mulher. O mundo está moderno demais para mim, prefiro romances mais tradicionais. 16. Naze Boku no Sekai wo Daremo Oboeteinai no ka? Embora não seja um dos lançamentos mais aguardados da temporada, este anime possui potencial para conquistar popularidade, principalmente por ser uma produção de ação com uma aparente qualidade. Além disso, sua proposta é intrigante, pois, se conseguirmos suspender nossa descrença em relação à premissa, a trama promete oferecer uma abordagem fresca ao gênero de fantasia com elementos de ficção científica. 17. Shoushimin Series A sinopse deste anime é um tanto vaga, o que torna difícil fazer uma previsão precisa, mas isso parece ser intencional, já que a proposta da obra é ser um anime de mistério. Quanto ao trailer, a produção é bem-feita, e destaco especialmente a trilha sonora, que achei cativante. A música é bela, se encaixa bem e transmite uma certa tensão. Na minha opinião, a tensão é justamente algo que poderia ter sido mais explorado no trailer para convencer totalmente de que a obra é promissora. 18. Tsue to Tsurugi no Wistoria O anime de Harry Potter espadachim brandindo uma zanbatou, não me atrai. Embora tenha suportado os primeiros filmes de Harry Potter, estou saturado de ver repetidamente Hogwarts em versões animadas. Além disso, a concepção de um mago incapaz de usar magia assemelha-se à de Mashle, e a introdução da espada de Cloud não modificará essa essência. 19. Katsute Mahou Shoujo to Aku wa Tekitai shiteita. Mais um anime onde o vilão se apaixona pela heroína e vice-versa. No fundo, o romance entre pessoas de facções antagônicas é apenas outra versão de Romeu e Julieta. Não consigo encontrar bons motivos para assistir apenas por isso. Talvez alguém se agrade pela comédia típica desse tipo de anime ou pelo fato de a heroína ser uma garota mágica. 20. Maougun Saikyou no Majutsushi wa Ningen datta O trailer é cativante e a proposta do anime traz uma reviravolta interessante. Além disso, é um anime de ação com um protagonista extremamente forte. No entanto, preocupa bastante o fato de o material base, que é o mangá, ser mal avaliado e o estúdio do anime ser pequeno. 21. Hazurewaku no "Joutai Ijou Skill" de Saikyou ni Natta Ore ga Subete wo Juurin suru made Um anime Isekai, onde o protagonista é menosprezado e rejeitado pela deusa do mundo para onde foi enviado, devido à sua considerada fraqueza. O protagonista então embarca em uma jornada de vingança contra essa deusa que o baniu para uma masmorra da qual ninguém jamais voltou vivo. Embora a premissa não seja totalmente original, tem potencial a ser explorado. Ressalto, no entanto, que o anime é produzido por um estúdio pequeno, e que o trailer sugere um uso considerável de computação gráfica, o que pode não agradar a muitos, apesar de aparentar ser um CGI de boa qualidade. Portanto, o sucesso deste anime, na minha opinião, dependerá tanto da aceitação do público em relação à qualidade das imagens quanto da quantidade de cenas de ação. 22. Make Heroine ga Oosugiru! Se trata de uma comédia romântica, onde uma garota, após ser rejeitada por seu interesse amoroso, encontra consolo nos braços do protagonista que estava à espreita. Desagrada uma abordagem em que o protagonista coleta as migalhas deixadas por outro rapaz, pois essa dinâmica transmite uma mensagem de desvalorização. Como se não bastasse, essa mesma dinâmica se repete com mais duas garotas, formando um harém de restos. Para que uma garota encontre o seu príncipe, ela precisa ser uma princesa. Quem acredita em algo diferente disso é um iludido que provavelmente terá frustrações e decepções. 23. Koi wa Futago de Warikirenai O anime centra-se em um triângulo amoroso envolvendo duas irmãs e seu vizinho, que é um amigo de infância. Vale ressaltar que este é o segundo projeto animado produzido por este estúdio, e a novel em que se baseia é relativamente desconhecida. Embora a premissa não seja ruim, parece bastante simples e é preocupante a falta de mais informações sobre a trama. Além disso, o diretor só possui uma outra experiência como diretor-chefe, que foi no anime "Isekai Shoukan wa Nidome desu", uma obra considerada de qualidade bastante duvidosa. 24. Tasogare Out Focus É uma história de romance Yaoi, também conhecido como BL (Boys Love). Embora não me importe de assistir animes que contenham algum romance gay ou lésbico, quando o enredo se concentra exclusivamente nisso, e de forma excessivamente melodramática, não é algo que me agrade. 25. Madougushi Dahliya wa Utsumukanai Em um outro mundo, nossa jovem protagonista reencarnada se vê desiludida, pois antes de vê-la casada, seu pai falece repentinamente. Sua decepção atinge o ápice quando, às vésperas do casamento planejado, seu noivo, que era aprendiz do seu pai, a abandona confessando estar apaixonado por outra mulher. Frustrada e revoltada, a protagonista abraça o empoderamento feminino, focando apenas em sua autoafirmação e dedicando-se ao ofício aprendido com seu pai. Obviamente, é uma trama com uma forte propaganda ideológica e que, além disso, a ambientação não se alinha plenamente à sua proposta, sendo desnecessário ser um Isekai. 26. Boku no Tsuma wa Kanjou ga Nai Um anime que retrata um otaku solitário e incel que se apaixona pela sua empregada robô e a pede em casamento. É realmente triste o mundo que construímos. Que droga de mundo é esse! 27. Nige Jouzu no Wakagimi O primeiro trailer parecia um tanto estático, mas o segundo apresentou uma fluidez. Independente disso, os dois trailers destacam um anime de beleza notável, com uma arte detalhada. Além disso, é interessante a proposta de ser um anime histórico que narra a ascensão de um xogum. Apesar de eu ter uma apreciação especial pelo estúdio CloverWorks, reconhecido pela excelência em seus trabalhos, tanto em profundidade de conteúdo quanto em animação de qualidade, mantenho algumas reservas em relação a esta obra, principalmente devido às avaliações negativas ao seu mangá. 28. Shy 2nd Season A segunda temporada de um anime lançado no final do ano passado, que recebeu bastante críticas negativas e tem pouca popularidade. A única razão aparente para a existência desta continuação é que sua produção provavelmente foi acordada antes mesmo do lançamento da primeira temporada. 29. VTuber Nandaga Haishin Kiri Wasuretara Densetsu ni Natteta Um anime sobre uma VTuber que ganha fama por se embriagar durante suas transmissões ao vivo. É lamentável imaginar uma sociedade que valorize esse tipo de conteúdo de streaming, mas ainda mais deplorável é ver um anime fazendo disso o seu conteúdo. No entanto, talvez seja possível encontrar algum humor nesse anime, especialmente porque a protagonista parece carismática. 30. Delico's Nursery Outro exemplo da tendência de humanizar monstros, explorando sua capacidade de desempenhar papéis de pais amorosos. A mensagem subentendida é que até mesmo vampiros, geralmente retratados como assassinos sanguinários, são os bonzinhos, enquanto aqueles egoístas que se recusam a deixar que roubem seu sangue são os cristãos, heterossexuais e capitalistas, considerados o mal de toda a humanidade. 31. Isekai Yururi Kikou: Kosodateshinagara Boukensha Shimasu É o isekai do bom pai. Um homem adota duas crianças que encontra em uma floresta perigoso de outro mundo. A trama se desenvolve com ele criando essas crianças nesse ambiente. Apesar de ser um isekai, a premissa de cuidar de crianças não é algo que chame atenção ou desperte grande interesse. 32. Kono Sekai wa Fukanzen Sugiru Este anime narra uma aventura em um mundo mágico alternativo, com uma história centrada em uma dupla de protagonistas cuja dinâmica aparentemente não se encaixa harmoniosamente. Este mundo é pacífico, e o enredo se desenrola na busca pela cura de doenças. Pelo menos é a motivação inicial apresentada, já que os protagonistas guardam segredos que os impulsionam. No entanto, é justamente a falta de uma motivação convincente e clara que se revela o principal problema desta obra, pois não consegui encontrar atrativos nessa jornada; pelo contrário, encontrei coisas desestimulantes. O fato de o mangá não receber boas avaliações é mais um indicativo de que estou certo nesta opinião sobre a trama. Além disso, os traços dos personagens e as cores utilizadas no anime sugerem um apelo ao público mais jovem. Embora a qualidade visual seja polida, há uma certa artificialidade perceptível devido ao uso de computação gráfica. 33. Elf-san wa Yaserarenai. O anime que mistura humor ecchi com personagens plus size vai te fazer pensar duas vezes antes de dormir. O ecchi das gordas, isso mesmo, tenham pesadelos com esse anime. Parece que até no Japão, onde muitos esperariam menos sensibilidade, estão abraçando essa droga de politicamente correto. 34. Bye-Bye, Earth O anime aborda o tema antropomórfico, que pessoalmente não me atrai, especialmente quando é explorado de maneira excessiva e gratuita. Além disso, a protagonista, uma jovem empoderada que empunha uma espada do seu tamanho, é a única personagem humana neste universo. Seu objetivo nesta jornada é se sentir parte deste mundo. Francamente, parece uma propaganda política ideológica, descarada, apressada, saturada. Um saco! 35. Ore wa Subete wo "Parry" suru: Gyaku Kanchigai no Sekai Saikyou wa Boukensha ni Naritai Um protagonista parrudo em busca de se tornar um herói, uma princesa cuja vida é salva de um atentado, e reinos vizinhos tramando para tomar a nação. Embora não seja uma proposta ruim, parece um tanto genérica. O trailer também segue esse padrão genérico, com um estilo gráfico típico de temporada, embora haja um cuidado visível nos detalhes. 36. Mob kara Hajimaru Tansaku Eiyuutan A trama deste anime gira em torno de um protagonista fraco que, ao encontrar um tesouro em um mundo de fantasia, ganha força. Em menos de duas linhas, a essência da história é resumida. Animes de aventura tornam-se problemáticos quando carecem de um propósito e uma motivação convincente, transformando a exploração do mundo em sua jornada. Pois esse enfoque não cativa nem estimula o espectador a continuar assistindo. 37. Na Nare Hana Nare Não é possível obter muitas informações sobre esse anime, pois a sinopse é extremamente vaga. Trata-se de uma obra original e nem mesmo o gênero ou tema foram divulgados. A única coisa que sabemos é que conta a história de seis garotas diferentes. Não apostaria muito nessa produção, visto que o estúdio responsável parece ser pequeno para garantir a qualidade de uma obra original. Além disso, o trailer, na melhor das hipóteses, é genérico e bonitinho, com uso moderado de computação gráfica, fluidez apenas razoável e com poucos personagens em cena. 38. Shinmai Ossan Boukensha, Saikyou Party ni Shinu hodo Kitaerarete Muteki ni Naru. Estou entusiasmado com esta proposta, pois transmite uma mensagem moral muito positiva: a ideia de que é possível iniciar uma carreira mesmo em idade avançada para os padrões convencionais e ainda assim alcançar excelência. Além disso, a música do trailer me cativou profundamente. Ela harmoniza perfeitamente com a obra, elevando o espírito e evocando uma forte nostalgia, reminiscente dos animes clássicos. Embora não saiba se essa música será a mesma da abertura, é promissor saber que o diretor-chefe está encarregado da trilha sonora da opening. Minha empolgação apenas se torna moderada devido à reputação da série mais bem avaliada deste estúdio ser o infame "Shuumatsu no Walküre". 