Eu não sei muito ao certo o que escrever sobre você e o pouco que fomos na intensidade que foi. Não sei se consigo descrever tudo sobre você, sobre os olhares trocados a partir daquele dia chuvoso que ficamos presos por conta da chuva. Depois dali, torcia para me encontrar contigo todo dia, em qualquer lugar. E quando te via, o coração acelerava, que frio na barriga bom. As coincidências foram acontecendo e nos encontramos cara a cara pela primeira vez, de perto, depois a intensidade tomou conta, e que coisa boa foi. Te ver tão perto, colado a mim, sentir você de um jeito tão especial. Te conhecer melhor e me encantar com você e seu jeitinho de ser, que fofura de pessoa você é. Mas depois de tudo o que restava da gente pra você? O que significou a gente pra você? Eu esperava mais de você, esperava que você ressignificasse tudo, porque você tinha poder pra isso, você não era como qualquer outro, e eu sinto muito pela sua ausência, seu silêncio, mas isso é uma resposta, que não gostaria de ler. Da mágica e gentileza que foi, quero guardar. Da sua serenata, me despeço de você.
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