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essência etérea

@ecosdoinfinito / ecosdoinfinito.tumblr.com

"eu morreria por você"

Bem, eu não morreria por você, eu viveria por você. Porque me ensinaram que viver por alguém é melhor que morrer por alguém. Mesmo que Romeu e Julieta tenham morrido um pelo outro, se Romeu tivesse esperado apenas mais um pouco, as coisas seriam diferentes. Não precisamos dar fim a vida pelo amor, mas viver pelo amor porque se o amor nos encontrar é para o viver.

Aster

"ambos se encarando timidamente, naquela sensação de estar bobamente apaixonado e não saber o que dizer ou fazer. Então você implora para que seus olhos falem por você o que não consegue expressar. É a minha definição de amor. Não apenas ser visto, mas ser compreendido. Uma troca íntima, uma conexão de almas, quase impossível de acontecer."

— Ecos do infinito

Source: boxd.it
O rasgo não é só na pele mas corta também na alma. Invisível aos olhos, irreprimível na calma. Ninguém imagina, minha cruz, minha sina; o caos que habita em mim, flores de papel, vazio sem fim. Você me vê, mas ainda assim não me lê. Camadas e camadas, superficial, anos e danos, me fez imortal.

— Ecos do infinito

Acho que sinto falta do amor. Como se uma súbita onda tivesse tomado conta de mim, mesmo que breve, mesmo que passageira. Eu ainda sinto falta de um sentimento autêntico, novo, suave como a brisa da manhã, morno como os primeiros raios de sol. Um toque leve de esperança, intocada pelo tempo, mesmo que por um milésimo de segundo... Acho que sinto falta disso, de como o amor nos torna quase invencíveis. Nem que sejam breves, esses mesmos milésimos de segundos, nós os guardamos para toda a vida.

— Ecos do infinito

“Estou perdendo o interesse nas pessoas; elas parecem cópias umas das outras. O que muda é apenas a forma como se apresentam, mas no fundo eu sei que todas vão me decepcionar.”
Há algo de tão íntimo e reservado em nunca mais conversar com quem você queria passar o resto da vida ao lado. E o que dói, é o peso do inacabado: planos deixados de lado, vidas completamente diferentes ao cruzar de uma esquina, o e se que nunca termina. Depois da colisão do meu mundo com o teu, resta apenas o silêncio eterno, ecos distantes, inaudíveis — em mim, algo morreu. É por isso que eu me pergunto se você sabe. E é por isso que tento deixar pra lá, porque nunca irei realmente saber — talvez nem você.

— Ecos do infinito

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