Marion Minerbo

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Marion Minerbo


Born
São Paulo, Brazil

Marion Minerbo é uma psicanalista brasileira, reconhecida por sua atuação na transmissão da psicanálise e por suas contribuições para a compreensão das formas de sofrimento psíquico na clínica psicanalítica. É autora de diversos livros voltados tanto para a formação de psicanalistas quanto para o público geral interessado em psicanálise. Escritos em linguagem clara e acessível, são conhecidos por transmitirem conceitos complexos de maneira didática e sem jargões.

Marion Minerbo nasceu em São Paulo em 1957. Formou-se em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, especializando-se em psiquiatria. Posteriormente, obteve o título de doutora pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e se tornou psicanalista pel
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“Freud reconheceu e diferenciou o amor narcísico do amor objetal. Narcísico quando o objeto sustenta o narcisismo e confirma o valor do Eu: “Eu (sujeito) te amo porque você (objeto) me ama”. E o amor pode ser objetal quando o objeto, por suas próprias características, propicia experiências de prazer e de alegria. Ambas as formas de amor fazem parte da economia psíquica, e idealmente há um equilíbrio entre elas: amamos o objeto por aquilo que ele é e por aquilo que nos proporciona.”
Marion Minerbo, Notas sobre a aptidão à felicidade
tags: amor, freud

“Eu já estava conformada com a Coca-Cola. O garçom – descubro que ele também é brasileiro – percebe minha decepção. Cúmplice, piscando um olho, anuncia que, na falta de cerveja, pode me preparar uma caipirinha. Não está no cardápio, mas ele tem uma boa cachaça. Agradecida e feliz, aceito a sugestão.
Esse garçom maravilhoso me ajuda a fazer o luto pela cerveja. Mas não é só porque me propõe uma caipirinha, coisa que eu sequer imaginava encontrar ali. Nem porque a caipirinha é tão boa quanto a cerveja. É porque o encontro com um ser humano empático, capaz de se identificar com a minha decepção, faz com que me sinta emocionalmente acompanhada na caminhada pela vida.
Como já vimos, ninguém consegue realizar o luto sozinho. Se o garçom consegue empatizar com minha frustração, é porque também conhece essa dor. Imagine se ele me desse uma resposta sarcástica do tipo: “O que você acha, que é nossa única cliente?”. Não só não me ajudaria a fazer o luto, como azedaria meu passeio.”
Marion Minerbo, Notas sobre a aptidão à felicidade
tags: luto

“Nesse sentido, a felicidade não é uma ilusão, mas uma aspiração legítima. Como vimos, não é charlatanismo aceitar em análise o paciente que nos chega querendo ser mais feliz. Aliás, é o caso de todos nós: ninguém busca uma análise só para “se conhecer” .
Se adiantasse alguma coisa, ao aceitar esse paciente em análise, poderíamos dizer a ele que, sim, a felicidade é possível, mas ele vai precisar pagar o preço, que não é barato (Bourdin, 2000). Há três condições básicas:
1. Reconhecer emocionalmente que a conflitualidade psíquica é inevitável e constitutiva do ser humano.
2. Aceitar emocionalmente a realidade, no sentido de que o mundo não se dobra à nossa vontade.
3. Aceitar emocionalmente a incompletude inerente à condição humana.”
Marion Minerbo, Notas sobre a aptidão à felicidade



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