39. Sengoku Youko: Senma Konton-hen Esta série é uma sequência de um anime que estreou em janeiro deste ano. Inicialmente, não estava prevista uma segunda temporada, mas devido a problemas de produção e uma recepção bastante negativa, a obra foi dividida em duas partes, com uma redução no número de episódios. Lamento o sucedido, especialmente porque o mangá recebeu boas críticas, o que me faz acreditar que tinha um grande potencial. É provável que esta segunda temporada tenha um público bastante restrito, com a maioria dos espectadores sendo fãs do mangá. 40. Mayonaka Punch Outro anime da temporada abordando o universo dos youtubers. Parece que essa temática está ganhando popularidade. Dado que temos apenas uma breve sinopse disponível no momento, é difícil fazer muitas previsões sobre a qualidade desta obra. O trailer apresenta uma atmosfera animada, com apenas personagens femininas. Há a possibilidade de um enredo com romance lésbico, mas parece que o foco principal será na comédia. Vale ressaltar que a demografia é Seinen. Pessoalmente, não sou muito fã de animes centrados principalmente na comédia, então provavelmente não assistirei. 41. Dungeon no Naka no Hito Este anime conta a história de uma garotinha responsável pela manutenção de masmorras. Quem poderia se interessar por um enredo sobre zeladoria? É realmente necessário explicar por que essa proposta parece pouco atrativa? Além disso, a animação é caracterizada por traços simplificados e qualidade mediana. Para piorar, o mangá recebeu críticas negativas. 42. Kinnikuman: Kanpeki Chоujin Shiso-hen Este anime é uma continuação de uma série de 1991, que por sua vez já era uma continuação de uma série de 1983. É surpreendente ver uma continuação em 2024, e já está confirmada a segunda temporada. A demografia é shounen, mas é voltado para uma faixa etária bastante jovem, como evidenciado pelos traços e pela temática de super-heróis alienígenas. Não faço parte do público-alvo deste anime, logo não tenho planos de assistir. 43. Ramen Akaneko Este é um anime sobre uma cuidadora de gatos. Mas há um toque peculiar: os gatos gerenciam uma loja de ramen. Apesar de os gatos neste anime terem características humanas, a história principal continua sendo sobre a cuidadora dos gatos dessa loja. O que há de interessante em uma trama sobre cuidar de gatos? Eu curto gatos, acharia fofinho o primeiro episódio, mas do segundo episódio em diante já estaria desesperado querendo que acabasse. 44. Grendizer U Esta é uma adaptação de um mangá futurista bastante antigo, lançado em 1975. Naturalmente, alguns conceitos parecem ultrapassados e o anime não demonstra sensibilidade em atualizá-los, especialmente em relação aos traços dos robôs. Além disso, embora a animação genérica tenha evoluído significativamente em comparação com alguns anos atrás, ainda é uma produção típica da temporada, com abundante uso de computação gráfica e alguns momentos que destoam. A situação se agrava quando consideramos que se trata de uma produção genérica de um estúdio de menor porte. 45. Tensui no Sakuna-hime Neste anime, a deusa da colheita combate demônios enquanto trabalha junto aos homens para domar a terra. Estou simplificando, pois há mais elementos nesta trama, mas o cerne é esse mesmo. Não me incluo no público-alvo dessa proposta, pois não acredito nessas mitologias animistas e a trama parece muito focada nisso. Logo, não pretendo acompanhar esse anime. 46. Tasuuketsu Um anime psicológico que combina elementos de suspense, drama e ação parece promissor. O trailer é aceitável, mas é preocupante que poucas pessoas estejam aguardando por esse anime. A situação se torna ainda mais alarmante ao perceber que, embora o mangá esteja em publicação desde 2013, é praticamente desconhecido. 47. Cardfight!! Vanguard: Divinez Season 2 Embora seja rotulado como a segunda temporada, na realidade, esta é a sétima iteração dessa franquia iniciada em 2021. Desde sua estreia, todas as temporadas têm sido consistentemente mal avaliadas, com uma audiência bastante reduzida. A explicação para esse fenômeno parece residir no fato de que o anime não foi criado para atender verdadeiramente ao público, mas sim para atender a certas exigências do mercado televisivo. 48. 0 Saiji Start Dash Monogatari É um anime curtinho, desses de 5 minutos onde, se tirar a abertura e o encerramento, sobram dois ou três minutos de conteúdo. Não possui uma sinopse elaborada, pois a trama é simples: trata-se de um Isekai envolvendo um trapaceiro reencarnado no corpo de uma garotinha, filha de um duque, que busca se tornar poderosa sem motivo aparente. Até o momento, o estúdio, diretor e trailer ainda não foram divulgados, faltando apenas um mês para a estreia. Considerando a duração limitada, não se pode esperar muito desse anime, e sinceramente, não estou depositando muita fé nele. 49. Harimaware! Koinu 2nd Season Anime de um cãozinho que se dedica a espalhar adesivos de cachorro por toda a cidade. Trata-se de uma série infantil com episódios de quatro minutos, projetada para ser a mais encantadora e fofa possível. Embora não seja o público-alvo desse tipo de conteúdo, é inegável o seu apelo para as crianças. 50. Yami Shibai 13 Esta é a décima terceira temporada deste anime. Ele é uma presença frequente em minhas análises sobre as próximas estreias, quase sempre figurando nessas listas. Assim como nas vezes anteriores, trata-se de um anime de terror curto, com episódios de apenas quatro minutos. Embora conte com uma base de fãs fiéis que acompanham todas as temporadas com entusiasmo, nunca me envolvi, pois essa proposta não me atrai e acredito que não teria um impacto significativo em mim. 51. Jochum Um anime infantil, cada episódio com apenas um minuto de duração. Possui uma trama robusta? Não. Vale a pena assistir? Provavelmente não para a maioria, mas certamente atrai seu público-alvo. 52. Monogatari Series: Off & Monster Season Exceto pelo Monogatari, não vou discutir sobre as ONAs. Embora reconheça seu valor artístico, não sou exatamente um fã dessa franquia. Acho-a pedante e excessivamente verborrágica, apresentando alguns dos diálogos mais fracos que já encontrei em animes. What to expect from the Summer 2024 season. Blue: It will be very successful. Green: It will be good. Brown: Maybe it's good. Red: I don’t recommend it. 1. "Oshi no Ko" Season 2 It is clear that I am ecstatic with the anticipation of watching this anime. It will probably be the highest-rated and most popular of the 2024 summer season. I have read the manga, and this second season of "Oshi no Ko" will cover the splendid and extensive theater arc. The trailer is very well produced, and I hope the anime manages to make the characters act as convincingly as in the manga, with performances that seem like the best ever seen. It will probably be broadcast on Netflix, which usually dubs its works. If it's dubbed, I'll not only watch this season, but I'll also rewatch the first season with my girlfriend. 2. Fairy Tail: 100 Years Quest I won't watch a sequel or spin-off without having seen the previous 328 episodes. I was never interested in this franchise, as I consider it generic, extensive and I am not part of its target audience. 3. Kami no Tou: Ouji no Kikan The first season adapted the best part of the manhwa, at least in my opinion. Although it was good, it was not an excellent adaptation due to the numerous cuts and the rushed pace. Fortunately, the second season changed studios and chief director, keeping only the excellent sound director, which made me optimistic. I'm going to watch it because the plot is thought-provoking and different, and I'm looking forward to seeing how the events unfold. 4. Tokidoki Bosotto Russia-go by Dereru Tonari no Alya-san With a brief reading of the synopsis, it is possible to see that the romance proposal between a beautiful Russian girl and a boy who pretends not to understand Russian has everything to be a splendid romantic comedy. Furthermore, it is an anime from the Doga Kobo studio, the same one that produces "Oshi no Ko". The director of this anime was part of the "Oshi no Ko" team, directing some episodes, and was also the director of "Shikimori-san". It's important to highlight the direction of "Shikimori-san" because, despite not being a sensational anime, it has spectacular character design. From the trailer, Russinha's anime appears to be very well produced, especially in the character design, with emphasis on the eyes, a trademark of this director. Another positive factor regarding production is that the anime was initially scheduled for last season, but was postponed, providing much more time for its production. Finally, the manga is well rated, which also indicates the potential for a good plot. I'm definitely going to watch this anime and if it doesn't reach at least a nine, it will be a huge disappointment. 5. Isekai Suicide Squad Comic adapted into anime? When did this actually work? I understand that it may gain popularity among DC fans, but for my sanity, I intend to keep my distance. Furthermore, this version of the Joker is disappointing, and it looks like we won't have Deadshot played by Will Smith. 6. Kimi to Boku no Saigo no Senjou, Aruiwa Sekai ga Hajimaru Seisen Season II The first season was released in 2020, but I didn't watch it at the time because I wasn't interested in the premise, and my opinion hasn't changed since then. Furthermore, the first season received negative reviews and did not gain much popularity. Finally, although there was a change of director for the second season, the studio responsible for animation remains the same. 7. Gimai Seikatsu The premise may seem common at first glance: a romance between "stepbrothers" whose parents have remarried, uniting their families from previous relationships. However, after watching the trailer, a maturity and lightness that transcend the typical expectations of this type of work becomes evident. With a very romantic aura, the anime promises a genuine and concentrated romance. Furthermore, the support of well-reviewed source material adds confidence in the quality of the narrative. Although I'm hesitant to watch it as it requires a proper mood, I'll be surprised if it gets really bad reviews. 8. NieR:Automata Ver1.1a Part 2 The first season had spectacular moments both in terms of animation and plot, but it also presented several shameful moments in both areas. The production was marked by challenges, including a hiatus, and even after returning with notable improvements in animation, the narrative became unsatisfactory due to its rushed execution. I feel like I've had enough of this franchise, given its inconsistencies. However, expectations for the second season are higher than for the first, especially due to the fabulous trailer and Lisa's involvement, in addition to the reputation of the A-1 Pictures studio that is at stake. 9. Isekai Shikkaku I found the trailer quite uninteresting, and I'm not a fan of anthropomorphism either. The anime's message seems to be a critique of a melancholic philosophy that cannot find meaning in life and only seeks an ideal place for a poetic death. This philosophy is rubbish, and although making fun of failures to achieve it may have some momentary effect, I highly doubt it will be enough to sustain an entire work. 10. 