you haven’t met all the people that’ll love you yet
Charles Bukowski. (via versificar)
Com amor, Lua (via poecitas)
A todo momento as pessoas dão sinais do lugar que você ocupa na vida delas; sinais do que elas realmente querem, sinais se realmente se importam, sinais se te querem por perto ou sinais se elas realmente gostam. E por mais que não queiramos enxergar, a gente sente. As intenções estão sempre ali, por trás de cada sinal que elas deixam escapar.
Felipe Magister
Querido John. (via inverbos)
sinto minha falta.

“Disse que ia dormir. Fui para a cama com um punhado de livros, uma xícara de chá, e alguns cigarros. Eu queria alguém ali que pudesse ler para mim, alguém que dividisse o chá comigo, ou alguém para me dizer. “Não fume.” Me acostumei com aquelas noites. Com a falta daquele alguém. Alguns vazios tornam-se parte de nós.”
— Orquestrando.
25/03
Bom, não sei como começar ou se tem uma fórmula magica para dar “start”. Faz muito tempo que não paro para tentar organizar o que está na minha cabeça, acho que perdi a manha da escrita. Tudo passa tão rápido, né? E aparentemente muda mais rápido ainda. Nesse período de quarentena, em um momento de total procrastinação, me detive a olhar uns arquivos antigos e acabei me deparando com uns textos que eu escrevi em momentos de grande sensibilidade. Então cheguei a constatação de que: apesar do tempo passar e de tudo mudar constantemente, a forma como eu estou fadada a lidar com os sentimento permanece o mesmo. Sempre fui e acredito que sempre serei esse emaranhado de emoções, que não consegue não se jogar de cabeça desde o primeiro momento. Talvez seja por isso que sempre acabo da mesma forma, me sentido do mesmo jeito, mesmo que em todas essas vezes tenham sido pessoas diferentes e que causaram diferentes sentimentos em mim. Acredito que deve ter sido isso o gatilho para essa barreira que criei contra me envolver com alguém, e quem sabe é por isso que meus amigos me julgam tão “monstro sem sentimentos” dessa forma. Mal sabem eles que tudo isso é justamente por ter sentimentos demais aqui dentro e não saber lidar com essa confusão, aliado ao medo de me machucar mais uma vez e todo o ciclo voltar a se repetir.
- i.c
“Que porcaria, isso. Eu assisti essa pessoa depilando as axilas debaixo do mesmo chuveiro. Eu vi essa pessoa de pijama. Eu transei sem camisinha com essa pessoa. Eu aturei o seriado Grey’s Anatomy sempre que essa pessoa chegava antes no controle-remoto. Eu rabisquei os azulejos com batom insinuando amar para sempre essa pessoa. Fui ao supermercado às onze da noite porque essa pessoa estava a fim de comer batatinhas sorridentes. Eu me preocupei com as provas semestrais dessa pessoa. Eu baixei da internet canções de quem não gosto, como as do Jack Johnson e Guns N’ Roses, para que essa pessoa pudesse correr no parque alegremente aos sábados. Eu esfreguei à mão as calcinhas sujas dessa pessoa. E agora essa pessoa simplesmente desfila na minha frente com outra pessoa. Sei que depois disso enchi a cara.”
— Gabito Nunes.