2.5-jigen no Ririsa A plot that involves a girl who is passionate about cosplay and a boy in charge of photographing her. It seems to be a weaker version of "Sono Bisque Doll", with less endearing characters and a nerdier protagonist who prefers 2D girls to real ones. Furthermore, the manga didn't receive very positive reviews, and some of the character designs didn't please me. I can't say that it will be an absolute failure, but I wish good luck to those who bet on this anime. 11. Megami no Café Terrace Season 2 This second season maintains the same studio and director as the first, which was not well received by the public. The proposal is simple, but saturated, with generic elements and some embarrassing situations. Despite this, there is still the possibility of having some good moments, but given the low expectations, I wouldn't risk investing my time in this anime. 12. Shikanoko Nokonoko Koshitantan This anime features, without a doubt, the most eccentric trailer I've seen this season, and the unusual always appeals to me. I especially highlight the first song in the trailer, which is absolutely sensational. Although there is a touch of anthropomorphism, it seems to be used sparingly, not gratuitously, and without including romantic relationships, which I personally appreciate. However, my main concern lies in the quality of the computer graphics, which seems to be somewhat dissonant. I'm also worried about some of the exaggerations present in the jokes, which can make the contrast less. Lastly, the fact that it's a school anime with cute girls makes me hesitant. I decided not to follow the anime, but maybe it can provide a good laugh for those who decide to give it a chance. 13. Giji Harem A talented young woman creates and acts as a variety of characters that form part of her classmate's imaginary harem, who fervently seeks popularity. The anime presents an original premise and the protagonist exudes charisma. However, the production appears to lack resources, as the studio is small in size and the director is debuting in his role as chief director. Although I recognize that everyday romance animes do not require the same quality of animation as action ones, there is a limit to tolerance with productions of such lower quality. 14. Atri: My Dear Moments The anime is above all an adventure, permeated by drama and touches of romance, in a futuristic and post-apocalyptic world. The trailer shows an exquisite production, although some moments of computer graphics seem artificial. I prefer works where the drama develops gradually; giving it away early on causes uncomfortable angst. Furthermore, the atmosphere of the animation does not seem to be very aligned with the plot's proposal. 15. Senpai wa Otokonoko It would be more of a high school yuri romance if the girl receiving her friend's declaration wasn't transgender. In other words, it's an anime about a short lesbian teenager chasing and being attracted to a boy who dresses and passes as a woman. The world is too modern for me, I prefer more traditional novels. 16. Naze Boku no Sekai wo Daremo Oboeteinai no ka? Although it is not one of the most anticipated releases of the season, this anime has the potential to gain popularity, mainly because it is an action production with apparent quality. Furthermore, its proposal is intriguing, because, if we can suspend our disbelief in relation to the premise, the plot promises to offer a fresh approach to the fantasy genre with science fiction elements. 17. Shoushimin Series The synopsis of this anime is somewhat vague, which makes it difficult to make an accurate prediction, but this seems to be intentional, as the work's purpose is to be a mystery anime. As for the trailer, the production is well done, and I especially highlight the soundtrack, which I found captivating. The music is beautiful, fits well and conveys a certain tension. In my opinion, the tension is precisely something that could have been explored more in the trailer to fully convince that the work is promising. 18. Tsue to Tsurugi no Wistoria The Harry Potter anime swordsman brandishing a zanbatou doesn't appeal to me. Although I endured the first few Harry Potter films, I'm fed up with repeatedly seeing Hogwarts in animated versions. Furthermore, the conception of a wizard incapable of using magic resembles that of Mashle, and the introduction of Cloud's sword will not change this essence. 19. Katsute Mahou Shoujo to Aku wa Tekitai shiteita. Another anime where the villain falls in love with the heroine and vice versa. Ultimately, romance between people from antagonistic factions is just another version of Romeo and Juliet. I can't find any good reasons to watch it just for that reason. Maybe someone will like the comedy typical of this type of anime or the fact that the heroine is a magical girl. 20. Maougun Saikyou no Majutsushi wa Ningen datta The trailer is captivating and the anime's proposal brings an interesting twist. Furthermore, it is an action anime with an extremely strong protagonist. However, it is quite worrying that the base material, which is the manga, is poorly evaluated and the anime studio is small. 21. Hazurewaku no "Joutai Ijou Skill" de Saikyou ni Natta Ore ga Subete wo Juurin suru made An Isekai anime, where the protagonist is belittled and rejected by the goddess of the world where he was sent, due to his considered weakness. The protagonist then embarks on a journey of revenge against this goddess who banished him to a dungeon from which no one has ever returned alive. Although the premise is not entirely original, it has potential to be explored. I emphasize, however, that the anime is produced by a small studio, and that the trailer suggests considerable use of computer graphics, which may not please many, despite appearing to be good quality CGI. Therefore, the success of this anime, in my opinion, will depend both on the public's acceptance of the quality of the images and the quantity of action scenes. 22. Make Heroine ga Oosugiru! It is a romantic comedy, where a girl, after being rejected by her love interest, finds solace in the arms of the protagonist who was lying in wait. An approach in which the protagonist collects the crumbs left by another boy is disliked, as this dynamic conveys a message of devaluation. As if that weren't enough, this same dynamic is repeated with two more girls, forming a harem of remains. For a girl to find her prince, she needs to be a princess. Anyone who believes in anything other than this is a deluded person who will probably experience frustration and disappointment. 23. Koi wa Futago de Warikirenai The anime centers on a love triangle involving two sisters and their neighbor, who is a childhood friend. It is worth mentioning that this is the second animated project produced by this studio, and the novel on which it is based is relatively unknown. Although the premise is not bad, it seems quite simple and the lack of more information about the plot is worrying. Furthermore, the director only has one other experience as chief director, which was in the anime "Isekai Shoukan wa Nidome desu", a work considered to be of very dubious quality. 24. Tasogare Out Focus It is a Yaoi romance story, also known as BL (Boys Love). Although I don't mind watching anime that contain some gay or lesbian romance, when the plot focuses exclusively on that, and in an overly melodramatic way, it's not something I enjoy. 25. Madougushi Dahliya wa Utsumukanai In another world, our young reincarnated protagonist finds herself disillusioned, because before seeing her married, her father suddenly passes away. Her disappointment reaches its peak when, on the eve of the planned wedding, her fiancé, who was her father's apprentice, leaves her confessing to being in love with another woman. Frustrated and angry, the protagonist embraces female empowerment, focusing only on her self-affirmation and dedicating herself to the craft she learned from her father. Obviously, it is a plot with strong ideological propaganda and, in addition, the setting does not fully align with its proposal, making it unnecessary to be an Isekai. 26. Boku no Tsuma wa Kanjou ga Nai An anime that portrays a lonely otaku and incel who falls in love with his robot maid and asks her to marry him. The world we have built is truly sad. What a damn world this is! 27. Nige Jouzu no Wakagimi The first trailer seemed somewhat static, but the second one had a fluid feel to it. Regardless, the two trailers highlight an anime of remarkable beauty, with detailed art. Furthermore, the proposal of being a historical anime that narrates the rise of a shogun is interesting. Although I have a special appreciation for the CloverWorks studio, recognized for the excellence of its work, both in depth of content and quality animation, I maintain some reservations regarding this work, mainly due to the negative reviews of its manga. 28. Shy 2nd Season The second season of an anime released at the end of last year, which received a lot of negative reviews and has little popularity. The only apparent reason for the existence of this continuation is that its production was probably agreed upon even before the release of the first season. 29. VTuber Nandaga Haishin Kiri Wasuretara Densetsu ni Natteta An anime about a VTuber who gains fame for getting drunk during her live broadcasts. It is regrettable to imagine a society that values this type of streaming content, but even more deplorable is to see an anime making this its content. However, it may be possible to find some humor in this anime, especially since the protagonist seems charismatic. 30. Delico's Nursery Another example of the tendency to humanize monsters by exploring their ability to play loving parent roles. The underlying message is that even vampires, usually portrayed as bloodthirsty killers, are the good guys, while those selfish people who refuse to let them steal their blood are the Christian, heterosexual, capitalist types, considered the evil of all humanity. 31. Isekai Yururi Kikou: Kosodateshinagara Boukensha Shimasu It's the good father's isekai. A man adopts two children he finds in a dangerous forest from another world. The plot develops with him raising these children in this environment. Despite being an isekai, the premise of taking care of children is not something that attracts attention or arouses great interest. 32. Kono Sekai wa Fukanzen Sugiru This anime narrates an adventure in an alternative magical world, with a story centered on a pair of protagonists whose dynamics apparently do not fit harmoniously. This world is peaceful, and the plot unfolds in the search for a cure for diseases. At least that's the initial motivation presented, as the protagonists keep secrets that drive them. However, it is precisely the lack of a convincing and clear motivation that proves to be the main problem of this work, as I was unable to find attractions in this journey; on the contrary, I found things discouraging. The fact that the manga does not receive good reviews is yet another indication that I am right in this opinion about the plot. Furthermore, the character traits and colors used in the anime suggest an appeal to a younger audience. Although the visual quality is polished, there is a certain noticeable artificiality due to the use of computer graphics. 33. Elf-san wa Yaserarenai. The anime that mixes ecchi humor with plus-size characters will make you think twice before going to sleep. Fat ecchi, that's right, have nightmares about this anime. It seems that even in Japan, where many would expect less sensitivity, they are embracing this damn political correctness. 34. Bye-Bye, Earth The anime addresses the anthropomorphic theme, which personally doesn't appeal to me, especially when it is explored excessively and gratuitously. Furthermore, the protagonist, an empowered young woman who wields a sword her size, is the only human character in this universe. Her goal on this journey is to feel part of this world. Frankly, it looks like ideological, shameless, rushed, saturated political propaganda. A bag! 35. Ore wa Subete wo "Parry" suru: Gyaku Kanchigai no Sekai Saikyou wa Boukensha ni Naritai A tough protagonist looking to become a hero, a princess whose life is saved from an attack, and neighboring kingdoms plotting to take over the nation. While it's not a bad proposal, it seems a bit generic. The trailer also follows this generic pattern, with a typical seasonal graphic style, although there is visible care in detail. 36. Mob kara Hajimaru Tansaku Eiyuutan The plot of this anime revolves around a weak protagonist who, after finding treasure in a fantasy world, gains strength. In less than two lines, the essence of the story is summarized. Adventure anime become problematic when they lack a compelling purpose and motivation, turning world exploration into your journey. Because this approach does not captivate or encourage the viewer to continue watching. 37. Na Nare Hana Nare It is not possible to obtain much information about this anime, as the synopsis is extremely vague. It is an original work and not even the genre or theme were disclosed. The only thing we know is that it tells the story of six different girls. I wouldn't bet much on this production, since the studio responsible seems to be too small to guarantee the quality of an original work. Furthermore, the trailer, at best, is generic and cute, with moderate use of computer graphics, only reasonable fluidity and few characters in the scene. 38. Shinmai Ossan Boukensha, Saikyou Party ni Shinu hodo Kitaerarete Muteki ni Naru. I am excited about this proposal, as it conveys a very positive moral message: the idea that it is possible to start a career even at an advanced age by conventional standards and still achieve excellence. Furthermore, the music in the trailer captivated me deeply. It harmonizes perfectly with the work, elevating the spirit and evoking a strong nostalgia, reminiscent of classic anime. Although I don't know if this song will be the same as the opening song, it is promising to know that the chief director is in charge of the opening soundtrack. My excitement is only tempered by the reputation of this studio's highest-rated series being the infamous "Shuumatsu no Walküre." 39. Sengoku Youko: Senma Konton-hen This series is a sequel to an anime that premiered in January this year. Initially, a second season was not planned, but due to production problems and a very negative reception, the work was divided into two parts, with a reduction in the number of episodes. I'm sorry about what happened, especially because the manga received good reviews, which makes me believe it had great potential. This second season is likely to have a fairly narrow audience, with the majority of viewers being fans of the manga. 40. Mayonaka Punch Another anime of the season addressing the universe of YouTubers. It seems that this theme is gaining popularity. Given that we only have a brief synopsis available at the moment, it is difficult to make many predictions about the quality of this work. The trailer features a lively atmosphere, with only female characters. There is the possibility of a lesbian romance storyline, but it looks like the main focus will be on comedy. It is worth mentioning that the demographic is Seinen. Personally, I'm not a big fan of anime that's mainly centered around comedy, so I probably won't watch it. 41. Dungeon no Naka no Hito This anime tells the story of a little girl responsible for maintaining dungeons. Who would be interested in a plot about janitorial work? Is it really necessary to explain why this proposal seems unattractive? Furthermore, the animation is characterized by simplified strokes and average quality. To make matters worse, the manga received negative reviews. 42. Kinnikuman: Kanpeki Chоujin Shiso-hen This anime is a continuation of a 1991 series, which in turn was already a continuation of a 1983 series. It is surprising to see a continuation in 2024, and the second season has already been confirmed. The demographic is shounen, but it is aimed at a fairly young age group, as evidenced by the alien superhero traits and theme. I'm not part of the target audience for this anime, so I have no plans to watch it. 43. Ramen Akaneko This is an anime about a cat caretaker. But there's a quirky twist: the cats run a ramen shop. Although the cats in this anime have human characteristics, the main story is still about the cat keeper in this store. What's interesting about a plot about taking care of cats? I like cats, I would find the first episode cute, but from the second episode onwards I would be desperate for it to end. 44. Grendizer U This is an adaptation of a very old futuristic manga, released in 1975. Naturally, some concepts seem outdated and the anime shows no sensitivity in updating them, especially in relation to the robots' traits. Furthermore, although the generic animation has evolved significantly compared to a few years ago, it is still a typical production of the season, with abundant use of computer graphics and some moments that are out of place. The situation gets worse when we consider that it is a generic production from a smaller studio. 45. Tensui no Sakuna-hime In this anime, the harvest goddess fights demons while working alongside men to tame the earth. I'm simplifying, as there are more elements to this plot, but the core is this. I don't include myself in the target audience for this proposal, as I don't believe in these animist mythologies and the plot seems very focused on that. So, I don't intend to watch this anime. 46. Tasuuketsu A psychological anime that combines elements of suspense, drama and action looks promising. The trailer is acceptable, but it is worrying that few people are waiting for this anime. The situation becomes even more alarming when you realize that, although the manga has been published since 2013, it is practically unknown. 47. Cardfight!! Vanguard: Divinez Season 2 Although it is labeled as the second season, in reality, this is the seventh iteration of this franchise started in 2021. Since its debut, every season has been consistently poorly reviewed, with greatly reduced viewership. The explanation for this phenomenon seems to lie in the fact that anime was not created to truly serve the public, but rather to meet certain demands of the television market. 48. 0 Saiji Start Dash Monogatari It's a short anime, one of those 5 minutes where, if you remove the opening and ending, there are two or three minutes of content left. It does not have an elaborate synopsis, as the plot is simple: it is an Isekai involving a trickster reincarnated in the body of a little girl, daughter of a duke, who seeks to become powerful for no apparent reason. So far, the studio, director and trailer have not yet been released, with just a month to go until the premiere. Considering the limited duration, you can't expect much from this anime, and honestly, I'm not putting much faith in it. 49. Harimaware! Koinu 2nd Season Anime about a little dog who dedicates himself to spreading dog stickers all over the city. This is a children's series with four-minute episodes, designed to be as charming and cute as possible. Although it is not the target audience for this type of content, its appeal to children is undeniable. 50. Yami Shibai 13 This is the thirteenth season of this anime. He is a frequent presence in my analyzes of upcoming premieres, almost always appearing on these lists. Just like previous times, it is a short horror anime, with episodes lasting just four minutes. Although I have a loyal fan base who follow every season with enthusiasm, I never got involved, as this proposal does not appeal to me and I believe it would not have a significant impact on me. 51. Jochum A children's anime, each episode is just one minute long. Does it have a robust weave? No. Is it worth watching? Probably not for most, but it certainly appeals to its target audience. 52. Monogatari Series: Off & Monster Season Except for Monogatari, I'm not going to discuss ONAs. Although I recognize its artistic value, I'm not exactly a fan of this franchise. I find it pedantic and overly verbose, featuring some of the weakest dialogue I've ever encountered in anime. |
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_Mist | Mar 15, 2024 1:17 PM
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Tiago_Vaz_007 | Dec 21, 2023 8:25 AM
O que esperar da temporada Winter 2024.
Colorido: Recomendo muito e fará muito sucesso. Preto: Recomendo e fará sucesso. Roxo: Recomendo. Azul: Fará sucesso. Verde: Tem possibilidade de ser bom ou de fazer sucesso. Marrom: Será uma obra mediana. Vermelho: Não vale a pena. Ore dake Level Up na Ken — Adaptação do manhwa, muitíssimo popular, Solo Leveling. É inconcebível que alguém que assiste animes e leia mangás com frequência ainda não tenha ouvido falar dessa obra. Portanto, mesmo para quem não goste da proposta e não curta o final do mangá, é um anime obrigatório dessa temporada. Além disso, apesar de o trailer não ser muito entusiasmante, o estúdio encarregado é o A-1 Pictures e a trilha sonora está sob a responsabilidade do grande Sawano. Youkoso Jitsuryoku Shijou Shugi no Kyoushitsu e 3rd Season — A terceira temporada de Classroom of the Elite é produzida pelo mesmo diretor e estúdio que estão nessa franquia desde a primeira temporada. Sendo assim, não é esperado algo muito diferente do que já foi realizado, ou seja, muitas mudanças em relação ao mangá e uma produção tecnicamente mediana. Além disso, as temporadas anteriores foram bem-sucedidas devido ao roteiro conter alguns episódios extraordinários. Lamentavelmente, contrastam-se com diversos episódios desagradáveis que ocupam cerca de metade da obra. Tsuki ga Michibiku Isekai Douchuu 2nd Season — O último episódio da primeira temporada é extremamente emocionante, épico, com uma ação frenética e muito bem realizada. Pena que seja apenas o último episódio, pois os outros são meramente uma trama com muitas enrolações. Ademais, o diretor continua o mesmo, mas o anime mudou para um estúdio maior. Em tese, um estúdio maior pode nos levar a crer em uma produção melhor. No entanto, no que diz respeito aos aspectos de imagens, os trabalhos do estúdio anterior são mais apreciáveis. Além disso, o trailer apresenta um anime simples, o que corrobora com a ideia de que a trama permanecerá novamente parada na maior parte da temporada. Embora algumas pessoas afirmem que esta parte do mangá seja extremamente movimentada. O melhor é esperar as primeiras críticas. Se disserem que há muita ação e de boa qualidade, é uma boa aposta. Mashle 2nd Season — A premissa não ajudava a promover a obra, e a primeira temporada teve uma introdução ruim. No entanto, com o decorrer do tempo, a história se torna cada vez mais interessante, e as piadas começam a se desenvolver de forma eficiente. Dado o que já foi realizado, não se pode esperar uma obra-prima desta continuação. No entanto, se continuar com a mesma dinâmica, o anime promete ser leve, divertido de ser assistido e o mais tranquilo de ser acompanhado da temporada. Mato Seihei no Slave — Esta obra está despertando uma grande expectativa e cada vez mais se tornando popular, sobretudo porque promete muita ação, é do mesmo criador de Akame ga Kill e os desenhos de personagens são excelentes. Desenhos esses semelhantes à de outros personagens populares em animes. Apesar das expectativas em relação aos designs apresentados e do enorme tempo de produção, adiando a estreia por um ano, com base nos trailers divulgados, a animação apresenta uma qualidade mediana, no máximo um pouco acima da média. O receio é reforçado pelo estúdio ser pequeno e sem um histórico de grandes produções. Pelo menos, o diretor é um profissional experiente que tem uma longa carreira nessa indústria. Além disso, é importante salientar que o mangá não é bem avaliado e tem uma premissa notoriamente terrível. Diante disso, pelas expectativas, deverá fazer um sucesso inicial, mas possivelmente decepcionará muitas pessoas. Boku no Kokoro no Yabai Yatsu Season 2 — A primeira temporada deste anime não apresentou o enredo que era aguardado, mas independentemente do rumo imaginado, foi uma surpresa agradável, superando bastante a média dos romances escolares. Isso se deve ao fato de haver várias ótimas singularidades nessa história e pelos personagens. A prova disso é que é bem avaliado no MAL, além de que mesmo com a forma errada como foi vendido, ter conseguido uma significativa popularidade para sua proposta. A princípio, pode parecer uma escolha óbvia, pelos elogios muito merecidos, mas o romance escolar está esgotado para muitos. No entanto, se puderem considerar isso como um estímulo, o romance neste anime avançou na primeira temporada. Além disso, pelas revelações que estão sendo divulgadas, o romance nesta segunda temporada deve percorrer uma maratona na velocidade da luz. Jaku-Chara Tomozaki-kun — Passaram-se três anos para sair a segunda temporada, houve até a arrecadação de fundos por meio de doações para a produção. A felicidade dos fãs por saber que esse dia está chegando é enorme. A adaptação é merecida, por ser de um light novel premiada, ganhadora inclusive do prêmio de excelência no Shogakukan Light Novel Grand Prix. Além disso, a light novel é excelentemente bem-sucedida em termos de venda. A produção do anime só enfrentou dificuldades para ser realizada, uma vez que, lamentavelmente, a primeira temporada não foi tão bem avaliada, recebendo uma abundância de críticas ocidentais rasas e estúpidas. Isso se deu, muito em virtude, pelo fato de ser uma obra voltada para pessoas inteligentes e com mensagens realistas, as quais se chocam com os ideais do politicamente correto. Em outras palavras, foi cancelada por pessoas incautas, que têm mentes fechadas, intolerantes e incapazes de compreender um subtexto. São pessoas que não apenas não compreendem a complexidade do tema, como também distorcem maliciosamente a mensagem da obra em suas resenhas. Em suma, pseudointelectuais, incapazes de raciocinar, de pensar com suas próprias mentes, por gentileza seres assim não assistam, essa obra não é para os cheirosos de Narnia. Dungeon Meshi — A primeira impressão não foi das melhores, posto que os desenhos são simples, pouco detalhados e genéricos, tanto nos personagens quanto nos cenários. Apesar disso, pode surpreender, visto que o estúdio responsável é o Trigger, que tem um histórico que merece todo o respeito em termos de imagem. Quanto a história, tem uma sinopse agradável, uma vez que se trata de um drama seinen promissor. A trama também pode ser respaldada pelo mangá ser muito bem avaliado. Assim sendo, pode até não se tornar muito popular, mas deve ter uma boa história. Ao no Exorcist: Shimane Illuminati-hen — O trailer é até interessante, com uma boa música e belas imagens. No entanto, esta é a terceira temporada de um anime que tem uma premissa desagradável e saturada. É surpreendente e decepcionante que a primeira temporada seja extremamente popular, mas é mais surpreendente que, até o momento, esta terceira temporada não seja popular. Yubisaki to Renren — É um anime shoujo bem característico com personagens universitários adultos, e tem um material base muito bem avaliado. O fato de a protagonista ser uma pessoa com deficiência auditiva remete imediatamente à lembrança do extraordinário Koe no Katachi. Certamente, haverá muitas pessoas que aclamarão este trabalho. Entretanto, apesar de haver muitos homens que assistiram shoujos e apreciaram, eles não são o público-alvo desse tipo de trabalho. Por conseguinte, o fato de este anime apresentar elementos fortemente característicos do shoujo, pode ser um indicativo de que não haverá atrativos que sejam fortes o bastante para atrair um público para além do seu próprio nicho. Shin no Nakama ja Nai to Yuusha no Party wo Oidasareta node, Henkyou de Slow Life suru Koto ni Shimashita 2nd — A segunda temporada do anime com um herói que deixa a vida de aventuras para trabalhar como vendedor em uma loja de boticários. Definitivamente, colocar vida cotidiana numa fantasia como o tema central é conceitualmente contraditório. A ideia é vendida por ter uma certa originalidade, mas é difícil comprar essa premissa, e piora quando a primeira temporada foi mal avaliada. Um enredo bom é uma história sem as partes chatas, coisas comuns não são interessantes, não justificam a atenção. Dosanko Gal wa Namara Menkoi — O anime começará com uma gal descendo em uma cidade para ver pontos turísticos, sem saber que ficava a três horas de caminhada do seu destino, estando no inverno com 8 graus negativos e vestindo roupas de verão. Parece um anime fofo, diferente e com situações engraçadas. O trailer também apresenta uma boa música, além de bons cenários e personagens promissores. A única ressalva é que o mangá não é tão bem avaliado, mas parece que isso se deve ao fato de que, ao longo do tempo, a trama mudou de foco, o que não deve ocorrer em apenas uma temporada do anime. Majo to Yajuu — Os designs dos personagens principais têm bons conceitos artísticos. Um deles parece enigmático, carregando um cachão nas costas, e o outro é uma bela mulher, com leves traços selvagens. Parece ser bastante promissora a ideia de um casal Van Helsing caçando uma bruxa em uma cidade. Promissora por: ser um pouco diferente dos animes habituais; não serem crianças os personagens principais; e centrar em um único caso que tem um inimigo claro, forte e misterioso. No entanto, animes com monstros que remetem muita familiaridade aos dos contos clássicos, o que pode ser o caso desse, costumam não ser bem-sucedidos. Ainda mais um que se pareça ser de detetives. Se servir como tranquilizador, o mangá é um seinen bem avaliado, e o diretor do anime é bem experiente. Sokushi Cheat ga Saikyou sugite, Isekai no Yatsura ga Marude Aite ni Naranai n desu ga. — Uma classe de estudantes japoneses é teletransportada para um mundo de fantasia, no qual cada um dos estudantes adquire um poder. A princípio, todos adquirem poderes, com exceção, aparentemente, do nosso meio estúpido protagonista, porém a verdade é que ele adquiriu o maior poder. Essa é uma introdução bastante típica de animes genéricos isekais de temporada, e os desenhos com cores claras seguem a mesma linha. O diferencial que o anime propõe, é o fato de o protagonista ser tão forte que basta apenas não estar dormindo para matar qualquer um com o seu poder de morte instantânea. Criar desafios instigantes para manter o público interessado nessa jornada com alguém tão forte é complicado. Além disso, o estúdio é pequeno, o mangá é mal avaliado e o anime é PG 13, ou seja, nem o ecchi de boa qualidade teremos. Se fosse um anime de três episódios, mas uma temporada inteira com essa proposta, é difícil acreditar que conseguirá se sustentar. Urusei Yatsura (2022) 2nd Season — A segunda temporada de um reboot de uma primeira versão de grande sucesso, que é enorme e antiga, a qual já era uma adaptação de um mangá grande e mais antigo. No caso de um anime excelente, é preferível um remake fiel do que um reboot. Entretanto, quando a obra é datada demais, mesmo as ótimas, há algumas dinâmicas que não são adequadas para os tempos modernos, sendo preferível um reboot. Além disso, se for para fazer uma reimaginação, que seja forte e não suave. A manutenção de uma atmosfera mais retrô, só seria justificada se o primeiro anime não tivesse sido fiel ao mangá, de modo a criar uma versão fiel dedicada aos fãs do mangá. Um meio reboot ou meio remake, que parece ser a proposta desse anime, acaba deixando um desagradável estranhamento. Com todas essas ressalvas, há algumas críticas positivas da primeira temporada, e não poderia ser diferente, uma vez que a autora do mangá é a grande Takahashi. Kekkon Yubiwa Monogatari — A sinopse do mangá apresenta uma história de amor onde um homem corajoso viaja para outro mundo, visando roubar sua amada de um casamento, tascando um beijo na princesa do reino. Já a sinopse do anime revela um protagonista covarde que tem dificuldades para se declarar para uma amiga de infância. As informações contidas na descrição da obra sugerem que não é um romance, mas sim uma putaria de um harem, com ecchi e seinen. O trailer revela que nesse Isekai de fantasia as garotas são meio humanas e o protagonista vai meter o anel no dedo de cinco princesas. Observações: o estúdio é minúsculo, o mangá é mal avaliado, o diretor só dirigiu animes ruins, e zoofilia é doença. Metallic Rouge — Anime original de ficção científica futurista, com androides meio mechas, e do estúdio Bones. O trailer apresenta uma estética agradável, em comparação com os recentes animes que têm sido lançados com propostas semelhantes. Além de ser bonito, está extremamente fluido e com uma abundância de cenas de ação. O estúdio Bones, mais uma vez, parece que fará jus ao nome que construiu nessa indústria quando se trata da parte visual. Diante disso, vale a pena apostar neste anime, nem que seja somente pela animação. Chiyu Mahou no Machigatta Tsukaikata — Mais um isekai, em que uma turma de estudantes normais do ensino médio japonês é invocada para o outro mundo e recebe poderes especiais. O diferencial é que o protagonista é o aluno mais mediano da turma e o foco do anime está na habilidade do protagonista com magia de cura. O problema não é ser um anime isekai, mas sim em ser um isekai genérico e sem conteúdo. Para aqueles que já assistiram a tantos similares, é difícil encontrar boas motivações para assistir a algo desse tipo. Entretanto, como é de praxe, haverá alguma audiência, e na ausência de algo melhor, não há como recriminar quem o considerar. Outro ponto relevante, é que os estúdios responsáveis são: o Shin-Ei Animation em parceria com o Studio Add que nunca produziu nada. Algumas vezes um estúdio maior entra com o nome e o menor com o trabalho. Finalmente, é preciso salientar que o mangá é mal avaliado. Shaman King: Flowers — Uma continuação de um reboot que teve a sua primeira parte avaliada de forma tão negativa, que levou o anime a ter uma nota inferior a sete no MAL. A primeira versão recebe avaliações mais positivas, é bem mais conhecida, mas ainda é um anime infantil e detestável. Gekai Elise — A ideia da premissa apresenta méritos, pois traz algo incomum e cria uma problemática boa para ser explorada, mas é difícil de ser aceita. Uma pessoa morre, reencarna, se torna um médico com os conhecimentos modernos de medicina, morre de novo, e volta ao o corpo da primeira vida antes da primeira morte. Não tem suspensão de descrença que faça essa lógica funcionar. Além disso, uma proposta em acompanhar um médico sendo um médico não é algo atraente. Haverá outras complicações nesse enredo, mas talvez não sejam o suficiente para oferecer uma trama interessante. O mangá que é o melhor indicador no momento para a história, tem uma avaliação pouco favorável. Ademais, parece ser um anime nichado para garotas. Akuyaku Reijou Level 99: Watashi wa Ura-Boss desu ga Maou dewa Arimasen — O trailer é bem razoável e a premissa de reencarnar em um otome game tornou-se bastante comum. Apesar disso, há uma série de elementos interessantes nesta sinopse devido a algumas nuances dessa proposta neste anime. Uma linda mulher, extremamente forte, que não se importa com romance, e apenas deseja viver em paz, mas é discriminada pela cor do seu cabelo e pela sua força. Enfim, só não dá para apostar mais neste anime, pelo mangá não ser tão bem avaliado. High Card Season 2 — A primeira temporada deste anime estreou no início deste ano, mas já caiu no limbo do esquecimento. Além disso, esta primeira temporada foi descredibilizada, com baixa popularidade, com críticas severas e notas negativas. É difícil acreditar em uma continuidade quando o projeto começou tão mal. Oroka na Tenshi wa Akuma to Odoru — Um anjo e um demônio vão estudar em uma escola japonesa e começa um romance entre eles. Quão mais estúpidas ainda podem ser certas premissas! O demônio se infiltrou na escola com o objetivo de recrutar alunos para lutarem contra os anjos. Meu Deus! O anime ainda é classificado como seinen. Para ser classificado assim, talvez haja alguma riqueza no subtexto. Sorte para aqueles que forem confirmar. Será necessária muita sorte, uma vez que o estúdio é pequeno e o mangá é avaliado como mediano. Ademais, são horripilantes as orelhas pontiagudas de alguns personagens. Kingdom 5th Season — O trailer é interessante, mas é a quinta temporada e dificilmente alguém começará a assistir por ela. O estúdio Pierrot, que está realizando este projeto desde o início, permanece. Também permanece o mesmo diretor desde a terceira temporada. Logo, não deverá haver grandes surpresas, ou seja, continuará sendo um anime bem avaliado e direcionado a um público nichado e cada vez mais nichado. Ishura— A ideia é simples: após a morte do rei demônio, surge um Battle Royale entre pessoas extremamente fortes. O trailer revelou os aspectos fundamentais para esse tipo de proposta, que são muita ação e uma imagem de qualidade. O quão bem-sucedido será esse anime, só saberemos quando começar para vermos como serão desenvolvidos os combates. Saijaku Tamer wa Gomi Hiroi no Tabi wo Hajimemashita. — O anime apresenta uma menina que cata lixo em uma floresta para sobreviver, pois a sociedade a discrimina e a persegue. A premissa é ótima, mas o trailer demonstra que a direção não acertou o tom, que deveria ser dramático e escuro. Além disso, o estúdio responsável por esse anime também é bem pequeno. Nozomanu Fushi no Boukensha — Mais outro filho de Overlord, um anime de fantasia no qual o protagonista é transformado em um esqueleto morto vivo. Se houvesse um anime entre esses filhos que fosse mais dark do que o pai, talvez conseguisse encantar muito mais do que as versões sempre mais leves e compactas. Não há problema em copiar, desde que acrescente algo novo. Até o momento, não é possível perceber nada de diferente dos seus irmãos e pai com os trailers e a sinopse deste anime. Kyuujitsu no Warumono-san — A premissa é de um super vilão alienígena incumbido de destruir a humanidade, mas que resolve tirar uma folga na terra, que é constantemente interrompida por pessoas que tentam o derrotar. A ideia é promissora e pode ser aplicada em outras propostas, mas evidentemente é um anime de comédia. As produções que se concentram exclusivamente em comédia ou muito focadas nessa área, tende a ser menos atrativas do que aquelas que fazem uso esporádico. Não será uma obra-prima, mas promete ser um entretenimento para quem deseja algo descontraído e despretensioso. A qualidade do espetáculo dependerá muito da veia cômica do diretor. Isekai de Mofumofu Nadenade suru Tame ni Ganbattemasu. — Após morrer de tanto trabalhar, um jovem reencarna em outro mundo como uma menininha. Ela renasce com uma a capacidade de ser amada por todos os animais, e fará amizade com todos os bichinhos. Que fofinho! O público-alvo é de garotinhas, mas é bem idiota essa premissa. Além do que, reencarnação após morrer de tanto trabalhar já saturou mais do que a do caminhão do isekais. Mahou Shoujo ni Akogarete — É um anime de garotas mágicas que se diferencia pelo fato da protagonista sonhar em ser uma garota mágica, mas ganhar os poderes de uma vilã. Haverá momentos de ação, mas o foco principal será a criação de situações cômicas com à ironia das pretensões da protagonista. A ideia é promissora, mas não é o bastante para que este anime seja mais do que um mediano da temporada. Loop 7-kaime no Akuyaku Reijou wa, Moto Tekikoku de Jiyuu Kimama na Hanayome Seikatsu wo Mankitsu suru — Anime da jovem reencarnada que é obrigada a casar com o príncipe que a matou em outra vida. A problemática é interessante, tem alguns dilemas, mas há algumas amenizações que podem comprometer o potencial. Na outra vida, a garota era uma vilã, o príncipe era o bonzinho, e agora ela só quer ter uma vida longa e tranquila longe da vilania. O anime seria mais promissor se, em vez de um romance redentor, fosse um jogo de intrigas, vingança e luta pelo poder. Será um anime mediano de temporada, focado no público feminino adolescente. Bucchigiri?! — O anime é uma criação original do estúdio MAPPA, o mesmo que produziu Jujutsu e Shingeki. Será um anime de lutas entre adolescentes, provavelmente o Shounen da temporada atual. Nesse tipo de proposta, a ação bem produzida é um dos pontos mais relevantes e visualmente o trailer é bastante atraente, tanto em termos de cenários quanto de personagens. Assim sendo, tem potencial para o sucesso. Himesama "Goumon" no Jikan desu — Um anime que mostra uma princesa sendo torturada por um lorde demônio. Será um anime bobinho de comédia, que se muito bem avaliado, chegará a ser considerado mediano. Momochi-san Chi no Ayakashi Ouji — Um romance Shoujo, com uns personagens bonitos, um drama magico e demônios antropomórficos. Sengoku Youko — O estúdio é bom, o mangá é bem avaliado, o trailer é satisfatório e o enredo é um shounen de aventura com ação. É surpreendente que, atualmente, não esteja com uma grande popularidade no MAL. No entanto, é inegável que tem potencial para o sucesso. 30-sai made Doutei dato Mahoutsukai ni Nareru Rashii — Romance Boys Love. Pon no Michi — Anime sobre amizade entre garotas, jogos e um espaço de lazer. A proposta não é interessante, mas existe a possibilidade de surpreender, uma vez que é um anime original de um estúdio prestigiado. Sasaki to Pii-chan — Anime de um homem de meia-idade solitário, que adotou um pássaro de estimação, o qual lhe concede poderes mágicos para viajar entre mundos. KKKKKKK... Que droga estavam usando quando tiveram essa ideia? Com toda certeza, para este anime o Alexandre dará uma nota 10. KKKKKKK... Saikyou Tank no Meikyuu Kouryaku: Tairyoku 9999 no Rare Skill-mochi Tank, Yuusha Party wo Tsuihou sareru — Em suma, trata-se de mais um anime do herói do escudo, um herói com uma defesa extremamente poderosa. Os japoneses gostam demais dessa premissa defensiva, talvez seja uma identificação nacional. A sinopse e o trailer apresentam elementos interessantes, mas as esperanças se dissipam com a avaliação do mangá. Hikari no Ou 2nd Season — O problema é que esta é a segunda temporada de um anime, cuja primeira temporada foi bastante mal avaliada. Além disso, a premissa é problemática, apesar de que não é de toda ruim. Pelo menos o trailer está bonito. Synduality: Noir Part 2— Segunda temporada de um anime que teve a primeira temporada muito mal avaliada. O 3D da primeira temporada é ridiculamente ruim, insultivo e a palheta de cores não está bem encaixada. Pelo trailer dessa segunda temporada, é possível notar uma melhora nesses aspectos, mas não tanto quanto deveria e já é tarde demais. Meitou "Isekai no Yu" Kaitakuki: Around 40 Onsen Mania no Tensei Saki wa, Nonbiri Onsen Tengoku deshita — Dois estúdios minúsculos produzindo um anime que é uma adaptação de um mangá completamente desconhecido. A história do anime é protagonizada por um homem que aprecia termas e reencarna em outro mundo. Além disso, promete ter um ecchi com garotas meio humanas. Percebe-se que a ideia foi produzir a parti de uma fórmula mágica, pegando os elementos mais genéricos de animes e colocando tudo junto no liquidificador. Chou Futsuu Ken Chiba Densetsu — Anime de comédia com garotinhas. Esse é o supra-sumo do Alexandre. Gekkan Mousou Kagaku — A história é sobre uma equipe de uma revista que publica matérias sobre monstros e coisas bizarras. A temática, aparentemente, remete a Scooby Doo ou Sherlock Holmes, mas as cores e luzes apresentadas não combinam com esse tipo de proposta. Ademais, reportes, detetives, animes assim não estão tendo uma boa recepção ultimamente. Seria mais proveitoso se tivessem seguido em direção ao terror. Yami Shibai 12 — A decima segunda temporada de um anime de terror de quatro minutos por episódio, que quase ninguém conhece. Snack Basue — De tão pouca fluidez, é difícil se quer finalizar o trailer, quem dirá um episódio do anime. Se serve de alívio, ainda não foi divulgado o tempo de duração por episódio, mas como será um anime de comédia em um bar, provavelmente será daqueles de poucos minutos. Meiji Gekken: 1874 — O problema é que o estúdio é pequeno e o material é original. No entanto, o trailer é promissor, a sinopse vende bem a obra, e é um anime histórico de ação. Se o estúdio fosse grande, teria boa possibilidade de fazer sucesso. Yuuki Bakuhatsu Bang Bravern — O estúdio é recente e quer começar com um anime de mecha e militar. Bastante ousado pegarem algo que requer muita animação fluida e detalhada. Além disso, não é possível avaliar adequadamente, porque o material base é original e nem sinopses do anime estão disponíveis. No mais, o trailer não mostrou nada. Cardfight!! Vanguard: Divinez — Enésima temporada de um anime desconhecido e sempre mal avaliado. Harimaware! Koinu —Mais um daqueles animes bem infantis de comédia com uns bichinhos. Heart Cocktail Colorful: Fuyu-hen — Não saiu ainda quase nenhuma informação sobre esse anime, não tem sinopse, não tem trailer, não tem material fonte, não tem se quer o estúdio. A única coisa relevante de informação é que será um anime curto de cinco minutos por episódio. Meu time: |
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Pietr00 | Nov 13, 2023 8:45 AM
Vlw pela solicitação, sinta-se livre pra comentar qualquer coisa aqui no meu perfil.
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Tiago_Vaz_007 | Oct 4, 2023 6:04 PM
Você realmente entendeu Madoka?
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Tiago_Vaz_007 | Aug 21, 2023 1:10 AM
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Tiago_Vaz_007 | Jul 3, 2023 12:18 PM
Parte 2 – Impressões Finais da Temporada Spring 2023.
Majutsushi Orphen Hagure Tabi: Seiiki-hen — Uma visão do céu com uma jornada para o inferno. Resume bem uma obra com extremo potencial, maravilhosas ideias, mas tudo desperdiçado por um ritmo errado e por uma baixa produção. Essa é a quarta temporada, o anime fechou a trama principal e somando com o episódio especial dão um total de 49 episódios. Eu não li a novel, mas sei que são 200 capítulos. Logo, acredito que devam ter adaptado tudo e que não deverá ter uma quinta temporada. Até porque fui informado por terceiros que o anime adaptou tudo o que foi escrito na novel. Talvez a trama já fosse gigantesca para essa quantidade de capítulos da novel e o anime só tenha replicado o problema com uma quantidade insuficiente de episódios. Também não sei se foi cortado algo da novel, mas independente disso o principal problema desse anime é que tudo parece absurdamente comprimido. Logo, fica difícil de se envolver com alguns personagens, de entender o enredo, e de aceitar como se fossem naturais as reviravoltas. Sei que isso havia nas outras temporadas, mas nessa última a impressão é de como se tivessem colocado um conteúdo bem maior do que os das três outras anteriores juntas em uma só. Tudo é extremamente rápido e fica maçante de acompanhar. Em um episódio é apresentado um personagem carismático, para no seguinte ele já morrer. Em um episódio começa um arco, para no outro acabar. Por conta disso o propósito de muita coisa parece sem sentido e as resoluções são mal explicadas. Pelo menos nas outras temporadas, mesmo com os poucos recursos, as cenas com lutas não pareciam aceleradas. Já nessa se alguém piscar os olhos perde tudo. O pior que é a temporada do conflito épico, do ápice da obra, e o anime simplesmente pula a batalha decisiva sem mostrar nada. Entendo que a obra foi desacreditada, que a produção é de baixo orçamento, mas é o final. Mesmo que não fosse mostrado no mangá, posto que o anime não tinha entregado nada de especial antes, precisava exibir algo grandioso e recompensador no epílogo. Alguém pode acreditar que com todos os problemas que existem nesse anime eu deva o odiar, mas definitivamente não consigo, porque é apresentada uma enorme quantidade de excelentes ideias. O anime até começa a desenvolver bem algumas delas, o problema é que só começa e já pula para outra ideia maravilhosa que novamente terá o mesmo destino. Portanto, tenho uma sensação mista. Por um lado, fico extremamente feliz que tenham adaptado essa obra para anime e adoraria recomendá-la. Por outro lado, literalmente fico com os olhos cheios de água e o coração apertadíssimo por ver que algo com tamanho potencial não tenha recebido uma adaptação à altura. Além disso, por mais que não seja uma ótima adaptação é apenas mediana, e quando penso nos lixos que sai toda temporada, o meu humor melhora. Isekai de Cheat Skill wo Te ni Shita Ore wa, Genjitsu Sekai wo mo Musou Suru: Level Up wa Jinsei wo Kaeta — Os desenhos de personagens são lindos, o anime tem boa ação, agrada um protagonista forte que era fraco, as garotas são cada uma melhor que a outra, mas tem uma droga de roteiro. Resumindo, a trama é exaltação de protagonismo. O anime foi vendido como diferente por manter uma trama em outro mundo ao mesmo tempo que mantinha outra trama com o mesmo personagem no mundo real. A primeira impressão é que apenas a parte isekai seria vergonhosa, mas à medida que o protagonista vai ficando mais forte as aberrações vão escalonando no mundo real, de tal modo que esse acaba parecendo mais ordinário do que o mundo isekai. Todo o tempo o anime fica jogando coisas extremamente artificiais com intuito bem claro de exaltação ao protagonista, coisas que nos tiram da imersão. Não parece que o autor teve o mínimo de preocupação em criar nexos narrativos que fizessem a trama parecer verossímil e coerente. Tem uma ou outra coisinha que talvez possa se salvar na história: uma ou outra lição de moral, um pouco de romance, um pouco de empatia, e o carisma das personagens femininas. Geralmente o que acerta é o básico dos animes, diria mais, é o básico de qualquer história de fantasia. Muito disso também é por não sair das fórmulas consagradas de sucesso. Tipo: um herói que salva uma linda princesa indefesa; os colegas invejosos que fazem bullying; um personagem muito fraco que se fortalece. O pior é que tinha uma parte super pesada da história do protagonista, que tanto no anime como no mangá é passada de uma forma tão rápida, mais tão rápida que rompe a velocidade da luz, portanto a maioria das pessoas não percebe. A verdade é que só fui dar mesmo uma chance para esse anime porque ele também foi vendido como o anime do protagonista que pegava geral, que as coisas evoluíam muitíssimo no romance e que as garotas eram 10/10. No entanto, a verdade é que o protagonista até o fim dessa temporada não pega ninguém, são apenas garotas muito legais se atirando. Pelo menos os desenhos são bonitos e algumas cenas de ação são legais. Kaminaki Sekai no Kamisama Katsudou — Inova, tem reviravoltas, mas se equívoca com elementos genéricos e com alterações que são vergonha alheia. Essa proposta também é delicadíssima e às vezes o anime quebra ovos. No mais, na parte visual a produção é baixa. O que mais salta aos olhos é a animação em computação gráfica, principalmente quando aparecem os monstros 3D, pois é muito destoante e espanta o público. A rotoscopia também é presente em algumas partes e causa estranheza. Com certeza sempre que alguém lembrar desse anime, recordará dessas cenas. Claro que com uma animação minimamente de qualidade não traria essa impressão tão ruim e com uma de ponta teria um efeito positivo. Entretanto, não mudaria muito do anime porque não são tantas as cenas com essas coisas. Portanto, utilizar uma animação tão fraca para algumas cenas só pode ser fruto de baixíssimo orçamento, tendo em vista que a própria proposta da obra não necessita de muitas cenas fluidas. Naturalmente existe uma boa vontade de todo mundo ser bem mais tolerante com obras japonesas quando estas tocam em questões religiosas, em prol de uma liberdade poética e uma compreensão de que o Japão não é um país dado a religião. No entanto, um anime cujo foco principal da trama é falar da religião e fazer críticas de maneira direta e explícita, difere de usar alguns elementos de crenças religiosas, ou de fazer críticas veladas e pontuais. Nesse sentido posso dizer que é uma proposta que inova e por mais que o anime tente ser cuidadoso para não ser tão ofensivo às vezes desliza. Basicamente a visão do anime é que a religião é um tipo de: sacrifício, de escambo, de governo, de prazer sexual, de música e de família alienada. O principal acerto nessa obra são as reviravoltas, as quais de fato conseguem surpreender muito, mudando conceitos que já estavam formados ainda na premissa. Tudo nesse sentido é feito de uma forma coerente, que pareça natural e instigante. Isso faz valer muito a pena assistir à obra. Entretanto, também existem coisas não tão interessantes por serem genéricas, como os traços, os arquétipos, os cenários, as idols e o fanservice. Li alguns capítulos do mangá e comparando com o anime não muda muita coisa, mas não é uma adaptação 100% fiel e as mudanças que verifiquei foram todas para pior. Uma das cenas que mais detestei que mudaram foi uma que envolve a Bertrand. No anime a colocam vestida como se fosse uma sambista de carnaval, isso foi tosco, foi vergonhoso e incoerente. Em outras palavras, o anime não tem um bom diretor. "Oshi no Ko" — Relutei em assistir e iniciei acreditando que não valeria nada, mas terminei a temporada tendo a certeza que foi uma das melhores obras já criadas pela humanidade. Garanto fortes emoções e aulas de como fazer um bom anime. Esta é uma das críticas mais difíceis que já escrevi. Posto que, é fácil e bom falar dos erros, o difícil é comunicar dos acertos e fazer isso de um anime quase perfeito é um desafio. Portanto, vou focar naquilo que considero os pontos mais fortes desse anime, que o fazem ser tão amado e reconhecido, que é justamente conseguir passar muita emoção e ter conteúdo. A maioria dos críticos procura não falar sobre emoções, porque é algo tido como subjetivo e por estigmas da sociedade, mas a verdade é que isso é a alma dessa indústria. O que faz alguém ofertar a coisa mais valiosa que o ser humano possui que é o tempo? Sobre tudo é nisso que se baseia o entretenimento. Não interessa uma alta complexidade, algo mirabolante, algo inovador, algo extremamente realista. Absolutamente ter todas essas coisas nada significa se não conseguirem passar emoção, pois é esse o intuito dos realizadores e aquilo que o público almeja. Assim como valores críticos, artísticos e culturais, são secundários, muitas vezes temporais e apesar de não serem rotulados assim tem graus de subjetividades maiores do que o das coisas que transmitem emoções. Uma das marcas registradas dessa obra, é que em todos os episódios, ou quase todos, fecham com um ápice, deixando um suspense que cativa o interesse pela continuação. Alguns dirão que essa técnica do gancho é velha e isso é verdade, mas funciona e poucas obras conseguiram executar tão bem em tantos episódios como nessa. Também é algo que por deixar de ser tão usual e acertado nos animes até parece inovador. Obviamente foi um ótimo trabalho do diretor de composição de série que soube dividir bem o material dos episódios. Não só desse diretor de composição, mas da equipe toda, pois eu li o mangá e essas cenas não teriam o mesmo peso sem a escolha certa das músicas, dos enquadramentos, do ritmo, das cores, das sombras e da incrementação de mais quadros. A arte animada possibilita sensações sensoriais maiores, logo detém de mais possibilidades de provocar emoções. Entretanto, conheci a trama antes de ver a maioria dos episódios e a história é viciante por si mesma. Por mais que a equipe do anime tenha muitos méritos e grandes feitos, preciso reconhecer que o autor do material original e a desenhista do mangá tiveram a maior contribuição. Os personagens dessa história nos fazem ter empatia por eles, a ponto de termos os seus desejos, suas ansiedades, suas raivas e suas tristezas. Uma das maiores marcas para sabermos se os personagens são bons é quando a obra consegue nos colocar neles e sentirmos com eles. Esses personagens também tem arcos completos, mas são bons essencialmente porque nos comovem. As cenas mais impactantes em ordem são: Todas as cenas da parte final do 1.º episódio são espetaculares e é o que vende mais a obra. Só preciso comentar que faltou uma coisinha que tem no mangá durante a morte de uma personagem e que se tivesse sido mostrado no anime evitaria algumas críticas bobas. A cena do final do 7.º episódio, sem exagero algum, a assisti novamente pelo menos uma centena de vezes de tão boa e tão emocionante que ficou. Interessante que não é tão diferente no mangá, mas o pouco que mudaram a melhoram tremendamente. Fizeram que uma cena simples ficasse grandiosíssima com apenas um movimento de câmeras, sombras e uma acertadíssima trilha sonora. Pode não ser a mais impactante, porém é a minha favorita. Depois dessa cena não tinha como não reconhecer que esse anime era uma obra-prima. As cenas do final do 10.º episódio, melhoraram absurdamente em comparação ao mangá. Pois, foi estendida, os diálogos ficaram mais profundos, o cenário foi alterado, fizeram novos enquadramentos, colocaram sombreamentos que não existiam, deram cores espetaculares e colocaram uma fantástica trilha sonora. Se a cena do episódio sete me fez reconhecer ser esse anime uma obra-prima, essa do episódio dez me fez colocar no top dez de todos os tempos. Essa cena foi tão profunda e mexeu tanto comigo que chorei do começo ao fim, me deu satisfação e um sorrisão. No mais, se eu pudesse retocar a Mona Lisa colocaria apenas mais camadas com mais detalhamento nessa linda fotografia. A cena do final do 8.º episódio também foi melhorada no anime por conta do enquadramento e do uso de movimento de câmeras. Naturalmente o enredo tornaria essa cena empática, com um tom meio triste seguido por um de satisfação, mas a obra deixou mais dramática com as ótimas expressões faciais da personagem. No final do 9.º episódio teve um acréscimo de um clip com uma música inteira, o qual no mangá isso era representado somente por um quadrinho. Com certeza enriquece a obra, mas por mais que eu veja valor nisso, o que realmente me impacta é a parte da pontuação de uma personagem. Logo, talvez tenha ficado melhor no mangá, porque sem esse clip no meio da cena as pontuações contrastavam melhor. A cena do final do 6.º episódio, tem algo muito pesado, não tinha como não ser impactante, mas eu preferi bem mais no mangá por conta que deixaram a personagem histérica e também a trilha sonora não foi a melhor escolha. Uma curiosidade, é que vi um youtuber que odeia a obra comentar que esse episódio era irreal, artificial. Somente para ele quebrar a cara logo em seguida, quando veio à tona as manifestações de uma mãe criticando a obra por realizar algo muito idêntico ao caso real da sua filha. As cenas do final do 5.º episódio, acredito que nem preciso dizer que viralizou o vídeo da música do Pieyon, muita gente compartilhando, muita gente fazendo uma versão live-action, até a intérprete japonesa da Ruby participou de uma dessas versões. De forma geral curti essa cena, mas o anime não usou o mesmo enquadramento do mangá e o clip ficou um pouco esquisito. Os pensamentos em forma de fala também atrapalharam a cena no anime. A da escritora de mangá se emocionando no 4.º episódio, é o tipo de cena com conteúdo, com um valor crítico, mas o mais importante é como isso é transmitido. A personagem passa a emoção de assistindo uma adaptação do seu mangá e nós choramos assistindo-a chorar. Foi genial! A cena do final do 3.º episódio foi ótima, porque deu presença de palco ao protagonista, o deixou imponente e gerou um suspense para a continuação dela que viria no início do episódio seguinte. Para mim essa foi a parte que virei a chave sobre que não seria só um prólogo e que eu precisava aumentar a nota da obra. Também vi um youtuber reclamando que a cena de encerramento do episódio três deveria ter sido um pouco mais adiante. O problema é que não geraria um suspense para uma continuação e essa cena mais adiante é a do início do episódio quatro que não ficou tão boa quanto poderia. O fato é que quiseram incrementar coisas que tiraram um pouco da grande imponência que a cena do quarto episódio tem no mangá. Nessa cena no mangá o protagonista passa muito mais a ideia que está fazendo uma atuação talentosíssima, sendo de fato uma estrela. Também não é somente uma questão de passar a ideia, é de fazer dizendo que vai fazer algo brilhante. Isso é extraordinário! A cena do show do 11.º episódio, passou emoção, tem mérito por fazer muita coisa em 2D, e novamente o anime expandiu, colocando uma música, criando coreografias, em síntese deu excelentes complementos. Esse arco todo desde o início com a preparação para o show me deixou emocionado o tempo todo com lagrimas e risos. No entanto, eu tenho que ser chato, porque a parte visual dessa cena do show ficou aquém do que eu esperava, do que poderia ser e do que deveria ter sido, principalmente em alguns instantes que focou no público e em questão de detalhamento de cenários. Deixando claro que com isso não estou dizendo que ficou ruim, essa cena é sensacional e digna de fechamento de uma temporada, apenas merecia mais carinho. Se eu fosse o diretor fechava nessa parte ou na cena do carro, porque dava um sentimento maior de conclusão. A cena do carro é uma parte excelente que se mais explorada seria bem melhor. Outras cenas que merecem menção estão no 1º episódio e são: a morte de um personagem no início; a dança dos bebês que viralizou nas redes; a do Amaterasu; a da Ruby brigando com o Aqua por não ter sido acordada. O anime trata de alguns temas da indústria do entretenimento, tais como: talento não é o mais importante; obstáculos burocráticos; dificuldades financeiras; comportamento de celebridades; problemas para manter uma imagem ideal; relação de estrelas com os fãs e dos fãs com as estrelas. Em cima dessas temáticas o anime traz conhecimento desse mundo artístico e faz críticas contundentes. Isso é algo muito satisfatório, pois não deixa o sentimento que outras obras trazem de que estamos desperdiçando o nosso tempo sem receber algo agregador em troca. Além do que, são abordagens com perspectivas novas que não precisam ser complexas e profundas para alcançar um maior público. O tema da indústria do entretenimento é recorrente porque a trama está ambientada nessa indústria, mas esse não é o tema principal do anime e nem o único dos temas secundários. Inclusive a obra trata de outros temas secundários com muita mais profundidade do que esse. Temas como: amor, família, superação, hipocrisia, amadurecimento e responsabilidade. Estão muito entrelaçados com o tema principal da obra que é sobre vingança e mentiras, de tal forma que se confundem e por vezes são a mesma coisa. Eu entendo que coisas comuns são mais facilmente percebidas, mas somente análises rasas que não compreendem a filosofia dessa obra é que só veem a superfície do iceberg. Outro ponto que poucas pessoas se atentam é sobre a riqueza do simbolismo que essa obra usa e da fonte primária de inspiração do dualismo filosófico, mitológico, místico e lendário advindo da pré-história do Japão. O deus criador do xintoísmo Izanagi teve uma filha chamada Amaterasu, a deusa do sol que nasceu do seu olho esquerdo e da qual descende a família imperial japonesa. Já do olho direito de Izanagi nasceu o seu filho Tsukiyomi, o deus da Lua. Não é somente nas cores e nas estrelas do anime que fica claro esse simbolismo, mas também nas personalidades dos personagens. Pensei em falar também da abertura e do encerramento de episódios, mas eu preciso mesmo? Provavelmente serão as melhores do ano, assim como todo o anime. Mashle — No início acreditei ser um desperdício do meu tempo, uma babaquice. Não vou dizer que o anime mudou completamente, mas com o tempo foi me ganhando, as piadas começaram a funcionar e principalmente a jornada ficou instigante. Só consigo assistir e gostar um pouquinho dos primeiros filmes de Harry Potter. Já One Punch Man é muito mais agradável de assistir, mas também não é uma obra-prima. Estava bem incrédulo que uma fusão desses dois conceitos pudesse funcionar e o início de Mashle só fortaleceu muito essa minha visão, mas com o tempo acabou sendo uma das obras mais agradáveis de assistir dessa temporada. Não pela magia, nem pela parte cômica, mas sim por ter os elementos mais clássicos de uma aventura shounen. Que são: um protagonista bobão imbatível; um grupinho de super amigos acompanhando o protagonista na jornada; anti-heróis; um romance que quase não anda; e sobre tudo boas lutas. Fiquei interessado em saber qual será o final dessa jornada, o quão fortes serão os inimigos que Mashle vai enfrentar, e até onde irão os poderes dele e dos seus colegas (poderes que naturalmente irão escalonar). Jigokuraku — Gostaria de oferecer uma nota dez para esse anime, tem mais texto que muitos animes prestigiadíssimos, mas tem uma produção bem aquém do seu enorme potencial. Com isso também não estou dizendo que tenha uma produção e uma direção terríveis. O tempo todo nesse anime sempre está acontecendo algo importante, tudo com ação frenética e com consequências. Isso é bom, pois cai nas graças do grande público, mas o anime teria sido frenético do mesmo jeito se o ritmo fosse um poco mais lento na quantidade de capítulos adaptados por episódio, porque no mangá é tudo rápido e cheio de lutas. Não me parece uma boa decisão acelerar o que já é agitado, até porque o mangá só tem 128 capítulos e o anime adaptou 43 capítulos e meio. Para ficar com o ritmo de três capítulos por episódio que é o mais usual e tido como o mais próximo do ideal, precisaria de mais uns 3 episódios. O fato do anime ter muito conteúdo para adaptar em poucos episódios, resultou em cortes do material original na adaptação e em não aumentarem quase nada. Basicamente o que a direção fez foi um copiar e colar do mangá, dando inclusive os mesmos enquadramentos, sem praticamente melhorias. Em outras palavras, foi uma direção bem preguiçosa, pertencente a um estúdio super lotado, que oferece animações visualmente razoáveis e nada mais. Essa questão da parte visual é uma decepção, pois apesar de o anime ter belas cenas, confesso que pelo trailer imaginei que seriam algo espetacular. Principalmente nas cenas de luta era onde esperava muito mais aprimoramento, mas a produção estava aquém das minhas expectativas e o que entregaram foi apenas um aceitável. O diretor não melhorou nada nas batalhas em relação ao material original em nenhum sentido possível. Nem com uma trilha sonora mais decente que passasse melhor o drama e desse o clima de impacto. Posso dizer que com esse trabalho de direção que talvez até tenham piorado as lutas, tendo em vista que não souberam dar ápices a altura do potencial que essa história oferece. O anime censurou consideravelmente o ecchi, diminuindo bastante as cenas, mas o que realmente vai marcar essa obra serão os seios sem mamilos, os quais viraram piada. Isso é irônico e bem inesperado, porque desde o início e o tempo todo o anime é muito violento. O sangue é vermelho e jorrou solto com todo tipo de gore. Claramente não é uma obra para crianças, não vai sair em muitos canais mundo afora e não vai receber uma classificação baixa para justificar certas decisões. Outra censura que o anime fez foi a omissão de uma piada com um cego, a cena fica estranha porque logo em seguida falam da piada que não existiu no anime. Obviamente censurar apenas algumas coisas é contraditório, deixando isso ser uma clara sinalização de "virtudes" para a agenda do politicamente correto. Definitivamente história não era o que eu esperava de um anime shounen de batalhas, mas a obra superou em muito as minhas expectativas nisso. Justamente o que eu estava mais receoso demonstrou ser o grande trunfo. Não é uma história extremamente complexa, mas tem subtextos e um bom conteúdo com certa profundidade filosófica e religiosa. A temática principal do anime é a busca pela imortalidade, que aos poucos a obra vai dando contornos e perspectivas próprias. O anime também trata da filosofia do equilíbrio (yin e yang), muito presente na cultura oriental e já retratada diversas vezes em animes, mas nessa obra isso é explorado com profundidade, ousando na relação que tem com os sexos. Lamentei não ter dado um dez a esse anime por conta de ser uma trama imersiva que merecia um estúdio que a tratasse melhor. O que mais torna envolvente este enredo são os personagens, com seus passados desenvolvidos, com profundidade psicológica, com propósitos, com personalidades que evoluem durante a jornada, com identidades bem distintas, com camadas que vão sendo reveladas, com dimensões que os tornam humanos, e tudo isso é uma combinação para passar muitas emoções. Um dos pontos mais explorados dos personagens são as suas motivações, das quais suas fraquezas podem ser força, isso estando ligado diretamente a filosofia dessa obra, mostrando ser um texto coeso que se autoalimenta, portanto, é uma trama maravilhosamente bem escrita. Outros pontos interessantes abordados sobre alguns personagens são suas determinações para assumir fardos, seus interiores vazios, suas empatias pelas vidas ceifadas, suas dúvidas, seus medos. No mais é uma obra cheia de surpresas, fascinação, suspense e dramas. Kimi wa Houkago Insomnia — O anime não é tão monótono como temia, mas ainda é bem difícil de ser assistido. Mesmo o romance progredindo, fugindo de clichês, sendo muito belo, tendo personagens carismáticos, e histórias comoventes. Assistindo apenas um ou dois episódios quaisquer dessa obra, não passam de forma alguma a sensação que é monótona, sobre tudo porque os personagens são bons e é gostoso de ver a relação entre eles. A minha primeira impressão foi positiva e de surpresa, pois eu estava esperando que fosse ser um marasmo. No entanto, o problema é assistir mais episódios, porque dá uma indisposição tremenda. É tipo uma sensação de como se a obra não tivesse mais nada a oferecer. Está faltando algo para fazer as pessoas a quererem ver o próximo episódio e nesse sentido é maçante. Talvez isso seja pela falta de uma grande problemática para cativar, mesmo que nos momentos que eu estava de fato assistindo não tenha me incomodado com isso. Pode ser que seja porque ver um episódio dá a impressão de como se já soubéssemos de tudo, mesmo que a obra esteja fugindo de clichês. Talvez a falta de cliffhangers nos finais de episódios às vezes façam muita diferença. Não sei ao certo qual é o exato motivo do problema dessa obra, que apesar de ser ótima em alguns sentidos é cansativa em outros. Acredito que teria funcionado bem melhor se eu tivesse visto dublado. Para esse anime especificamente também recomendo assistir vários episódios de uma vez, pois o torna menos exaustivo do que ver semanalmente. Isso é lastimável, pois é um anime tão belo em tantos sentidos. 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Tiago_Vaz_007 | Sep 18, 2022 10:09 AM
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